quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Nunca os nazis ...

... se lembraram desta.
NYU Professor: To Stop Climate Change, We Must Genetically Engineer Humans – Make Shorter, Induce Allergies to Meat & Medicate to Create ‘Empathy’

Dos supremos decisores em matéria "ambiental"

Eu quero ver se entre a possibilidade dos carros trabalharem com o software "bom" mas que consome mais e o software "mau", que consome menos (mas faz mais NOx), não vai florescer a 'indústria' de upgrades para a versão apropriada de software na óptica do dono do carro.

A partir de hoje, com ou sem actualização, todos os carros andarão com a versão que consome menos e irão às inspecções com a que consome mais mas produz menos NOx.

Abriu-se uma nova frente de batalha idêntica à da pirataria da música, nos CDs DVDs, etc, que nunca foi nem será ganha pelos "donos da bola".

Gostava ainda de saber quantos donos de carros se dirigirão voluntariamente à VW para instalar a versão "boa" e quantos se oporão a que ela seja instalada.

sábado, 26 de setembro de 2015

A anedota do carvão climátio asiático

É assim que se enxofra e os idiotas ocidentais da luta contra o "aquecimento global" proclamam ter conseguido uma vitória na China enquanto ... não se pode fazer o mesmo no Ocidente porque temos que gramar as ventoinhas de derreter dinheiro.

"The argument appears to be, the coal plants will be built anyway – so when Japan finances the construction of high efficiency supercritical coal generators, rather than the smoky low efficiency units which would have been constructed without their financial help, they should be allowed to count the difference in emissions between the high efficiency units which are built, and low efficiency units which could have been built (up to a 50% reduction per plant according to the IGCC) as a contribution to reducing CO2 emissions – even though as the new plants come online, it seems likely that overall global CO2 emissions will actually surge."

Entretanto ...

A língua das abelhas está a encurtar por causa do ... "aquecimento global"!!!!!.

domingo, 13 de setembro de 2015

"Os taxistas têm razão"


Têm, têm, têm ... O omnipresente "têm". Pena é que o tonto não perceba que os taxistas não pretendem deixar de "ter", mas que o mesmo seja aplicado aos outros.


Já terá ocorrido à sinistra e fascista figura que os clientes da Uber têm capacidade para decidir em que carro entram e em quem confiam?

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Refugiados?

Por que continuam os dirigentes "europeus" a mentir olimpicamente (como comunistas) relativamente aos "refugiados"?

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Dass luminárias do código da estrada

A nossa lei é feita por cretinos que:

1 - nunca olharam para as rotundas que são construidas
2 - "pensam" que todos têm que saber quantas saídas há antes daquela em que se pretende sair.
3 - nunca olharam para a confusão de faixas, cruzamentos, bifurcações etc, que há imediatamente antes e/ou depois das rotundas.

Há rotundas que têm apenas duas vias lá ligadas.

Há rotundas que têm 7 vilas lá ligadas

Há rotundas em que não se percebe se 'aquela coisa' é uma saída, uma saída independente de uma entrada, duas saídas ou duas entradas.

Há rotundas em que há 'braços' de entrada/saída, outras apenas de entrada outras de saída. As de entrada contam como saídas?

Os mesmos cretinos continuam sem explicar quem é o responsável caso se dê um acidente dentro da rotunda em que um dos caros esteja sobre a linha descontínua para atravessar.

E há aquela pergunta que eu gostava de ver respondida decentemente? Quando um condutor não sabe onde está a saída e percebe que entrou mal, que faz? Dá mais uma volta? Faz marcha atrás? Se der mais uma volta, de certeza que não fica ainda mais confuso sobre a saída onde deve sair?

E, em caso de acidente, recorre-se a imagens de satélite para demonstrar quantas onde entraram ambos os carros?

Como se faz quando uma rotunda tem 3 faixas e as entradas e saídas apenas uma?

Como se faz quando uma rotunda tem uma faixa e as entradas e saídas duas faixas?

Como se faz quando o nº de faixas de entrada e saída varia ao longo da rotunda?

Como se faz quando, numa saída, uma das faixas está separada da outra por um traço contínuo e acto contínuo, têm destinos diferentes? Cada faixa é uma saída? Como se conta, então, o nº da entrada onde se entrou?

E, finalmente, quem tem tempo para pensar nesta merda toda?