




«Proposta de proibir comunismo na Constituição»
Pode-se não concordar, mas é coerente.
Espera-se que os que atacam ideia tão "ridícula" venham então a defender a liberdade de formação de partidos de carácter fascista, nacionalista ou apoiantes de qualquer outra ideologia proscrita na constituição.
Os caramelos da direita não seriam muçulmanos ou teriam sido, de imediato, executados. A 'reciclagem' seria, portanto, "compreensível".
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De facto há países da União Europeia onde é crime expressar ideias comunistas e expor os seus símbolos.
ResponderEliminarEu tb penso que não é boa táctica, mas se o fascismo não pode ser publicitado, porquê o seu irmão mais crescido?
Claro que os reflexos pavlovianos fazem salivar as récuas, mas a questão é pertinente e devia ser ponderada sem tabus nem lastros.
Acabei de ver João Jardim na SIC e a história que ele conta é diferente da veiculado, por exemplo, pelo Público.
ResponderEliminarO que ele propõe em 1º lugar, é que seja retirada da constituição qualquer proibição de ideologias. Alternativamente, se se entende que se deve proibir o fascismo, então que se proíbam simplesmente as ideologias totalitárias de esquerda ou de direita.
Aparentemente os jornalistas viram na coisa a proibição do PCP e o PCP enfiou a carapuça e desatou aos saltos. Jardim declarou que se o PCP desatou aos saltos era problema dele.
RoD:
ResponderEliminarO que passou nos canais públicos foi que AJJ sugeriu a proibição do comunismo.
Uma plena liberdade de expressão ditaria a ausência de proibições, embora, a proibir, se devesse incidir sobre todos os totalitarismos, pelo que a ideia não é descabida e é coerente, ao contrário do texto que actualmente vigora.
Mas, como diz o CdR, como fazer entender isto sem ferir susceptibilidades?
As diversas "récuas" salivam com suásticas ou com foices e martelos, conforme o espartilho ideológico que envergam.
Entretanto, o PCP, depois de espernear, teve uma militante sua, Margarida Botelho, a afirmar que o regime de Cuba é democrático...
Na prática, AJJ criou um factóide político e suscitou agitação de forma previsível, havendo, também sem surpresas, um relativo silêncio sobre a extinção do cargo de Representante da República e a criação de partidos regionais, as propostas por ele feitas e que apresentam mais conteúdo.
Há que reconhecer que o indivíduo é um hábil "incendiário". E existem carapuças que servem lindamente.
Cumprimentos à equipa e bom fim de semana.
O link não está funcional.
ResponderEliminarAqui vai:
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2821289.html