quinta-feira, 19 de maio de 2011

De Sócrates-o-despovoador-e-escaqueirador de Portugal

Nothin' you can do about it
It's too strong to be denied
Nothin' you can do about it,
Relax enjoy the ride.

Portugal encontra-se com uma boa parte da sua soberania no pego. A Sócrates não chegou provocar a saída de milhares de portugueses, como não chegou fazer disparar o desemprego a miséria e a fome, com não chegou espetar com Portugal na banca rota. Sócrates tenciona continuar a aprofundar as "conquistas" que desabrocharam das suas zenitais ideias.

Sócrates tenciona continuar, e tem hipótese de o conseguir e, nessa manobra, uma parte substancial dos portugueses tenciona colaborar com ele.

Conviria que os portugueses percebessem que a já periclitante dose de benefício da dúvida que os povos que nos alimentam ainda nutrem por nós ficará pelas ruas da amargura se Sócrates não vier a ser liminarmente corrido do poder e do horizonte político, passando, nessa altura, a serem os próprios portugueses quem recebe a classificação de vendedores de banha da cobra ... tanto quanto o exemplar em quem insistem e persistirem confiar.

Isso levará Portugal ao reino dos estados pária e ao clube dos Zimbabwes.

A conversa do "eles têm que se entender" não pega, porque não se pede a ninguém que se entenda com quem o assalta, quem o violenta, quem o vigariza. Com este tipo de gente a única coisa razoável a ter lugar é a ordem de prisão, coisa aparentemente improvável por muito que esquisito pareça.

Eu sei que uma boa parte dos portugueses gosta que lhes mintam e, talvez como forma de perpetuamente se desresponsabilizarem relativamente a quem escolhem, insistem em acreditar na palermice. Mas convém não abusar.

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