quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Nivaldo Cordeiro sobre um artigo de João Pereira Coutinho ...

... no Folha de S. Paulo.

Free the Palestinians, Stop Apartheid

Via QSociety:

Furação(?) Irene: Nilton diz que vai chover

No Eco-Tretas:
Mas como o comandante Obama estava ao controlo, num centro de comando estratégico, não se podia dizer que este era uma tempestade tropical. Aliás, a NOAA foi aguentando o barrete enquanto podia, e ontem pelas 13 horas portuguesas, reafirmava tratar-se de um furacão, quando os ventos das estações meteorológicas nem metade do limite, para ser um furacão, atingiam!

"Matéria orgânica que sabe e cheira mal" (a Google tratou rapidamente de o censurar):

Socialismo e gestores sem vergonha na cara

RTP com lucro de 24 milhões de euros no primeiro semestre de 2011
"muito bom resultado operacional e de um comportamento favorável da função financeira"

Governo vai pagar 225 milhões de dívida da RTP

terça-feira, 30 de agosto de 2011

No prisoners

Ainda ninguém perguntou pelos prisioneiros 'certamente' feitos pelas partes em conflito na Líbia?

Cruzados

Via Nada disto é novo,
Senior Official in Egyptian Islamic Jihad: If We Come to Power, We will Launch a Campaign of Islamic Conquests to Instate Shari'a Worldwide: 'The Christian is Free to Worship His God in His Church, but if the Christians Make Problems for the Muslims, I Will Exterminate Them'

Responsável superior pela Jihad islâmica egípcia: Se chegarmos ao poder, lançaremos uma campanha de conquistas islâmicas para instituir, a nível mundial, a sharia. O cristão será livre de se dedicar ao seu Deus, na sua Igreja, mas se levantar problemas aos muçulmanos, extermina-lo-emos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Da "Presidenta"

Via Nausícaa ...

Começa a perceber-se que a nova "Presidenta" do Brasil é testa de ferro de Lula e do PT e que, coitada, provavelmente ainda nem disso se apercebeu.

...

Relativamente à música, [mail gentilmente enviado por Nausícaa] desconheço, de facto,os pormenores relativamente aos mimados da geração 60 da MPB, pelo menos quanto a Caetano Veloso. Acredito que a Nausícaa tenha razão. Discordo, contudo, no que toca a Sérgio Godinho que me parece ser dos poucos que, na área em causa e ao longo da vida, aprendeu algo. Muito embora nos idos tempos do kamarada Vasco e da muralha de aço, Sérgio Godinho tenha composto coisas inenarráveis, amadureceu e passou a compor bem mais maduramente. Em qualquer caso, um e outro parecem-me, enquanto intérpretes, muito bons.

José Mário Branco, por exemplo, nada aprendeu. Mesmo assim compôs bem (poema de Luís de Camões).

Belo tiro

Aqui (excerto):
Ora, se a dialética marxista, que nos divide em classes antagónicas e com interesses incompatíveis, não se demonstrou útil em parte nenhuma do mundo onde foi aplicada, inclusivamente em Portugal, é exactamente dela que temos agora de fugir, e é contra ela, e a sua lógica perversa, que temos de encarar a recuperação do país. Não vale, pois, a pena insistir na tecla dos «ricos» como causadores das desgraças dos «pobres», porque do que necessitamos em Portugal é de muitos «ricos», isto é, de pessoas que possam obter rendimentos tão elevados quanto o possível, fruto do seu trabalho honrado, das suas capacidades e dos riscos que correram com os seus investimentos para as aplicar e fazer render.

Esta é a única maneira do país abandonar o estado de miséria e de pobreza, para onde a luta de classes e o seu corolário natural do proteccionismo (dos «pobres» contra os «ricos») o conduziram. Vivemos há tempo demasiado a confiar ao governo a nossa protecção social (no trabalho, na saúde, na educação, no ambiente, etc.), a pagar para que ele o faça e, quando demos conta, é do governo que nos temos de proteger, como se de um larápio compulsivo, incapaz de deixar de nos roubar o que é nosso, se tratasse.

domingo, 28 de agosto de 2011

Integração

Eram vários os irmãos em idade de ir para a escola. Nos idos anos do “retorno”, com os cobres mínimos para chegarem ao norte, desembarcam na Portela.

O pai continua em Angola, com a cabeça a prémio. Era professor, “situacionista”, “colaboracionista do colonizador”.

Chegados ao norte procuram um amigo do pai que em tempos por lá morava … mas já não. Ficam na rua.

Outra família, das mais pobres, acolhe-os na medida do possível.
  -  Aqui não há restos para ninguém. Se quiserem comer apresentam-se à hora da refeição e o que houver será para todos.

O espanto, de quase todos, perante a visão de pretos, não foi obstáculo. Todos perceberam que aqueles rebentos não estavam ali para brincar.

O pai chega passado pouco e pouco tempo depois parte, como recentemente um dos seus filhos partiu: de vez.

Entram na escola e todos, bons alunos e sem as zenitais políticas do “multiculturalismo”, fazem mais que a escolaridade obrigatória. Mais que um quase a máxima escolaridade possível.

Adultos, deslocam-se bastante mais para sul para onde mais alguns amigos habitavam e onde umas brechas de trabalho despontavam.

A vida decorre, sempre pontuada pela visita anual à 'mãe' que se recusara dar-lhes restos.

O cancro atacou um deles e o funeral teve lugar. A maioria dos presentes era branco.

A integração, começou a sul, a norte ou em Angola?

A social generalização da pobreza rumo à igualdade total

95% dos contribuintes contribuem com apenas 40% dos assaltos via IRS.

A nova modalidade vai pelo assalto à propriedade. Independentemente de estar em curso um assalto via contribuição autárquica, há que "cobrar" relativamente ao resto. (...uma tia minha tem um penico com umas letras doiradas...)

Via Blasfémias.

