terça-feira, 14 de junho de 2016

"Europa" o paraíso da traição política

Quando um político é eleito, recebe determinado poder político do eleitorado. Esse poder não pode por ele ser alienado a não ser a quem o elegeu. O poder não lhe pertence, é-lhe conferida apenas e temporariamente, a faculdade de o exercer.

Os, "acordos", tratados, convenções, etc, que alienam os poderes soberanos do povo português (como de outros em similares circunstâncias) sobre o seu próprio destino são uma aberração por que se trata de uma alienação do que não pertence a que os assina não permitindo a sua devolução no momento da demissão.

Para todo e qualquer efeito político prático, não havendo referendos ... é assim. A lei não é para aqui chamada e fica consequente e irremediavelmente posta em causa pela aberração criada pela traição política.

domingo, 5 de junho de 2016

Escola estatal: investimento em idiotas

A demonstração de que a escola estatal é a última escolha vê-se na necessidade dos kamaradas arrebanharem, para alguns, o dinheiro que deve ser gasto com todos.

A necessidade surge porque a generalidade dos pais e alunos começa a perceber que da dita cloaca se sai como se entrou.

O estertor da besta leva os políticos sedentos de eunucos a apaparicar os porcos da quinta dos animais onde serão gerados hordas de incapazes, eternos dependentes da esmola estatal e "bons" votantes.

Todos sabemos como isto acaba.

quarta-feira, 1 de junho de 2016