sábado, 7 de maio de 2011

Finalmente!


A Al-Quaeda confirmou oficialmente a morte de Osama bin Laden. A partir daqui, podemos tentar ver para além do facto e perguntar, por exemplo, se :

- ele está, de facto, morto, porque os restantes elementos das cúpulas, fartos do homem, fizeram panelinha com a CIA, para agora poderem disputar a chefia da organização;

- ele está, de facto, morto e se foi algum dos guarda-costas que o liquidou no meio da confusão, face ao perigo de poder vir a dar com a língua nos dentes;

- ele não está, de facto, morto, mas a ser interrogado pela CIA por meios mais violentos do que aqueles que usou, e a Al-Quaeda, para não apresentar o flanco, o dá como morto no intuito de reafirmar a sua perene vitalidade na luta contra o Grande Satã, aproveitando, deste modo, ao mesmo tempo, para baralhar os americanos;

- ele não está, de facto, morto, e a CIA matou, de facto, grande parte dos seus companheiros, substituindo-os por sósias, os que vieram agora reconhecer a sua morte, com vista a lançar a confusão e, assim, fazerem implodir a organização;

- ele não está, de facto, morto, porque um agente infiltrado da Al-Quaeda sabia de antemão que os americanos o lançariam ao mar, ainda vivo, e construíram nesse local uma clínica submarina secreta para onde bin Laden foi transportado de imediato, a qual funcionará como o seu novo quartel-general, depois de recuperar;

- existiria um acordo secreto, firmado na Indonésia, durante a infância de Obama (terá bin Laden sido companheiro de brincadeiras do actual iluminador da consciência americana?), que não só permitiu que, no futuro, houvesse capitais escondidos que ajudassem a financiar as suas campanhas eleitorais, como também, através de um golpe de teatro como este, possibilitasse a hipótese de uma reeleição do primeiro presidente mulato, facilitando um discreto mas eficaz processo imparável de enfraquecimento dos USA - numa palavra: serão Obama e bin Laden, na realidade, dois braços do mesmo polvo? Nesse caso, o ícone maior da Al-Quaeda poderá não estar morto, apenas a preparar a sua ascensão à presidência dos Estados Unidos sob falsa identidade, ascensão essa facilitada pela implacável substituição dos actuais membros do Senado e do Congresso por sósias (ter em atenção os casos apresentados no CSI);

- existirá um acordo secreto entre a Al-Quaeda e o governo de Cuba para (a coberto do anúncio de uma imparável descoberta científica feita pela inigualável medicina cubana quanto à possibilidade de rejuvenescimento celular, e ao mesmo tempo que a Al-Quaeda reafirma o seu vigor com nova liderança) Fídel ser substituído por bin Laden, reforçando, assim, o cerco ao mundo capitalista e a sua queda a breve trecho ou após prolongada e heróica luta (tanto faz).

Seria legítimo levantar muitas outras hipóteses plausíveis, das quais, seguramente, essa fonte inesgotável de saber e de liberdade que é a internet virá a proporcionar-nos indícios periscópicos de inexcedível fiabilidade. Porém, mesmo que aquelas que aqui, modestamente, aventei se revelem descabidas, poderão constituir, em última instância, matéria para os indispensáveis momentos de lazer sob a forma de romances que, se escritos por ou em nome de um jornalista de qualquer estação televisiva, lhe trarão os sempre bem-vindos proventos, sobretudo se adaptados à 7ª Arte.

Olhem, por exemplo, pelo Vítor Bandarra. Só o nome, ajuda.

3 comentários:

RioD'oiro disse...

Oh carago. Tá tudo errado. A Mossad e os sionistas têm que fazer parte da fita.

E aquela coisa electrónica que os kamones instalaram num deserto qualquer e que comunica com os submarinos?

Há até quem diga que Bin Laden murreu, no WC, ao limpar o tubo. Parece que, no rolo, a tinta com a bandeira americana pintada, tinha sido substituída por um cionista por aquele explosivo com que a CIA instalou nos submarinos voadores que, disfarçados de aviões, deitaram abaixo as torres gémeas.

E aposto que tudo isto está ligado ao grupo de Bilderberg.

José Gonsalo disse...

Rio d'Oiro:

Schhhhhiu...!

RioD'oiro disse...

Tem razão. Aliás, o meu comentário anterior foi abruptamente interrompido porque bateram à porta. Era o Bin Laden. Queria saber se lhe podia dispensar um cão ... veja bem o sionista.