quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Querubins em pimenteiro


Carlos Pimenta, engenheiro e ex-secretário de Estado do Ambiente*, defende que deve haver concorrência no mercado dos combustíveis e está optimista quanto à liberalização do mercado da electricidade.
Mas que coisa tão gira. Aquele que está à frente da EDP renováveis, cujos preços exorbitantes de energia cobrada aos clientes são garantidos por legislação, preocupa-se porque nos sectores dos combustíveis ... não há concorrência.

Haverá alguma relação esta outra coisa esquisita, cuja utilidade é igualmente inexistente, e este surto de comichão de Carlos Pimenta?


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*Governo PSD - Cavaco Silva e posteriormente deputado ao Parlamento "Europeu" também pelo PSD onde muito galhardamente lutou contra a falta de respeito pela dignidade das galinhas e outros animais de capoeira não partidária.

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Para outras tiradas orgásticas da referida personagem seguir estes links:

Carlos Pimenta e a passagem

Referendo Irlandês a Lisboa

Se bem percebi

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Homens devem poder recusar paternidade

No Insurgente:


Discordo da proposta porque discordo da existência de um “direito a abortar” mas, no contexto do aborto livre, a lógica da argumentação parece-me fazer todo o sentido: Homens devem poder recusar paternidade
A lei portuguesa devia reconhecer aos homens o direito de recusar a paternidade de um filho nascido contra a sua vontade. A tese está contida na investigação A igualdade na decisão de procriar, defendida por Jorge Martins Ribeiro, no âmbito do mestrado em Direitos Humanos na Universidade do Minho.
Na óptica do investigador, é uma questão de igualdade. “Do mesmo modo que a mulher tem o direito legalmente reconhecido de abortar ou não abortar, perante uma gravidez não planeada, o homem deve poder decidir se quer ou não ser pai”, sustenta.
Desde 1967 que o ordenamento jurídico português (alicerçado no direito da criança a conhecer a sua identidade e ascendência biológica) impõe a obrigatoriedade de o Estado, perante o registo de um recém-nascido sem identificação do pai, desencadear uma acção oficiosa de paternidade, mesmo se contra a vontade dos progenitores. Neste âmbito, os presumíveis pais podem ser sujeitos a um teste de ADN e, sendo este positivo, à obrigatoriedade de perfilharem a criança. “Criou-se assim uma geração de pais à força”, sustenta o investigador, insistindo que, “do mesmo modo que um homem não pode coagir uma mulher a abortar, esta não devia poder coagir o homem a ser pai”. Quanto ao superior interesse da criança, “um sistema que permite o não nascimento por via de um aborto também pode permitir o nascimento sem atribuição da filiação paterna”.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Thomas Sowell - The Quest For Cosmic Justice

There are two conflicting concepts of justice. One is unattainable.
(1999 - Harvard Club, NY)



Minuto 12:23 -  [Minha tradução livre] - "De alguma forma, as pessoas que são apanhadas pela visão da justiça cósmica, são também vítimas porque após terem demonizado outras pessoas eles vêe-se impedidos de voltar à estaca zero e reexaminar as evidências e descobrir se aquilo que defenderam produziu o resultado que pretendiam ou outros, totalmente diferentes. Ficam fechados dentro da sua visão por haver demasiado em jogo que lhes permita pensar em algo diferente."

- Estás à procura de quê? - Não sei ... o meu capitão só me mandou procurar!

É muito interessante assistir a este espernear da justiça relativamente ao "desaparecimento" de documentos sobre a aquisição de submarinos no Ministério da Defesa.

Há perguntas que não podem deixar se ser feitas aos fiteiros:

1 - Demoraram meia dúzia de anos a dar a alarme?

2 - Estiveram a dormir este tempo todo ou precisavam justificar o banzé de um processo que não leva a coisa nenhuma?

3 - Fizeram desaparecer a papelada para poderem deixar uma acusação eternamente no ar?

4 - Não sabem mesmo onde pode ser encontrada a papelada?

....

Já agora, coisas giras sobre as quais a esquerdalha indignácara barafustou mas que 'parece', entretanto, ter-se esquecido:
Francisco Louçã "sugeriu" à Justiça que "procure nas 61 mil fotocópias" que Paulo Portas "levou para casa" quando abandonou a pasta da Defesa o contrato dos dois submarinos comprados à Alemanha durante o Governo PSD/CDS-PP. 
Já perceberam porque respondeu Paulo Portas, com aquele sorriso maroto, que estava de férias? Já perceberam porque não insistiram os "jornalistas", limitando-se ao frete 'do que parece mas não é'?

