domingo, 22 de junho de 2014

Dos fascistas e da "saída do euro"

Sairemos do euro (ou ele deixará de ser a nossa moeda) se não conseguirmos acompanhar aquilo que ele implica, nomeadamente a produtividade e a despesa do estado.

A conversa da extrema direita/esquerda relativamente à saída de Portugal do euro, não faz qualquer sentido porque essa malta, defenda o que defender, está-se nas tintas para a verdade ou para a realidade. Uma e outra passam-lhes ao lado, o que lhes interessa é a estratégia subjacente ao que pretendem implantar, a saber, ou o socialismo fascista que mantém a propriedade privada mas pretende pôr e dispor dela a seu bel-prazer, ou, simplesmente, 'prescinde' dela decretando o seu fim.

Claro que, entretanto, por pano de fundo temos a doutrina basicamente fascista da komissão europeia, que em tudo mete o nariz e tudo tem regulamentando pretendendo assim continuar. A sanha reguladora da "europa" já deixou tudo e todos no limiar da paralisia. Qualquer coisa que funcione é susceptível de, algures, levantar protestos (alguém dirá que a vantagem conseguida por alguma qualquer empresa funcional lhe trás inconvenientes por qualquer razão exógena) havendo necessidade(!) de estabelecer o paraíso da morte, tudo regulando até que seja irrelevante que alguém tenha uma ideia.

Quando um socialista fala verdade é pura coincidência de quem nem se apercebe nem com isso está ou estará preocupado. E diz amanhã o contrário do que disse hoje afirmando que essa nova posição foi a que sempre teve.

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