Líbia: a guerra limpa

A guerra na Líbia tem sido uma perfeita guerra. A esquerdalha, mais ou menos indignácara, não falou de:

 - "bombas ditas inteligentes"
 - efeitos colaterais
 - bombardeamentos a alvos civis
 - bombardeamentos a "fábricas de leite"
 - falta de protecção aos museus
 - "a guerra nunca é solução"
 - vigílias
 - escudos humanos
 - ONGs
 - não haver ainda planos para o pós-guerra
 - eleições para colocar fantoches no poder
 - como se "garantirá" a democracia
 - "ocupantes"
 - "expansionismo imperialista"

Um dos jornalistas conseguiu finalmente perceber que naquelas sociedades e naquelas circunstâncias não há exactamente civis e militares porque toda a gente tem armas.

Olavo de Carvalho - True Outspeak - 24 de agosto de 2011


02:50 - Diferença entre ira e arte da rudeza

03:25 - A ética do intelectual brasileiro ou como se tornar uma pessoa maravilhosa

05:48 - O mecanicismo de Newton

08:00 - O orgulho dos ignorantes

09:18 - A escola de Frankfurt

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10:57 - O outdoor de Ribeirão Preto e as ofensas dos gay

12:20 - De cu pró ar mas de cabeça erguida

13:50 - Há certas mulheres que ninguém devia comer

15:25 – Dois Olavo comendo-se … a si mesmo

16:50 – O juiz mandou tirar o outdoor … pode chamar abominável a qualquer coisa … menos comer no cu

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17:40 – KGB

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18:20 – Lula jamais foi revolucionário ou de esquerda … a noção idealizada do revolucionário

20:55 – FARC

21:25 – O Brasil e a corrupção e normatização da corrupção pelo PT

23:30 – A corrupção no capitalismo e o que pulula da cabeça do marxista

25:15 – Lula converteu-se ao capitalismo do mensalão

26:40 – Obama, o Lula dos Estados Unidos

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27:50 – A fraternidade islâmica na Casa Branca

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27:45 – O brasileiro, homem de geleia

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29:15 – O estado, campeão da moral

30:25 – O estado “leigo” (que não tem ordens sacras; laico; secular)

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32:52 – Nos Estados Unidos há (ou prestes a haver) ‘legislação’ para proibir que se diga mal do Islão (Hillary Clinton)

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34:15 – Flash-Mob: hordas de pretos batendo em brancos

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37:30 – Obama destruindo a economia, as forças armadas … decidiu que imigrante só será deportado se cometer crimes

39:10 – Obama declarou duas guerras sem autorização do congresso

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40:20 – Há anos o movimento gay conseguiu que a homossexualidade deixasse de ser doença mental. Vai agora tentar que a pedofilia saia da lista de doenças mentais.

41:50 – Dentro de anos será proibido dizer mal da pedofilia – fundamental para a nova ordem mundial – a implementação do absurdo – o Brasil é o país ideal para tal.

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45:35 – As técnicas da universalidade imbecil, via ONU, e já implementadas nas escolas: técnicas psicológicas da demolição da personalidade.

49:50 – A quantidade de absurdo que a mente humana consegue aguentar. Técnica para tornar as pessoas subservientes e dóceis.

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50:20 – Janet Napolitano: o terrorista típico é europeu e branco.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mastúrbios XX - A visita do Papa

Os indignácaros constituídos em seita religiosa anti Igreja Católica resolveram protestar por causa das despesas e, aproveitando, verteram mais uma porção de lágrimas de crocodilo.

Das despesas ... independentemente da espoja nas Portas do Sol em Madrid ter dado um prejuízo monumental aos comerciantes, à câmara local e ao povo espanhol.

Da legalidade ... de que reclamam quando a querem torpedear.

Da liberdade ... sendo, como evidentemente são, anti-semitas, fascistas, defensores de regimes tiranos e totalitários.

Enfim, com tiranetes só se perdem as que caiem ao lado. Abençoadas vergastadas policiais.

Mujahideen (guerreiros islâmicos) impedem ajuda humanitária a cristãos

E não há indignácaros que "organizem" flotilhas da liberdade para estes (verdadeiramente) oprimidos?
O International Christian Concern (ICC) relata que o al-Shabaab está trabalhando para remover o cristianismo do país e está impedindo que alimentos e ajudas alcancem as pessoas.
Na Líbia, entretanto, a coisa ... 'compõe-se'?:
Libyan draft Constitution: "Islam is the Religion of the State, and the principal source of legislation is Islamic Jurisprudence (Sharia)"

Regionalização

O chumbo da regionalização em referendo foi uma douta decisão e o futuro acabou por demonstrá-lo.

Imagina-se o que seria Portugal com uma cáfila de autonomaicos despesistas afogados, em dívidas, até ao pescoço?

Por mim, a coisa fica com quem votou. Houve autonomia para o endividamento? Que a autonomia resolva o problema. A democracia tem também esta vantagem: quem vota que assuma em plenitude da sua decisão e explique aos filhos e netos porque votou como votou.

"Lisboa que amanhece" - Sergio Godinho com Caetano Veloso

Para a Nausícaa

Tremoço Rechonchudo

Não esquecer visitar o site dos Azeitoneiros de Alvorninha.


Original.

José Afonso (Zeca) . Redondo Vocábulo

Julio Pereira "Escrever o sol"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Aquarela do Brasil - Gal Costa


Aquarela do Brasil
Ary Barroso (1939)

Brasil, meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio que faz gingá
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...


Ô, abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do serrado
Bota o rei congo no congado
Brasil! Brasil!
Deixa cantar de novo o trovador
A merencória luz da lua
Toda a canção do meu amor
Quero ver a “sá dona” caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...


Brasil, terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiscreto
O Brasil, verde que dá
Para o mundo se admirá
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...


Ô, esse coqueiro que dá côco
Ôi onde amarro a minha rêde
Nas noites claras de luar
Brasil! Brasil!
Ô, ôi essas fontes murmurantes
Ôi onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincá
Ôi, esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...


Schrödinger's Theatre - Sixty Symbols

Parabéns aos católicos de Espanha ...