Fukushima, continuação do retorno à normalidade

Doses de radiação absorvida em Minamisoma abaixo da dose anual de radiação de origem natural.

Levantada ordem de evacuação.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Forças a(r)madas

Progressive organizations behind White House policy have crafted specific, second-term plans for President Obama to transform the U.S. Armed Forces into a social work-style organization designed to combat “global warming,” fight global poverty, remedy “injustice,” bolster the United Nations and increase “peacekeeping” forces worldwide.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Gerald Celente on Eurozone Reckoning Day and dropped charges for Goldman Sachs!

Buraco Obama vai despejar mais dinheiro

Obama quer agora despejar dinheiro por cima de tudo quanto é indústria. Quem lhe suceder ponha os olhos no que aconteceu pós Sócrates.

“I said, I believe in American workers, I believe in this this American industry, and now the American auto industry has come roaring back,” he said. “Now I want to do the same thing with manufacturing jobs, not just in the auto industry, but in every industry.
“I don’t want those jobs taking root in places like China, I want those jobs taking root in places like Pueblo.”

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Portugal: esquerda cripto-fascista


A esquerda é hoje, em Portugal, toda ela, uma só, apesar de separada por ódios mais ou menos tribais, clubísticos, de gang. Toda ela aspira ao poder total e, toda ela, pretende que o estado seja dirigente, timoneiro, dono do país, de todo o país. Toda a esquerda, não importa o gang, pretende viver com a democracia apenas até estarem reunidas as condições para acabar com ela, independentemente da fachada formal, consequentemente também a prazo. Mais, esta esquerda pretende que o país alinhe num esquema de governo mundial apoiado na ONU e pelo pretexto do homem ser culpado pela eminente destruição do planeta [... mas isso fica para outra altura].

A esquerda é cripto-fascista hoje para ser fascista amanhã e socialista depois, pretendendo a ditadura do proletariado, entenda-se, do seu auto-instituído proletariado, natural e forçosamente dominando a mão de ferro, incontornavelmente, quem se lhe oponha, pelo ferrete da acusação de "atentado aos mais elementares direitos civilizacionais". Nada que não tenha acontecido uma mão cheia de ocasiões nos últimos 100 anos.

Há hoje, como nunca, uma clivagem partidária entre a esquerda caceteira e fascista, e a direita mole, envergonhada, contaminada, auto-castrada. Apesar de talvez a mais clara clivagem esqueda-direita desde o 25 de Abril, à medida que a esquerda se tem revelado, a direita tem-se acobardado, apesar de, hoje, menos "social-democrata". O CDS é uma coisa indistinta, intragável.

À esquerda, o partido que se perspectiva chegar chegar ao poder, o PS, constitui-se marioneta e bombo da festa da pancadaria que as tribos concorrentes lhe desferem por "ceder aos desígnios da direita", preferindo projectar sobre as consequências das medidas que defende o fantasma "neo-liberal". Tendo sempre como fundo um socialismo mal explicado que "de rosto humano" já foi, o PS, entalado entre o socialismo que percebe de imediato inviável e uma ainda incontornável iniciativa privada, opta pela via fascista para o socialismo alinhando em todo o putrefacto caminho da fusão estado-privados, sempre convencido que 'controla'.

Na fusão, quer pelas malfadadas PPPs quer por protecção legal especial e directa a seleccionadas empresas, o PS tropeça no espelho que os seus, inevitavelmente infiltrados 'para lá' e ´para cá', algemando o governo, o estado e o contribuinte à perícia da coisa privada. Esta tentativa de fusão não é politicamente inocente porque, colocando as empresas de regime sob "protecção" estatal, o PS pensa poder vir a expandir os tentáculos do socialismo, por enquanto pela via fascista, acompanhando uma pretendida expansão dessas empresas por toda a economia e enquanto, paulatinamente, arreia a marreta da regulamentação controlada pelas ASAEs de fila nas restantes empresas, crescentemente debilitadas, algemadas, nacionalizadas em termos de decisão por via de imposta regulamentação e de proventos pela via do fisco. A perícia dos gestores das empresas de regime entrosados com os mais ferrenhos do partido, promitentes luminárias da coisa proletária, garantindo sucesso aos próprios estatela o país na inviabilidade económica do processo a que as outras tribos se apressam a aplicar o ferrete "ataque neo-liberal".

...

