domingo, 13 de dezembro de 2015

A baleia moribunda

Já se aperceberam do ambiente pré-derrocada que se respira na "europa"?

Os Nórdicos a caminho de uma qualquer guerra civil com os islâmicos.

A Alemanha zangada com Merkel por causa dos "refugiados" e a fugir para os partidos de direita.

A Grécia em palpos de aranha entalada entre a mania de gastar o dinheiro dos outros e a necessidade de cumprir ordens de Bruxelas para aprende a gastar apenas o que tem.

A Itália ... uma sombra do que era.

A Espanha, barata tonta pejada de Zapateros e outros zenitais idiotas.

Portugal com os resquícios da 1ª república no poder.

Inglaterra a caminho de dar o grito do Ipiranga face à EURSS.

A França acordando de um regime "democrático" suicidário e desejosa de demolir Bruxelas..

Entretanto, nos EUA, desponta Trump, empresário sem as teias idologico-marxistas de Obama e sus muchachos, e sem se deixar enredar na contaminação que os progressistas têm conseguir aplicar aos republicanos. Capaz de reciclar todos os instalados do politicamente correcto e de relançar os EUA em crescimento exponencial, faz tremer toda a "europa" receosa que se perceba ainda melhor que é uma baleia moribunda.

Isto ainda vai acabar bem mas depois de acabar mal.

Full Video: Sen. Cruz Climate Science Hearing




Aquecimento global

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Trump: Reagan II

Seria muito interessante de Trump ganhasse as eleições para Presidente dos EUA.

Seria muito interessante que um empresário, capitalista, milionário, bilionário, zilionário, ganhasse as eleições para tratar do país à moda do capitalismo: cada qual que trate de si. Para governar como qualquer governo deve governar: tratar do essencial da justiça, defesa e segurança e, relativamente à economia, sair pura e simplesmente do caminho.

Mas, e o estado não deve "zelar" pela economia? Deve. E a melhor forma de zelar por ela é sair do caminho fugindo dela a sete pés.

Mas, e um empresário a mandar na política? Bem, não quiseram fazer do estado o timoneiro da economia? Ninguém melhor que um empresário para o fazer porque ninguém melhor que ele sabe que, pela economia, basta que o estado fique longe dela.

Uma boa medida inicial seria acabar com a nefasta influência dos bancos centrais na determinação da taxa de juro.