segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Solyndra - mais uma hecatombe em empregos verdes

Por cada emprego verde criado uns 3 (de memória) vão à viola. Cada emprego verde implica matar 3 outros empregos noutros sectores.

Obama, como por toda a "Europa", tem-se esforçado por enterrar a economia. Tem-se esforçado e tem-no conseguido. Na "Europa", têm-se esforçado e têm-no conseguido.

A economia "europeia" está de rastos como para a lama rapidamente se precipita a dos Estados Unidos. Na "Europa", cada um se esforça para que seja outro a estoirar primeiro. "Europa" e Estados Unidos tentam, cada um para seu lado, ser o último a estoirar.

Estamos a assistir ao canto do cisne da social democracia, do estado social, do intervencionismo estatal.

Um excelente exemplo da ruína que as políticas intervencionistas do estado na economia é-nos dado pelo preço da energia em Portugal. Já pagamos , pela energia, o dobro do que deveríamos pagar por causa do sobre-custo das energia "renováveis". Brevemente pagaremos o triplo. Prometia-se independência relativamente ao petróleo pois não seria necessário pagar por ele. Estamos a pagar o dobro ... para pagar o investimento nas renováveis e quando se acabar de pagar as renováveis estarão no seu fim de vida. Na penúria, como estamos, se tivéssemos que pagar petróleo teríamos de desembolsar apenas metade. Mas é uma despesa especial, é "verde".

Obama gastou mais de 500 milhões de dólares a financiar uma empresa "verde" falida, a Solyndra. Gastou o dinheiro e ela entrou definitivamente em falência. Anunciava Obama, “a brighter and more prosperous future.

O ocidente tem sido ultimamente bafejado por líderes brilhantes, autênticos buracos negros.

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