domingo, 28 de agosto de 2011

Líbia: a guerra limpa

A guerra na Líbia tem sido uma perfeita guerra. A esquerdalha, mais ou menos indignácara, não falou de:

 - "bombas ditas inteligentes"
 - efeitos colaterais
 - bombardeamentos a alvos civis
 - bombardeamentos a "fábricas de leite"
 - falta de protecção aos museus
 - "a guerra nunca é solução"
 - vigílias
 - escudos humanos
 - ONGs
 - não haver ainda planos para o pós-guerra
 - eleições para colocar fantoches no poder
 - como se "garantirá" a democracia
 - "ocupantes"
 - "expansionismo imperialista"

Um dos jornalistas conseguiu finalmente perceber que naquelas sociedades e naquelas circunstâncias não há exactamente civis e militares porque toda a gente tem armas.

4 comentários:

LGF Lizard disse...

Até já falaram. O PCP e as suas organizações fantoches estão fartos de chorar contra a "agressão imperialista".

O PCP condenou esta sexta-feira o «massacre perpetrado pela NATO» em Trípoli e criticou a posição «seguidista» do Governo português de apoio à «guerra de invasão e ocupação da Líbia», noticia a Lusa.

«A tomada de Trípoli é sobretudo resultado, não de uma propagandeada vitória militar dos chamados rebeldes, mas sim da intervenção directa da NATO e de um verdadeiro massacre perpetrado por esta estrutura político-militar», lê-se num comunicado do PCP.

Condenando «o autêntico banho de sangue perpetrado contra a população da capital Líbia na denominada Operação Sereia», os comunistas reiteram que o que está em causa com a «guerra de invasão e ocupação da Líbia» não são os direitos do povo, nem qualquer desejo de liberdade ou democracia.

Pelo contrário, sublinha o PCP, o que está em causa é «a satisfação dos interesses estratégicos das principais potências da NATO quanto ao controle de importantes riquezas naturais, o saque dos fundos soberanos Líbios e a imposição do domínio imperialista na região do Norte de África e Médio Oriente».

Na nota, os comunistas deixam ainda críticas «à posição seguidista» do Governo português de apoio à «guerra de invasão e ocupação da Líbia» e de reconhecimento do chamado Conselho Nacional de Transição.

«Para o PCP, o fim do conflito passa pela retirada das forças ocupantes e pelo diálogo nacional líbio visando uma solução política para o conflito interno», defendem os comunistas.

O partido apela ainda aos portugueses para que, independentemente das diferenças de opinião sobre Khadafi e o actual regime, rejeitem «a gigantesca campanha mediática que suporta a intervenção imperialista e se mobilizem e intensifiquem a luta pela paz, contra as agressões e ingerências do imperialismo norte-americano e europeu no Mundo Árabe e noutras regiões do globo».

http://www.tvi24.iol.pt/politica/tripoli-libia-pcp-tvi24-comunistas-nato/1275935-4072.html

RioD'oiro disse...

A coisa era mais virada para a comunicação social como veículo relé da propaganda esquerdalha.

Carmo da Rosa disse...

Excelente post, fartei-me de rir...

(continuo sem casa e evidentemente o meu computador - o o unico em que consigo funcionar)

Carmo da Rosa disse...

Outra vez: (continuo sem casa e evidentemente sem o meu computador, o unico em que consigo funcionar)