domingo, 6 de julho de 2014

Do nunca arquivado desígnio da esquerda: a ditadura do proletaraido

É este, hoje, o desígnio da esquerda, o desígnio do PCP, do BE e do escarro PEV.

É este hoje o destino do Brasil, aparentemente já dificilmente reversível.

Quanto ao PS e em particular o PS-BE, o destino é idêntico mas por via do fascismo: não nacionalizar a propriedade privada (os meios de produção como a esquerda comunista gosta de lhe chamar)  mas controlar toda a economia por via de impostos que retiram ao privado quase todo o lucro, regulamentar ao ponto de retirar ao privado quase toda a hipótese de ter uma ideia e seringar nas escolas o conceito pelo qual o indivíduo deve aceitar graciosamente que o colectivo deve ter prioridade face ao individual.



Ainda quanto ao PS, uma das formas com que pretende perpetuar-se no poder é pela via da 'dádiva'. Dar e distribuir ao ponto de tornar os eleitores dependentes da 'dádiva' para sequestrar o seu voto tornando virtualmente impossível às oposições que não pensem da mesma forma (oposições mas não em ideologia) o acesso ao poder.

Os magalhães foram o mais claro ensaio, rendimento mínimo outro.

Neste último caso, as toupeiras marxistas instaladas no sistema trataram de o aplicar a todos, a torto e direito procurando enquadrá-los em retorcidas interpretações da legislação (o TC faz hoje o mesmo relativamente à constituição). Este tipo de coisa é para eles um "desígnio moral e ético".

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