
Na foto pode ver-se Obama em pleno cumprimento da primeira, e até agora única promessa, daquelas todas que fez, desde fechar Guantanamo a reduzir o déficit, etc, etc.
It is quite gratifying to feel guilty if you haven't done anything wrong: how noble! (Hannah Arendt).

Há dias um professor de Harvard, o Dr Gates, e um polícia de Cambridge, o Sargento Crowley, protagonizaram um incidente que fez disparatar Barak Obama
As coisas ter-se-ão passado assim:

...para além de ser uma cretinice? A globalização deu cabo da antiga lógica.
O PSD Madeira publicou recentemente a sua Proposta de Lei de Revisão Constitucional. Uma das alterações sugeridas consiste em alterar o nº 4 do artigo 46º da Constituição de
A partir da Nicarágua, paraíso da corrupção, onde Daniel Ortega se prepara para alterar também a Constituição de modo a perpetuar-se no cargo, Zelaya acaba de apelar à guerra civil nas Honduras e garante que volta nos próximos dias.
O plano é de Chavez, ou melhor, do comunista (e ex-fascista) espanhol Viciano Pastor. Até agora a tomada de poder tem-se feito por subversão interna da democracia. Chavez, que comandou o golpe militar mais sangrento dos últimos 20 anos na América Latina (mais de 70 mortos), aprendeu com o fracasso e percebeu que havia outras maneiras mais palatáveis de alcançar o poder absoluto, parodiando e aproveitando a fraqueza das instituições democráticas daquela região.
Rafael Correia, que ganhou eleições com dinheiros do narcotráfico comunista (FARC), Evo Morales, que continua a aumentar a produção de coca, Daniel Ortega, Lugo (Paraguai) e os Kirchnener (Argentina), estão todos, à sua maneira, a seguir o guião.
Nas Honduras Zelaya tentou o mesmo, mas não teve habilidade suficiente, pese embora o massivo apoio logístico e financeiro de Chavez.
O plano falhou e é evidente a fúria de Chavez, que leva à tentação de passar à acção física.
Tudo deverá começar com algumas acções de violência, com mortos do lado de Zelaya. Nos últimos dias foram capturados mais de 100 venezuelanos e nicaraguenses, e não é dificil deduzir, não só o que andavam a fazer, mas também que se trata apenas de uma pequena parte dos activistas infiltrados a partir da Nicarágua.
Tem de haver mortos entre os apoiantes de Zelaya e os activistas se encarregarão de que isso aconteça, nem que tenham de ser eles mesmos a executar a acção. Está nos manuais que tem de haver "mártires", para pegar fogo ao rastilho.
O apoio "bolivariano" fluirá em força.
As Honduras estão sózinhas contra o chavismo, agarradas à sua Constituição e à democracia, Não contarão com a Europa, refém da sua própria fraqueza e covardia face aos doidos deste mundo.
E também não contarão com os EUA, onde um inacreditável Presidente, não pára de mostrar a verdadeira face, colocando-se cada vez mais ostensivamente ao lado daqueles que são, no mundo de hoje, os inimigos da democracia e da civilização ocidental. Talvez por isso mesmo, as suas taxas de aprovação são já mais baixas do que as de Bush no mesmo período, do 2º mandato.
Obama alinhou-se com Chavez contra um aliado dos EUA, tal como está a fazer no Médio Oriente, cortejando os países muçulmanos, e bravejando contra Israel, o mais fiável aliado americano.
É verdade que começam a ser nítidas as fissuras com Clinton e com largos sectores do próprio Partido Democrata, mas os EUA têm 3 anos pela frente com este homem perigoso à cabeça. Teme-se que os EUA ajoelhem ainda mais do que no tempo do desastroso consulado de Dhimmy Carter.
Há até um politólogo russo que prevê para breve o desmenbramento dos EUA.
Chavez está confiante na doença ideológica do Presidente americano e, quando no seu próprio país tudo está a dar para o torto, uma aventura internacionalista é o melhor que lhe pode acontecer, ainda mais contra um país pobre e completamente isolado em termos diplomáticos.
A guerra civil é por isso desejada por Zelaya e os seus mentores bolivarianos.
O palco está montado, com a benção de Obama, o apoio activista de iranianos e e chavistas, e a cumplicidade complacente e cega da Comissão Europeia.


"Um dia milhões de homens sairão do hemisfério sul em direcção ao norte e irão conquistá-lo, povoando-o com as suas crianças. A nossa vitória será conseguida com os ventres das nossa mulheres"
(Houari Boumediane, Presidente da Argélia, 1974 , discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas)
"Os muçulmanos continuam a ter filhos, ao contrário dos europeus. Isto significa que dentro de 20 anos os muçulmanos serão maioritários"
(Amr Khalid, importante clérigo egípcio,10 Maio de 2008, em entrevista televisiva)
"Temos 50 milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais que Alá irá dar a vitória ao Islão, na Europa, sem espadas, sem armas, sem conquistas. Os 50 milhões de muçulmanos da Europa irão torná-la um continente muçulmano em poucas décadas"
(Muammar al-Qaddafi, Presidente da Líbia, 10 Abril de 2006, entrevista à Al Jazeera)
"Nós somos os que vos iremos mudar...basta reparar nos desenvolvimentos na Europa, onde o número de muçulmanos está a crescer. Cada mulher ocidental produz uma média de 1,4 filhos. Cada mulher muçulmana, nos mesmos países, produz 3,5 filhos. Por volta de 2050 30% da população europeia será muçulmana...A nossa maneira de pensar provar-se-á superior à vossa."
(Mullah Krekar, islamista curdo asilado na Noruega, 13 de Março de 2006)



