segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Trampolinices

Guinote, um dos mais puros escultores da verdade, não gosta, sistematicamente, que lhe apontem quando mete os pés pela mãos, o que acontece quase sempre.

Quando se sente sem recuo, coisa frequente e, nele, fatal, usa a técnica marxista de reescrever a história apagando os meus comentários (Pimenta).

Eis o último exemplo (comentário nº 4), compare-se ao que ficou.

O comentário era este:
Cá está outro excelente exemplo daquilo de que há pouco o classifiquei.
O caro vai buscar exemplos de casos em que o referido tipo de problemas de põe de forma marcante mas, mesmo assim, tem a desonestidade de fazer a pergunta em sentido errado: pensa que alguém não muçulmano pondera ou se atreve a colocar os filhos num estabelecimento pejados de adoradores da sharia?

Voltou, entretanto,a apagar novo comentário (#7) que rezava assim:
Fica a confissão dos seus disparates em relação à adivinhação da minha identidade, fixação pidesca que o caro cultiva religiosamente, sempre curioso sobre se o escaqueira‐marxistas pertence às suas hostes ideológicas.

Já lhe disse várias vezes que estas lides não são para principiantes e muito menos para putos.
Pode enganar poucos durante muito tempo, muitos durante pouco tempo, mas não engana todos todo o tempo.

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