... ou uma mensagem inequívoca aos esquerdalhos em geral e indignácaros em particular.

domingo, 21 de agosto de 2011

Quando a entidade patronal paga os salários aos "representantes" dos trabalhadores

Diz o Professor Ramiro Marques:
Os sindicatos são organizações que vivem das quotas dos afiliados e de apoios do Governo expressos em oferta de mão de obra para as respetivas direções. Quanto mais sócios um sindicato tiver, maior o número de dirigentes sindicais destacados a quem o Governo paga os salários.

O valor das quotas sindicais é proporcional ao valor do salário. Os docentes dos 8º e 9º escalões usufruem de um salário duas vezes superior aos colegas dos primeiros escalões; o valor das quotas sindicais é também duas vezes superior.

Se os sindicatos levarem para o processo negocial a questão da isenção de ADD dos docentes dos dois últimos escalões estarão a pôr-se a jeito para perderem milhares de sindicalizados sem conseguirem atrair outros. Seria um suicídio.

Chuva de mísseis palestinianos sobre Israel

"Supostamente", deveria existir um cessar-fogo entre os coitadinhos palestinianos oprimidos e os seus algozes satânicos israelitas.



É de esperar a habitual reacção dos media e dos partidos da esquerda anti-semita sobre mais esta agressão israelita...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bloco de Esquerda: partido tóxico.

Via Lisboa-Tel Aviv, confirma-se o que foi aqui dito há muito: o Bloco de Esquerda é (usando a linguagem preferida daquela zona política) um partido lacaio dos "especuladores".
"O BE considera que o instituir na Constituição Portuguesa, ou nas Constituições onde venha a ser lavrado este limite ao endividamento, um preceito liberal que é contra as necessidades dos países", afirmou o deputado do BE Pedro Filipe Soares, em declarações à Lusa a propósito da medida defendida pelo Presidente francês Nicolas Sarkozy e pela chanceler alemã Angela Merkel.
Afirmava-se no FI, a 27 de Abril de 2010:
Uma das mais insignes forças de cariz fascista e anti-semita, o Bloco de Esquerda, sempre pactuou com o despesismo e com toda e qualquer engorda do estado. Na hora da verdade, mesmo perante a manifesta falta de dinheiro, sempre o Bloco de Esquerda defendeu o despesismo que resultaria, evidentemente, numa maior corrida do estado ao crédito bancário nacional ou internacional.

A razão deste frenesim era óbvia: para o Bloco de Esquerda toda e qualquer engorda do estado vinha a calhar porque se apresentava como paladina da "defesa dos direitos adquiridos".
O Bloco de Esquerda, partido de cariz nazi, fascista, anti-semita e totalitário, consegue ainda reclamar que haja maior endividamento e clamar "não pagamos" sendo de acrescentar às suas qualidades a de partido caloteiro, partido tóxico, partido que pretende colocar Portugal no prego das casas de "especuladores".

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Momento qualquer-coisa


Estive fora, voltei hoje, torno a sair, volto à séria no final do mês.
Rio d'Oiro: não tive nem terei tempo, por agora, de ouvir o Olavo de Carvalho.
Carmo da Rosa: bons posts.
Lidador: gostei do post, discordo da classificação que dá quanto ao livro do filósofo à la norueguesa. Cá por coisas.
Abraço a todos.
Para desopilar o fígado, deixo aqui a transcrição integral das instruções de uso que figuram na embalagem de uma raqueta electrificada para hecatombear mosquitos, que um familiar meu, em desespero, comprou numa "loja de chineses".

Método de uso

1) Toca o betão e o betão, quando o betão brilha, significa que a requeta já tem electricidade.

2) Quando o mosquito está voando, você tem que ser mais rápido, enfrente de parede banco ou unicolor, e dirige a direcção de mosquito, só isso, é muito fácil, você pode gozar o interesse coneniente.

3) Quando o mosquito está parando, você pode o aproximar com a velocidade adequada, não precisa de mais rápido, quando o mosiquito está merdendo no corpo da pessoa, também pode usar a raqueta, não precisa de se preocupar com os choques eléctricos. O mosquito merre quando tem um som melodioso do choque eléctrico.

Notas

1) A primeira carrega tem que ser 6 até 10 horas, no uso futuro, pode pode carregar no processo de usar, não pode usa pilha 5, tem que usar pilha especial.

2) Para evitar o choque eléctrico, não pode beliscar a rede de raqueta.

3) Para evitar incedente, não pode usar no ambiente que encheio de líquidos ou gases inflamáveis.

4) Para evitar a avaria do produto, não pode limpar com água.

5) Para evitar o choque eléctrico e a avaria do produto, não pode inserir os condutor na rede de requeta.

6) Este produto não é brinquedo.

Lígua de trapos ou de como o brasileiro vai passar a falar brasileiro*

Via Portugal dos Pequeninos, Vasco Graça Moura sobre Fernando dos Santos Neves que escreve:
"a passagem de uma concepção monoparadigmática e reducionista a uma concepção pluriparadigmática e aberta do próprio conceito de ciência"

"bastaria um mínimo de lucidez para entender que é, precisamente, o Acordo Ortográfico que "permitirá a continuação da existência da 'Língua Portuguesa' no Brasil, etc., sem a qual ele, inevitavelmente se tornará, a breve trecho, a 'Língua Brasileira', como de algum modo principiaria a ser o caso".  

"a sua [acordo ortográfico] principal virtude é existir" 
Tirem-me deste filme.

* ou brasilês? brasilol? brasilão? brasilense?

Educação mariquinhas

Ramiro Marques no seu melhor. Infelizmente parece-me que a generalidade dos professores não se deixou apenas levar mas, por ideologia, foi parte fundamental na dinamização do processo. Vai ser duro abandonar esse submarino.

Há mais de três décadas que andamos a doutrinar as crianças e jovens num processo de inversão de valores a que eu chamo de educação mariquinhas. Os resultados estão à vista: falta de resiliência, fraqueza de ânimo, vontade fraca, inconstância, irresponsabilidade, falta de respeito, imprudência e incapacidade para resistir à frustração.


