terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Sem comentários

Isto passa-se na América.

4 comentários:

  1. Não entendi, o-Lidador.

    O que pode-se ver é a policial revistando uma remanescente da ilha de Lesbos, mártir de Alá, disfarçada de freira, a qual viu frustrado seu plano de mulher-bomba, logo ali na alfândega, antes de pisar em solo profano estadunidense.

    P.S. - juro que estou sóbria.

    P.S. 2 - não sei se o p.s. acima contará ou não a meu favor. Mas, deixo assim mesmo como uma tentativa de alegrar, apesar destes tempos sombrios.

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  2. "O que seríamos sem os Brasileiros?"

    Digo-vos já, Carmo da Rosa, logo, logo, estará aportando na embaixada do Brasil, aí em Lisboa, para cargo especialmente criado para ele - adido policial - o doutor Paulo Lacerda. Por aqui fez brilhante carreira na polícia federal e, depois, fez a mais brilhantérrima direção da Agência Brasileira de Inteligência, aparecendo quase diariamente nas manchetes de jornais e tv, nestes últimos tempos. Sentistes o tamanho da coisa?!

    P.S. espero que o doutor Paulo Lacerda não passe pelo mesmo constrangimento frustrante da filistéia acima.

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  3. O-Lidador, Carmo da Rosa puxou o fio da prosa. Então...

    1. Impossilidade de saber-se o gênero dos nomes. Neste site, meu apelido já foi considerado masculino. Não sei do vosso apelido, portanto, também eu, adoto o gênero universal, dizendo...

    Caro Carmo da Rosa,

    2. "Desde os tempos das caravelas", ou "sabe-se lá quando" já que as primeiras faculdades de direito no Brasil foram instituídas em 11 de agosto de 1827 por ordem de nosso majestático D. Pedro I nas cidades de São Paulo e de Olinda, é comum tratar profissionais das letras jurídicas como doutores, inclusive aqueles que não conseguem registro na OAB para advogar.

    3. Sugiro rir mais um pouco com a foto neste endereço eletrônico http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2008/12/31/1241AC205.jpg/view
    Onde podereis conhecer a brima da filistéia disfarçada de freira. Na foto, a brima é aquela com o keffiyeh cobrindo a cabeça, mas com as pontas amarradas sob o pescoço.

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  4. O hábito, não faz o monge !!!

    ...e no entanto, ambas parecem muito devotas !!

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