Na passada semana alguns casos espelharam bem esta estratégia. No caso da energia eléctrica, a implementação, pelo PS, do inenarrável processo "eólicas" de que resultou a mais imunda exploração dos proventos do trabalho do contribuinte e que estatelou o PS no passeio da fama por responsável pela barbárie económica que do seu "projecto de independência energética" resultou, vem reclamar que ... houve um falhanço da política energética!

No caso de Alqueva, projectado elefante branco que ficará, felizmente, na prateleira dos projectos "virtuosos" cuja implementação felizmente borregou, o PS vem querer saber junto da CGD, a razão da não atribuição de 1000 milhões de euros ao projecto, querendo ainda saber, dos promotores, porque razão não há condições como se, no presente estado de coisas, houvesse condições para uma megalomania daquelas. Diz o PS estar preocupado com o desemprego que dali resulta, dando, por um lado, a entender que alguma vez ali houve emprego (talvez promessas em forma de jobs for the boys) e, por outro, deixando claro que não sabe que um projecto falhado, apesar de dar emprego a uns quantos gera, sistematicamente, muitíssimo mais desemprego que emprego.

No terceiro caso, o da RPP solar, outro projecto megalómano em que o estado estava metido até às orelhas e que tresanda a investimento"virtuoso" e em que, não havendo dinheiro privado, havia "vontade política" para 'se' avançar com a despesa de ... 1000 milhões de euros, 128 milhões, para começar em projecto, assumidamente à conta do estado.

...

E que responde a isto a direita partidária? Basicamente nada. No mínimo, se quisesse começar a falar em língua de gente, teria que começar assim: "Esses filhos da puta, ..." ....

Yes ... she is

Relativamente a este outro post, tenho estado a ouver (aconselho, pelo menos a partir de 1/4), esta obra dos Yes, em boa medida interessante.

Aos 1:46:25 Rick Wakeman responde da forma mais politicamente incorrecta merecendo destaque (tradução livre): "A razão porque, apesar de dizermos que algo que nunca vai acontecer acabar por acontecer, deve-se ao facto de cada homem ter um lado feminino e cada mulher um lado masculino. Este é o nosso lado feminino e o que nos permite mudar de ideias".

James Hansen - still cooking the books

Clicar a imagem

Gaysismo e mentalidade revolucionária

No Ablogando:

"Texto de referência de Olavo de Carvalho, transmitido a 25 de Julho e 1 de Agosto de 2011"



Genesis - The Lamb Lies Down On Broadway

No fim dos anos 60 e anos 70, o rock evoluía para algo mais rebuscado, trabalhado, rico, sofisticado, apelidado de rock progressivo, sinfónico, etc*. Este The Lamb Lies Down On Broadway, como Selling England By The Pound e em boa parte, A Trick Of The Tail, a par, na mesma época, de alguns albuns dos Pink Floyd e Jethro Tull  foram, para mim, o pináculo dessa época. Os Emerson, Lake & Palmer e The Doors fizeram também obra, mas mas menos consistente. Os Yes, afirmam muitos, terão tido um papel igualmente importante mas eu ainda não consegui digerir esse assunto. De qualquer forma, o assunto por ali ficou sendo o panorama, desde aí, mais ou menos desolador.

Este género caracterizava-se por (traduzido da Wikipedia):
  • Alterações abruptas de tipo de compasso e acorde
  • Compassos assimétricos como 5/8 e 7/8
  • Ritmos muito complicados
  • Letras de temas recorrendo à fantasia e ficção científica
  • Albuns (discos completos) constituídos por uma secessão de trechos intrincadamente ligados
  • Instrumentos musicais pouco habituais
  • Canções organizadas fugindo ao típico arranjo verso-refrão-verso-ligação-refrão
  • Melodias inspiradas na complexidade da música clássica, jazz e tradições não ocidentais
  • Utilização de sintetizadores (antigos), efeitos de som e outras 'novidades'

Sobre a Obra


Album


Todos os albuns estão disponíveis, no Youtube e na sua forma integral (use a opção "Long (20~ minutes)".

*Houve e há, como nestes é de esperar, discussão à volta do mais apropriado nome de género a aplicar a cada caso. Os género dos Pink Floyd tendia, por exemplo, a ser considerado "psicadélico".

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Lord Monckton & Marc Morano expose phantom "climate refugees" & sea level rise


Buraco Obama não tem mesmo vergonha - Himmler não faria melhor

The Despicable New Ad From President Obama's Super PAC


FOX NEWS - Will Authorities Abuse Skype?