Judeus marranos




Em França está lançado o debate sobre a eventual proibição do uso do hijab e Sarkozy já disse com todas as letras que a vestimenta não é bem vinda em França.
As reacções não se fizeram esperar, vindas dos quadrantes habituais: islamistas e esquerdistas.
Os islamistas argumentam que o hijab representa a sua religião, a sua cultura, a sua identidade, que é um sinal de modéstia, de virtude, de submissão a Deus, etc.
Os chamados intelectuais de esquerda acham mais ou menos o mesmo, defendendo o uso do hijab com o argumento de que se trata do direito à diferença, de liberdade religiosa, etc.
Na verdade não são estes valores que estão aqui em causa e é de uma espantosa desfaçatez que a esquerda, herdeira dos mais autoritários regimes e sociedades que o sapiens inventou, se atreva sequer a fazer-se porta-voz de conceitos que na prática sempre relativizou.
As vestes islâmicas são impostas a milhões de mulheres em todo o mundo e por isso o assunto não pode ser apresentando apenas como uma questão de escolha individual, como se não houvesse uma história e uma cultura nos bastidores. É provável que algumas mulheres usem estes trajes por escolha pessoal, talvez porque sejam feias como o caraças e não queiram que se note, talvez porque sejam de tal modo tontas que não entendam que estão apaixonadas pela trela, talvez porque sejam masoquistas, talvez porque sejam genuínas beatas, mas na vida real não é possível averiguar caso por caso, quando o que está em jogo é verdadeiramente uma questão política.
Estes trajes reduzem as mulheres a meros objectos sexuais. Aprisionadas debaixo das vestes, as mulheres perde individualidade, passam a ser apenas clones de um sexo que tem de ser escondido porque faz os homens pecar. Tapadas, são todas iguais, sexos em movimento, sem nada que distinga a individualidade.
Numa sociedade islâmica, a mulher está reduzida à sua sexualidade que ainda por cima é motivo de vergonha.
Os chamados “crimes de honra”, relevam desta visão da mulher, como propriedade e fonte de vergonha. A honra de um muçulmanos não está naquilo que ele faz ou deixa de fazer, mas no comportamento sexual da mulher. É o corpo da mulher que encarna a “honra” do homem. Se ela o ocultar mal, se ela dançar, se ela olhar para outros homens, se ela agir como indivíduo, está a “desonrar” o homem. Isto é profundamente perverso, e leva ao assassínio “legal”de mulheres pelos seus pais, irmãos e maridos, para “lavar a sua honra”
O hijab, o véu, a burka, o niqab, e toda a panóplia de vestes islâmicas, representam e sempre representarem a submissão da mulher ao homem e a cidadania de segunda, que é a das mulheres nos países muçulmanos. Nos últimos tempos, os islamistas transformaram-nas em símbolo da causa. Trata-se, nem mais nem menos, do que uma afirmação da lei islâmica no Dar Al Harb , da recusa dos valores ocidentais, da recusa da integração, e é exactamente por isso que reagem tão fortemente à questão.
As mulheres que se passeiam em trajos islâmicos pelas ruas da Europa, são cartazes ambulantes da expansão e da força do islamismo, pelo que os esquerdistas que se colocam desse lado da barricada, acreditando que representam a tolerância e a civilização, estão na prática a promover uma ideologia totalitária e profundamente retrógrada.
A importância das vestes das mulheres como bandeiras e símbolos ideológicos, foi bem compreendida por Ataturk que, numa dramática tentativa para afastar a Turquia do islamismo político, proibiu e criminalizou o uso público de tais atuendos. E é também a razão pela qual, no Irão, estas vestes são impostas pela força a todas as mulheres, seja de que religião forem.
Os islamistas reclamam que a proibição de tais trajos é uma manifestação de racismo e exigem respeito pela liberdade de religião, utilizando contra nós conceitos que eles mesmos não respeitam, mas que sabem ser importantes para o Ocidente. Muitos esquerdistas apressam-se e deglutir o isco, ignorando que estão a ser tocados à vara e que o que está em causa é o poder político. Ao pretender inibir, neste caso, o estado francês de intervir naquilo que chamam “questões religiosas”, os islamistas lutam por ter rédea livre no objectivo de impor as suas leis religiosas nas escolas, nos hospitais, nos espectáculos, na sociedade.
Os compromissos com o Islamismo, são o inelutável caminho da servidão, da “dhimmitude”
Os esquerdistas são reincidentes e herméticos na burrice. Já antes se opuseram à expulsão de estudantes veladas das escolas, argumentando que essa exclusão apenas iria piorar a sua situação. Estavam errados. Pelo contrário seria a permissão do uso do véu que iria tornar impossível a sua recusa nos bairros onde os islamistas ditam a lei. Mesmo assim, não são raros os casos em que as raparigas que não colocam o véu no deslocamento para a escola, acabam agredidas, insultadas e ameaçadas.


"We hypothesize that the established pre-1998 trend is the true forced warming signal, and that the climate system effectively overshot this signal in response to the 1997/98 El Niño. This overshoot is in the process of radiatively dissipating, and the climate will return to its earlier defined, greenhouse gas-forced warming signal. If this hypothesis is correct, the era of consistent record-breaking global mean temperatures will not resume until roughly 2020."Até aqui, o CO2 era a força decisiva capaz de esturricar o planeta. Agora, há outra capaz de a aplacar.
Entra um contribuinte pela secção de finanças com demasiada gente à espera. Aparenta a boa saúde própria dos vinte e poucos anos e traz ao colo um miúdo de 3 ou 4. O miúdo não pára de se mexer, de protestar, pede para ir para o chão.