Habituámos os nossos filhos e alunos a dependerem da gratificação imediata e eles tornaram-se incapazes de esperar por resultados que, no imediato, não geram prazer.

A dependência da gratificação imediata é o resultado de um processo de habituação gerado pela educação mariquinhas.

A criança faz uma birra porque quer a satisfação imediata de um desejo e os pais reforçam os comportamentos inadequados dando-lhe imediatamente o que ela quer.

A masculinidade e a feminilidade foram substituídas, em casa e na escola, pela androgenia. Os pais pelos paizinhos. As figuras masculinas com autoridade foram engolidas pelo tsunami do relativismo radical. Os pais e os professores, esgotados e confusos, deixaram-se levar pela onda mediática que reforça a tolerância e a ausência de padrões. Sem Deus, tudo nos é permitido, sem padrões, tudo se torna igual.

A firmeza substituída pela cedência. A verdade pela mentira. A responsabilização individual pela vitimização. Socializam-se os prejuízos e privatizam-se os benefícios. Pais e professores são pressionados pela cultura popular, veiculada pelos media tradicionais, para colocarem passadeiras vermelhas por onde quer que as crianças e jovens passem. Tirar do caminho das crianças e dos jovens todos os obstáculos, todas as tarefas difíceis. Exames? Não que traumatizam e criam desigualdades. Trabalho durante as férias? Não que isso é exploração de mão de obra infantil e juvenil. Responsabilizar civil e criminalmente os jovens criminosos? Não que isso é pura vingança e racismo social.

Esgotados e confusos, vencidos pela barbárie.

Nivaldo Cordeiro - A legitimidade do Tea Party


Suponho ser este o artigo do Estadão a que Nivaldo se refere.

As palavras dele sobre a Europa parecem também acertadas.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A SIC e a silly season


Já não bastava o frete dos bodes, fomos ainda presenteados com o frete das "fugas de capital". A SIC está nos tops da silly season e da propaganda.

A massa foge e muito bem. Desta forma mantem-se a esperança dela um dia poder voltar.

"Fortunas que escapam à malha do fisco" - Ainda bem. Se em Portugal elas apenas podem ser aplicadas em tiro ao alvo para máquina fiscal, é de as pôr ao fresco.

"Transferências para offshores" - e queriam que essa massa fosse transferida para onde? Para a Venezuela? Para o Zimbabwe?

"Foram desviados" - em boa verdade quem deixa de poder desviar é o fisco. Aquele que transfere para onde muito bem entende o que lhe pertence não desvia coisa alguma. Até Saramago escolhia onde pagava impostos.

Depois aparece um "observador" dizendo que as saídas se dão para locais onde não há "qualquer tipo de controlo". Mas, os donos dessas massas não sabem por onde ela anda? Andará esse capital a monte? Será necessária a intervenção do estado português e, em particular, do fisco, para que o paradeiro dessa massa esteja debaixo de "controlo"?

"O dinheiro que saiu é mais que aquele a arrecadar no imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal" - E estava o fisco a preparar-se para nacionalizar esse graveto?

O "observador" confirma que esse dinheiro daria para tapar os sociais buracos em que a "europa" é especialista. Pois. O problema com o socialismo dá-se quando lhe falta o dinheiro dos outros.

E o "observador" mostra-se ainda "indignado" por essas verbas serem usadas para financiar o endividamento do Estado. Mas ... os estrangeiros podem investir nesse financiamento, ganhar o juro e ficar com ele, e os portugueses não o podem fazer em igualdade de circunstâncias? Há filhos da mãe e filhos da puta?

Há. Há filhos da puta. São aqueles que configuram esta propaganda que na SIC se chama "informação".

Actualização.
O Espectador Interessado deixou, em boa hora, um link para um seu artigo.

Do mundo dos bodes

Voltou a febre das 150000 cabras que se espera deverem via a ser espalhadas pelo Norte do país. Voltou a febre e voltou a desculpa esfarrapada de que a coisa não avança porque faltam os incentivos (leia-se dinheiro dos contribuintes) já garantidos do lado espanhol.

Mas para que servem os incentivos? As cabras andam com falta de apetite?

Um dos pastores refere que lhe apertam o pipo diariamente com mais e mais obstáculos até que ele desista. E são precisos incentivos para lhe aliviar o garrote?

Porque não abrem as matas públicas, aquelas que ardem incontroladamente e nem os bombeiros acham valer a pena tentar combater porque é justamente o estado o campeão do desleixo, aos pastores para nelas, livremente e sem terem que informar o estado das coordenadas geográficas de cada cagada de bode, alimentarem as cabras?
Vai ser preciso comprar os "ecologistas", "conservacionistas" e "engenheiros do ambiente" para ficarem quietos? É este o "incentivo" que falta? E será estabelecido via "financiamento de projectos" pela Caixa Geral de Depósitos, entre outras, à Quercus?


Suponho que esta coisa ...

... seja forjada. Suponho tal porque muito embora o disparate saltite a cada palavra, há um todo coerente que um tipificado bezerro seria incapaz de manter.

Um bezerro nestas circunstâncias ficaria pelo segundo parágrafo por estar "exausto". Se pressionado para continuar, reclamaria que o professor o estaria a fazer sentir-se "atrofiado".

É a "educação inclusiva e multicultural" via activismo BlackBerry.