Traduzindo por miúdos, o Skype permitia que uma conversa pudesse ter lugar sem que o conteúdo fosse escutado.

O que este tipo de discurso oficial significa é que o algoritmo de encriptação do Skype será modificado de forma a que as autoridades passem, para além da informação sobre contactos (quem fala com quem), a ter acesso às conversas.

Se nos Estados Unidos estas coisas ainda vêm à tona, na "europa" tudo será feito pela calada.

Entretanto, há alternativas Open Source ao Skype.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

John Stossel - Real World Effects Of Minimum Wage

Sobre o salário mínimo.

Thomas Sowell - Our Intellectual-In-Chief

Da mania do canudo para todos.


Sobre Obama, a habilidade de chamar subsídio à não aplicação de mais imposto.
Sobre Obama, educação e educação em propaganda.
Sobre os iluminados que pensam saber como as coisas devem ser feitas.

John Stossel - Where The Jobs Are

O problema do ensino profissional e técnico-profissional.

Drawing back the Financial Iron Curtain to a Beautiful Anarchy w/Jeffrey Tucker!

John Stossel - Better Ideas In Education


California - Afterburner with Bill Whittle: Going Out of Business!


Robert Studley Forrest Hughes, 1938-2012


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sementes de Muralha

No Ablogando:

O socialismo de hoje pretende, em geral, que o estado tenha “influência” sobre todo um país e que, já agora, todos os outros lhe sigam as pisadas num movimento de internacionalismo solidário. O socialismo de ontem pretendia a mesma coisa com menos rodeios.

O fascismo alemão, deixando de lado as razões motivantes, queria a mesma coisa mas, a “influência”, clama-se SS. O estado central, comandado por Hitler, usava as SS para se assegurar que as suas ordens eram cumpridas, método naturalmente extensível aos que com ele trabalhavam para conseguir aquilo sobre que, evidentemente, teriam que prestar contas ao Führer. As SS eram a ferramenta que permitia ao estado mandar nas empresas sem nunca pôr em causa, directamente, a propriedade privada.

Socialismo e nazismo comungavam do desígnio de tudo controlar, um mais directamente outro menos. O nazismo obtinha melhores resultados porque, apesar dos empresários estarem sob ordens directas do estado, conseguiam o instável equilíbrio de manter as coisas a funcionar.

O novo socialismo, que tem empestado a “europa”, é muito parecido com o nazi mas gosta de se apresentar de pantufas. Quer mandar nas empresas, controlar os cidadãos e até mandar nos mercados de economia internacional. Não tinha, no entanto, usado de força para-legal, preferindo usar a própria lei.

Bruxelas é um ninho de fascistas, a comissão outro, o parlamento europeu o organismo amanuense.

Bruxelas é controlado por comissários não eleitos e que escapam ao controlo democrático, a comissão europeia é eleita à porta fechada e em lista única, e até outros dois espantalhos, um tal presidente e uma ministra dos negócios estrangeiros, aparecem no mesmo balcão por onde bem poderia passear-se Estaline.

Os órgãos que substituem as SS são as agências de verificação de cumprimento de regulamentação entre as quais a nossa ASAE é excelente exemplo.

As empresas têm donos mas estão extremamente limitadas na suja capacidade de decisão por regulamentação totalitária e opressiva, vigiada por uma parafernália de ASAEs. O fisco, por sua vez, directa ou indirectamente nacionaliza mais de 50% da pouca riqueza ainda criada.

Por volta de 2008 deu-se um passo que, pelo menos na Península Ibérica e EUA redundaram naquilo que agora parece claro: a existência de forças para-legais ou claramente ilegais mas que, por força de quem está no poder se tornam para-legais. O culto do líder assegurou o mecanismo de prestação de contas que na Alemanha de Hitler imperava.

Sócrates, Zapatero e Obama são, entre outros, três excelentes exemplos da tirania que se foi implementando e implantando.

Nos EUA tornou-se claro que Obama vai muito para além de presidente (não se sabendo, inclusivamente, quem é ele exactamente), e a sua actuação tem-se pautado por bruxedos de todo o tipo sempre escondidos em cortinas de propaganda ou simples embargo presidencial a documentação clarificante e em assuntos que em nada se relacionam com a defesa. O culto do líder a todos coloca ao serviço da causa. Em apoio aos seus desígnios recorreu da subida generalizada de impostos directos e indirectos, o endividamento como nunca galopante, a implementação de projectos grotescos e a regulamentação sufocante.

