sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Partido liberal? II

Há um espaço para que um partido (liberal) singre. O espaço. politicamente, vai pela conversa em que o país que pula e avança só existe fora do estado.

Tem obrigatoriamente que ser afirmado, sem papas na língua, que:

1 - A coisa pública não é a coisa estatal.
2 - Que a corrupção é sistematicamente directamente proporcional ao tamanho do estado.
3 - Que o estado é sistematicamente incompetente fora das suas zonas fulcrais: defesa, segurança, justiça.
4 - Que é o estado quem tem que responder pelos maus negócios com privados porque vota-se para a AR e indirectamente para o governo do estado e não se vota para empresas
5 - Que o estado não deve ter planos para o país que não passem por tirar o estado do caminho do país.
6 - Que compete aos governos, primordialmente, governar o estado e não o país.

Como dizem o ingleses, o feno não precisa de regulamento para que cresça. Precisa apenas que lhe retirem os calhaus de cima.

Enquanto estas linhas gerais não estiverem na ordem do dia, Portugal continuará atascado até aos cabelos (se os houver).

Finalmente, que a "europa", na direcção em que evoluiu, se atascou, mutatis mutandis, nos mesmos vectores socialistas quanto Portugal.

Partido liberal?

Esta coisa é capaz de ser interessante.

Atenção à canzoada esquerdalha, lá estarei, seja com que nick for, para lhes dar nos cornos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Vigaristas: de fedor em fedor

Esta coisa do esquerdalho-indignácaro-vígaro primeiro ministro andar a marrar com o Governador do Bando de Portugal tem, para além da intenção de tentar silenciar quem revela a incompetência do presidente da geringonça, a mensagem à navegação de que se prepara para tratar à canelada quem não tiver papas na língua não o deixando martelar as contas do estado para delas retirar os virtuais dividendos que apenas os vigaristas conseguem ver.

O 44, quando chegou ao poder, e pelas mesmas razões, fez o mesmo com os juízes. Parecendo que estava realmente preocupado com o absentismo deles, estava a marcar terreno para conseguir implantar a corja de vigaristas que deixou Portugal na falência.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

“Corremos o risco de a Europa se transformar numa URSS sem KGB”

Mais um exercício de dialéctica marxista, um discípulo de Ana Gomes.

A "europa" é um komité de sabichões especialistas em determinar como deve ser a vida das pessoas. Sempre os socialistas alinharam em tudo o que era "mais europa", regulamentação asfixiante centralizada e "harmonização" de tudo quanto mexe ou esteja morto.

Perante a estagnação e o esgoto putrefacto em que a "europa" estacionou, já em pânico, parte dos tontos palacianamente acampados em Bruxelas inflecte para a direita (a dita, cuja sujeitos, na generalidade, nada de errado viram nos mesmos desígnios marxistas) e alguma "europa" socialista marxista fascistóide inflectiu 180graus numa contrariada tentativa de inflectir a derrocada (Hollande, por exemplo). E estes novos "entendidos" resolvem que, pelo menos, as contas são o que são e não resultam das tontas somas que os detentores de "multiplicadores" económicos pensam delas resultar.

... E aparece então um tonto (politicamente) a reclamar que a EURSS que eles montaram com tanto carinho, incluindo muitos organismos policiadores com excessivos tiques de KGB, se parece com a URSS sem KGB.

Pois meu caro cretino (politicamente), a "europa" parece-se em demasia com a URSS incluindo as ASAES e "autoridades" com os hábitos inquisitoriais da KGB exactamente por iniciativa dos mesmos idiotas (politicamente) que acreditam no socialismo: os socialistas.