Fukushima - retorno parcial

Conforma já aqui tínhamos dado nota, vai iniciar-se, mais cedo que o esperado, o retorno, por fazes, da população deslocada.
O Ministro da Economia, Comércio e Indústria decidiu facilitar, ainda este mês, a residentes e lojistas no raio de 3Km da central nuclear a efectuarem curtas visitas para verificações às suas propriedades. Decidiu também simplificar a prontidão para evacuação levantando o requisito para pessoas no raio entre os 20 e 30Km. O Ministro declarou poder vir a ser possível a algumas pessoas evacuadas a voltar permanentemente a suas casas, dando nota que os reactores danificados estão a ficar estabilizados e que os níveis de radiação decresceram.
Últimas sobre Fukushima: WNN, MIT NSE Nuclear Information Hub, BNC, WNA, IAEA, ACNEN

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Breivik e a Noruega


Começo por dizer que já li uma parte importante do manifesto de Breivik e concordo com quase toda (discordo bastante da parte sobre o feminismo) a análise que faz, relativamente ao marxismo cultural e à ameaça islamista.
Quanto ao racional da sua acção, eu não seria capaz de fazer aquilo que ele fez, nem acho que tenha atingido algum objectivo pretendido, mas o racional existe, num país onde o terrorismo anti-judeu tem sido galardoado com prémios Nobel (Arafat) e cujo governo esquerdista mantém normais relações com grupos terroristas como o Hamas.
Breivik, como todos os noruegueses, está imbuído de uma cultura, omnipresente no seu país, segundo a qual o acto terrorista é aceitável, e até o meio ideal para passar uma mensagem.
Como se chegou a isto?

A Noruega é, desde há alguns anos, um dos piores inimigos de Israel. A elite política, cultural, académica e mediática destila um claríssimo ódio pelos israelitas e um mais camuflado (mas que por vezes aflora) ódio pelos judeus.

O seu MNE, Jonas Gahr Støre, conhecido por defender o multiculturalismo entre cristãos e muçulmanos (mas não entre estes e os judeus), tem-se encontrado amigavelmente com Khaled Mashaal, líder do Hamas. Há tempos prefaciou até um livro de dois médicos noruegueses da extrema-esquerda, (Mads Gilbert e Erik Fosse) que estiveram no Hospital de Shifa (Gaza), durante a operação Cast Lead, no qual acusam os judeus de terem lançado a operação expressamente para matar mulheres e crianças. No mesmo livro não existe uma única menção ao facto de o QG do Hamas estar justamente situado nos andares inferiores do hospital, facto que não podia passar desapercebido aos noruegueses.

O mesmo MNE que, ainda há menos de 1 ano, se passeou por Damasco, patrocinando uma exibição de cartoons anti-israelitas de um artista norueguês.

O racional de Breivik para o ataque a Utoya, era o de que na ilha funcionava um campo de doutrinação, uma espécie de Hitler Jugend, ou Mocidade Portuguesa, no qual crianças e adolescentes eram endoutrinados no marxismo cultural e no ódio aos judeus.
Desconheço se isso era verdade, mas é um facto conhecido que no dia anterior ao massacre, o próprio MNE falou sobre o "muro" israelita, o "bloqueio ilegal" a Gaza, a "flotilha da liberdade" e outras pérolas do palavreado com o qual a esquerda europeia traveste e expressa o velho ódio ao judeu.

Há tempos, o autor de um excelente livro de filosofia, o norueguês Jostein Gaarder (O Mundo de Sofia), demonstrava perfeitamente a dimensão desse ódio ao fazer publicar no maior periódico norueguês um artigo de opinião onde comparava Israel aos taliban e sentenciava que Israel não tinha o direito de existir. O artigo provocou um aceso debate,no qual praticamente toda a elite norueguesa se perfilou na defesa de Gaarder.
É também suspeitada a enorme dimensão do apoio financeiro norueguês a grupos palestinianos e a NGO que lutam pela deslegitimização do estado de Israel.

Em resumo, num país que premeia o terrorismo, que apoia, ajuda e se passeia de braço dado com organizações terroristas, não é de estranhar que o acto terrorista pareça o melhor caminho a um norueguês descontente com a orientação da sua elite política.
Pois se essa elite ouve os terroristas por eles cometerem o acto terrorista, ouvi-lo-ia a ele, agora também um terrorista, poderá ter pensado Breivik.

E aqui é que acho que se enganou. A elite esquerdista norueguesa não o ouvirá, irá suprimir a sua mensagem e irá tornar ainda mais dificil, senão impossível, o debate sobre os reais problemas escalpelizados por Breivik.

Porque ontem foi Domingo - The Rain Song (Led Zeppelin)


Se alguém quiser a tabelatura é só dizer. Tenho-a, salvo erro do tempo da Olga.

O muro - 50

sábado, 13 de agosto de 2011

Nivaldo Cordeiro - Multidão: propensão ao irracionalismo


Desculpem a qualidade de som, quando voltar à base vou tentar ajudar.

Não há mais perfeita exclusão

O que aqui espanta não é que o aluno que está no 8º ano não saiba que França não é uma cidade de Portugal, que não consiga ler uma palavra e que não saiba quando nasceu. O que espanta é a prosa tresandando a "integração" da entrevistada ...



Via O Insurgente

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Os esquerdalhos indignácaros convidam à barbárie (5 Dias)

O cérebro luso de um ainda incipiente terrorismo luso. Estes indigácaros constituem-se no norueguê (versão sem tomates) para aparecerem como mentores, de pantufas, de algo que resultará, esperam, no cenário de morte e destruição da Noruega e de Inglaterra. É a confirmação que para eles o norueguês é um herói, embora tosco por ter sido incapaz de fazer o que eles querem fazer mas sem dar o corpo ao manifesto, sem dispor da horda de selvagens que eles, pacientemente, têm criado em estufas da mais absoluta ignorância.

Não esperavam criar homem novo, nem homem, nem novo. Esperavam aquilo que têm conseguido, desenvolver e manter acantonados em bairros de "cultura alternativa" os selvagens, as suas tropas de choque. Como Hitler, esperam tomar e transformar Portugal por uma nova blitzkrieg.

"É por isto que urge transformar Portugal numa nova Inglaterra." - afirmam

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Culpa ...

Comentário que aqui (entre outros) deixei:

"No mundo das ideologias que resultam na criação de bandos do hienas, a culpa é sempre da reacção a acções sempre crescentes de desafio à legalidade, à integridade física e de bens do cidadão que mesmo não tendo trabalho tenciona trabalhar.