Em Portugal, o culto ao líder Sócrates foi mais que evidente, nem faltando o cognome de “querido líder”. Avançou na mistura e tentativa de comando estatal em empresas privadas (PPPs), aplicou com ênfase voluntarista a regulamentação de Bruxelas muito para além da funcionalidade original, fez explodir o nível de impostos, endividou o país até à raiz dos cabelos, e, sabe-se lá como, conviveu com uma espécie de para-serviços-secretos que parasitava os legítimos serviços-secretos.

Em Espanha, com Zapatero, tudo basicamente decorreu como em Portugal. O mesmo socialismo infiltrante instalado em empresas, os mesmos projectos disparatados, os mesmos impostos, o mesmo endividamento, e, ficou agora a saber-se, os mesmos para-serviços-secretos.

O socialismo solidário em que a “europa” parece ser pródigo, tentou passar à fase em que a legalidade será apenas o primeiro braço na muralha de aço.

domingo, 5 de agosto de 2012

Coisas do capitalismo - McLaren

Como os trabalhadores ganham a vida construindo carros super-caros e, ainda por cima, mais baratos.


E, reparem, a lata dos trabalhadores. Têm carros e tudo. 'Malandros', rosnarão os esquerdalhos, 'mas não são super-carros'. Não são super-carros mas não são Trabants, construidos nos paraísos socialistas onde os escravos trabalhadores nenhum carro podiam ter porque um Trabant, por aquelas paragens, era tão improvável poder ser comprado quanto no inferno capitalista um McLaren barato. Abaixo, de Trabant, só se fosse um par de patins.

NASA TV em directo - chegada do Curiosity a Marte

Actualizações, aqui.


Socialismo

Já se discute se a ausência de cadeira legal no carrinho dos pais pode ou não levar à perda da custódia.

Escolas de Valência preparam-se para cobrar 1,45 € / dia aos alunos que levem lancheira de casa para comer na escola.

San Bernardino, CA Declares Bankruptcy 3rd California City to do so & other U.S. Cities will Follow


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Onde levam as galinhas?

No Ablogando:

Parece que para os lados do Islão deixou de ser pecado levar onde levam as galinhas desde que se destine à nobre missão arranjar espaço para 'lá' meter (enfiar?) bombas que de outra forma não caberiam (será melhor dizer 'entrariam'?).



Os velhos cintos de castidade explosivos são hoje Cheap Thrills.

Este mundo está perdido. E se eles começam a gostar?

Marc Morano on 'Your World' on August 2, 2012


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Pat Condell: The ugliest newspaper in Britain




More scurrilous lies from the shameless Guardian
http://honestreporting.com/israel-made-me-beat-my-wife/

The Guardian's Jewish problem
http://cifwatch.com/2012/07/24/guardians-jewish-problem-paper-praises-extreme...

Guardian writer plumbs the moral depths
http://www.guardian.co.uk/world/2011/oct/19/israeli-lives-more-important-pale...

The Guardian's anti-Semitic explanation for the Shalit deal
http://honestreporting.com/the-guardians-anti-semitic-explanation-for-shalit-...

Guardian readers' editor on... averting accusations of anti-Semitism
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2011/nov/06/averting-accusations-of-a...

The Guardian acknowledges anti-Semitism... or does it?
http://honestreporting.com/the-guardian-acknowledges-anti-semitism-or-does-it/

How could the Guardian give a platform to a genocidal fascist?
http://hurryupharry.org/2012/06/12/how-could-the-guardian-give-a-platform-to-...

Hamas leader's op-ed enforces Guardian's anti-Israel message
http://www.algemeiner.com/2012/06/08/hamas-leader-haniyehs-op-ed-enforces-gua...

The Guardian turns the world upside down again
http://hurryupharry.org/2012/06/13/animus-and-inversion-the-guardian-turns-th...

Left-wing bias written in the BBC's DNA, says newsreader.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1349506/Left-wing-bias-Its-written-BB...

According to the BBC, Israel has no capital city
http://www.thecommentator.com/article/1424/according_to_the_bbc_israel_has_no...

Guardian editorial defends anti-Semitic preacher
http://cifwatch.com/2011/07/01/on-anti-semites-and-their-enablers-guardian-ed...

The Guardian and David Miller
http://www.spittoon.org/archives/11291

Islamophobia silencing Musilms?
http://frontpagemag.com/2012/bruce-bawer/islamophobia-silencing-muslims/

You can download an audio version of this video at
http://patcondell.libsyn.com/

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