No mundo das pessoas de carne e osso, a culpa é da tibieza ou mesmo militância com que se encara a formação de bandos de hienas como se "culturas alternativas" se tratasse."

LONDRES....

Este jovem indignado e vítima da sociedade de consumo sem meios financeiros para contrair casamento e formar família, encontrou uma solução provisória, que esperemos o possa acalmar durante algum tempo. O tempo que as autoridades britânicas necessitam para finalmente tomar as medidas necessárias para acabar com a rebaldaria, antes que a população britânica em armas se substitua à ineficaz polícia…

O Prof. Ramiro Marques tem pena de não ter escrito o artigo do Ed West no The The Telegraph sobre os motivos da escumalha londrina, e eu tenho pena de não ter escrito o excelente resumo que ele fez da coisa. Aqui vai aço:

Prof. Ramiro Marques

Gostava de ter escrito o artigo de Ed West publicado hoje no diário britânico, The Telegraph, para explicar a crónica falta de autoridade que assola os agentes de autoridade. Pior do que ausência de autoridade é a demissão e o medo de usar a autoridade.

O brilhante texto de Ed West procura fazer luz sobre as causas que estão na origem dos atos de pilhagem e destruição gratuita que varrem Londres há vários dias. O que Ed West quis explicar é por que razão se chegou ao ponto de as autoridades se recusarem a usar a autoridade legítima para fazer cumprir a lei, defender a propriedade e proteger a integridade física das vítimas. Podemos estabelecer um paralelo com a violência e indisciplina em algumas escolas de Portugal. É o que farei de seguida:

Há razões políticas, culturais e psicológicas que explicam a demissão do uso da autoridade por parte dos professores. Tal como por parte dos polícias ingleses.

Essas razões radicam em várias fontes: desde logo, a escola e a universidade, baluartes hodiernos do relativismo radical e do politicamente correto; depois, a educação parental, ela própria filha do relativismo; por fim, o ambiente cultural criado e veiculado pelos media, com particular destaque nas últimas quatro décadas, e que tanto afetou a psique e o caráter da maior parte dos professores atuais.

British people have mostly internalised this fear, usually adopting a Stockholm Syndrome liberalism; for example, I believe that the reason so many young teachers in inner cities are textbook liberals who blame various institutions and authorities for the bad behaviour of their pupils is because they physically fear those kids, and it is easier to side with the one you fear. In contrast the kids do not fear anyone in authority – not teachers, not churchmen, not policemen or army officers, and especially not fathers. That is because, in essence, the people in authority in Britain have abandoned that authority, for various psycho-political reasons.

Fonte: The Telegraph de 9/8/2011

Zoologia

Via Abrupto, um dos polvos locais: a Ongoing e respectivos inimigos figadais.

Destaco José António Pinto Ribeiro, um antigo militante das parvoeiras da "cidadania", "multiculturalismo", etc, foi ministro da cultura num governo Sócrates e é grande cavaleiro da Ordem da Liberdade. Grande moço forcado.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quanto tempo faltará ...

... para que a polícia inglesa comece a afinfar balas de borracha a cada gandulo que, de cabeça tapada, ponha as patas na rua? E balas reais em quem seja apanhado com cocktails Molotov ou arma na mão?

Estupidez governamental

A existência de troca-tintas é um problema endémico em Portugal.

É verdade que o presente governo foi empossado há muito pouco tempo, mas também é verdade que há canalhisses fáceis de "implementar".

Vejamos esta canalhice do ministro da economia.
"criação de um imposto verde (um imposto sobre as emissões de carbono)"
E com que fim?
"para melhorarmos a competitividade das nossas exportações"
E como? 
"Reduzindo as contribuições fiscais e sociais afectas ao factor trabalho" 
... e substituindo-as pelo imposto sobre o carbono, a pagar por todos.

Na verdade pretende-se aumentar a competitividade das empresas portuguesas indo ao bolso do cidadão - o que é coisa correcta (os portugueses ganham acida do nível de produtividade). O que não é correcto é não ter tomates para o afirmar, preto no branco, sem paranóias de coisa "verde".

A douta luminária afirma ainda:
"os subsídios e os apoios extraordinários que têm vindo a ser concedidos às eléctricas nacionais têm de ser gradualmente retirados"
Mas ao Financial Times refere:
“The rule of law is sacred to us.” (a lei é, para nós, sagrada)
Ainda bem que as leis são sagradas e que os contractos são para cumprir. Mas, não se tinha disso apercebido quando referiu que os apoios extraordinários teriam que ser gradualmente retirados? Ou pensava que os privados investidores nas eólicas avançariam para um negócio ruinoso sem a almofada do estado (leia-se impostos cobrados na conta da energia eléctrica - cerca de 50%) convertida em contracto e directamente entregues ao produtor de bicho "alternativo" e "renovável"?

Quando terá um governante tomates para afirmar que a "independência energética" (supostamente) implementada nos está a custar o dobro da dependência?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A Rosinha leva no pacote...




Afinal a crise não é só económica, é geral! Mas há compatriotas que não se deixam abater e aproveitam todos os buracos para ganhar algum.

A nossa compatriota Rosinha, por exemplo, faz das tripas coração e, com muito sacrifício e alguma imaginação, arranjou para cada orifício uma linda canção…

Se derem uma voltinha pelo YouTube, vão ver que a Rosinha leva no pacote, o gato lambe-lhe a passarinha, ‘inté’ arranjou um coveiro que lhe enterra enterra. E depois de todas estas atribulações ainda consegue apregoar com a boca cheia: eu chupo, eu chupo...

Estou curioso em saber o enredo que a Rosinha vai arranjar quando chegar à altura das orelhas, ou do nariz…

Doutas palavras de ...

... Elza Pais, Deputada e Doutoranda na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa na área da violência doméstica ..

... sobre a história das gravatas ...
O novo abolicionismo passou a ser um acto "que se poderá traduzir na emergência de novas masculinidades, essas sim fundamentais para mudar de paradigma".
O doutoramento, a ocorrer, vai traduzir-se numa mudança no paradigma de doutoramentos.

De Bussssh

Guantânamo - v2:
A Polícia norueguesa comunica que Anders Behring Breivik, o autor dos dois recentes atentatdos, não deve esperar um "interrogatório em demasia amigável", e lhe será aplicado um procedimento "mais duro". 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Maquiavel ou a Confusão Demoníaca

Gosto de ouvir Olavo de Carvalho.

Este vídeo foi gravado no lançamento do seu livro "Maquiavel ou a Confusão Demoníaca".

[Que acha, José Gonsalo? Suponho que a resposta seja difícil nestas linhas, mas ...]


[Só visionei até aos 30 minutos]

Primeiro a Shariah, depois a constituição

Há bairros no Reino Unido em que a lei primordial é a Shariah.

Islamic Muslim Immigration Destroying Sweden

Deporting Millions Of Muslims May Be Necessary - Geert Wilders

Austrália: Sharia em primeiro lugar

QSociety

Faroeste

Helena Matos no Blasfémias:
O último destes ataques teve lugar já neste mês de Julho de 2011, mas desde 2004 que em França se registam assaltos deste género a comboios. Quantas notícias tivemos em Portugal sobre estes ataques? Praticamente nenhuma.

[...]

À semelhança do que acontece com o terrorismo, também a imagem de bandos provenientes daquilo que os franceses designam como “cidades sensíveis” assaltando comboios não é compatível com aquilo que se convencionou noticiar sobre a Europa e com a imagem que os europeus têm da Europa.

Firth of Fifth (Genesis)

Este arranjo e interpretação são de abazurdir. Chiça, penico.


Não sei quem é o caramelo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Água, esse veneno

"Ambientalistas" são melancias: verde por fora, vermelho por dentro.

Não só o "nuclear" é espantalho dos melancias. Os "químicos" também.

Aproximadamente 75% do corpo humano é água que, ingerida em excesso, mata.

Por elemento e em peso (massa), o corpo humano é composto por 65% de Oxigénio e 18% carbono (que a primeira ministro da Austrália queria ver banido da alimentação por ser "um poluente"). Exactamente os elementos que compõem o Dióxido de Carbono (CO2).

A Sociedade Real Britânica de Química oferece 1 milhão de libras a quem aparecer com algo que consiga ser mantido nas mãos e que não seja químico.

Acordo é morte política de Obama

Nivaldo Cordeiro:

Sobre a Crise Económica Gerada pelo Endividamento

Para um bom entendimento sobre as consequências do endividamento na economia, e sobretudo nas economias sobre endividadas do ocidente, sugiro a leitura de três posts do Eduardo F. no Espectador Interessado;

- apesar da fúria anti-republicana dos comentadores da BBC e na CNN ontem à noite, o acordo alcançado 2af na Câmara dos Representantes está longe de resolver a questão do aumento da despesa e dos EUA;

- mais uma demonstração do fracasso que constitui o abandono do padrão ouro e a abertura das portas da desvalorização do dinheiro por governos com acesso fácil aos botões on/off das rotativas impressoras de papel com números e denominações monetárias. Note-se que o endividamento em moeda nacional é apenas um caminho mais longo para aceder à sala das rotativas. Hoje mesmo o preço do ouro está a bater records históricos;

- nunca é demais relembrar, a crise iniciada em 2008 está diretamente ligada ao excesso de crédito na economia desencadeado pela intervenção do Estado sob a forma de impressão de moeda, sob a forma de promoção do endividamento para financiar clientelas do Estado Gordo ou para financiar o consumo. A este respeito, relembro este entre posts (sim, sou eu a pôr penas no meu chapéu) numa altura em que a identificação clara do problema não era sequer ainda uma opinião em contra corrente.

Mais 10 anos de operação para uma central nuclear espanhola

"Para o período 2011-2021, o regulador da energia nuclear em Espanha aprovou, sem unanimidade, o prolongamento em operação da central nuclear de dupla unidade de Ascó."
Aqui.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Das públicas promiscuidades


Esse esqueleto não é meu XVIII

Custo do esqueleto: 5 submarinos.
Ainda a contas com a herança socialista:

Com a venda aos angolanos do BIC finalmente chega ao fim triste história do BPN (falta ainda a parte criminal que promete durar até à prescrição). Apesar das garantias das garantias de Teixeira dos Santos a nacionalização terá custado 2.4 mil milhões de euros aos contribuintes ao estado. O "abrantes" de serviço diz que foi um mau negócio. Refere-se à venda. Imagino que, para ele, o da nacionalização tenha sido excelente.

É abazurdente que os abrantes sejam sempre capazes de ver valor onde não há. Nem havia no momento da nacionalização nem no da venda. Ainda falta ajustar contas com as "entidades reguladoras". Enfim, coisas da social-e-parisiense-filosofia.

Actualização.
a dívida pública directa do Estado aumentou € 20.618 milhões,de € 151.775 milhões no final de 2010 para € 172.393 milhões em 30 de Junho

LA DOUCE FRANCE...





Parece que esta curta conversa na TV de Christophe Barbier, director do L’EXPRESS, acerca do famoso hambúrguer halal da cadeia de restauração Quick (versão francesa da Macdonald), deu muito que falar em França!

Christophe Barbier:

Esta peripécia do hambúrguer halal é muito séria e inaceitável que num restaurante não haja mais variedade. Sobretudo num restaurante de uma zona popular desfavorizada e para jovens estudantes. É inaceitável que uma prescrição religiosa imponha um tipo de alimentação a todos os cidadãos.


Ao caso dos restaurantes halal vem-se juntar o caso das burkas, dos minaretes - o problema é sempre o mesmo: como é que a Republica Laica deve resistir, como fazer respeitar a sua lei contra àqueles que tentam impor uma outra, baseada em prescrições religiosas, por vezes sinceras, a maior parte das vezes fundamentalistas, a maior parte das vezes nada mais é de que um Cavalo de Tróia de uma prescrição religiosa agressiva.


É preciso dizer não a esta situação. É preciso prosseguir este combate para ajudar os muçulmanos mais moderados a continuarem a integrar-se numa Republica aberta e generosa. É preciso proibir este tipo de comunitarismo.


Isto parece anedótico, mas é através destas pequenas derrotas na vida quotidiana - no restaurante, nos serviços sociais, aceita-se o véu, depois o nikab - que a Republica se definha gradualmente. Sejamos vigilantes…





Um deputado comunista francês que nunca mais vai ser convidado para a Festa do Avante…

Há dias o deputado comunista da região do Rhône, André Gérin, saiu dos trilhos ideológicos impostos pelo PCF e criticou em conferência de imprensa abertamente os irresponsáveis do seu partido e da esquerda em geral por apoiarem a política de imigração do governo, tornando-se cúmplices do grande patronato. Segundo ele - mas também segundo a Marine Le Pen – o governo Sarkozy nada faz contra a imigração ilegal, precisamente para poder manter os salários baixos. Na realidade ele afirma que a “imigração não é uma bênção para a França” e que já devíamos ter resolvido a questão dos clandestinos.

Vale a pena ouvir esta entrevista para a rádio sobre o Islão e problemas de integração em França e depois façam o favor de o apresentar a todos os camaradas que conhecem. Pode ser que esta nova linha correcta (mas politicamente incorrecta) de defesa dos interesses dos trabalhadores contra o grande capital, chegue finalmente aos ouvidos de Jerónimo de Sousa e do Louçã…



Alguns dias depois da declaração do deputado comunista André Gérin, mais um alicerce do politicamente correcto que se abate, desta vez na Córsega, com o comunicado do secretário-geral do Movimento Ecologista da Córsega Jean-François Baccarelli. Mais um que vai faltar na Festa do Avante…

La Corse est une Terre Chrétienne et elle le restera. C’est notre religion et personne ne nous imposera ni de la changer, ni d’en subir une autre. Chacun est libre d’avoir sa propre religion mais quand on vit sur une Terre Chrétienne, on la respecte exactement comme dans certains pays où on impose aux chrétiens et aux non chrétien de respecter la religion de celui-ci.

Si on veut s’intégrer dans un pays cela est possible, mais pour cela il faut accepter la culture d’accueil avec tout ce qu’elle compose : langue, histoire et religion.

(...)

Nous ne pouvons donc nier cette évidence. Par conséquent, il est plus que temps de le dire très clairement et sans aucune ambiguïté, OUI à l’accueil dans le respect comme dû à l’hospitalité.

Ceux qui veulent nous imposer leur culture et leur religion en Corse n’ont pas leur place. L’intolérance et l’intégrisme religieux n’est plus supportable. Pour preuve, à l’hôpital de Bastia, toutes les croix ont été enlevées dans les chambres. Et plus fort encore, il était question de transformer l’Église de Saint Charles en un autre lieu de culte.

A ce rythme, dans quelques années, le son des cloches de nos Églises sera prohibé.

(...)

Là, c’est une véritable volonté d’intégration.

Mais aujourd’hui ce n’est pas le cas. A chaque coin de rue, l’idéologie intégriste soulève le drapeau : nous sommes chez vous chez nous. Et nous devrions accepter cette croisade moyenâgeuse et bien c’est NON. La culture corse et l’humanisme chrétien sont les seules valeurs légitimes et multiséculaires sur notre île. Et quant au spectre de l’intolérance, lorsque la burqa, le niqab, la polygamie et la lapidation seront dénoncés par ces pays et qu’ils accepteront chez eux nos Eglises et nos prêtres, nous pourrons ainsi parler de liberté et de modernité.

La véritable intégration pour nous, c’est de respecter d’abord celui qui offre l’hospitalité. Accueillir, ce n’est pas de nier sa propre religion. L’intégration devrait être de respecter l’autochtone tout simplement.

(...)

Le mouvement écologiste de ce fait lance l’appel du 15 Juin aux corses pour la prise de conscience afin de sauvegarder cet héritage chrétien qui fait ce que nous sommes : des humanistes avec une identité qui a su nous guider depuis des siècles.

Pourquoi aujourd’hui cet appel écologiste ?

Nous considérons qu’il y a urgence face à la montée en puissance de l’uniformisation de la société insulaire qui chaque jour perd ses valeurs d’origine chrétienne catholique. La dépossession de notre religion ne peut être acceptée mais en revanche dénoncée et combattue avant de ne plus savoir d’où nous venons, ce que nous sommes, et quel avenir nous préparons pour les générations futures.

Cada país tem o seu massacre

No Aventar, Jorge (do Fliscorno), publica este ... desespero (via ... [não sei se deva]):

As balas são acessíveis, custam cerca de euro e meio por litro em qualquer gasolineira. As rajadas são traiçoeiras, feitas de ultrapassagens à segurança dos outros.

Dia após dia, cruzo-me com eles no asfalto de batalha. Têm pressa, mal podem esperar pelas importantíssimas insignificâncias que os esperam. Ontem encontrei um no IC19. Veio da esquerda, cruzou em diagonal três faixas, forçou a existência de um espaço à minha frente, para finalmente, já em cima do risco contínuo, enveredar por uma saída. Fiquei fascinado com tamanha proeza, plena de audácia e de destreza. No vídeo-jogo, em que aquele condutor vive, depois gastas as três vidas basta recomeçar. Mas na vida real que lhe parece ser estranha, game over traz sangue e lágrimas.

Cada país tem o seu massacre, seja pela mão de pessoa colectiva ou individual.

FLAMENGO 5 X 4 SANTOS Ronaldinho ofusca Neymar e comanda virada histórica na vila

A leitora Nausícaa, do Brasil, enviou-nos um "refresco".

Confesso que não percebe nada da actividade em causa que suponho ser ums espécie de jogo, mas tratando-se uma sugestão da Nausícaa, aqui vai.

Já agora, o link que ela enviou era este, mas o vídeo do link não está a funcionar. Pelo título, encontrei este outro.

Martinho da Vila - Batuque na cozinha (1972)