quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Isto está bonito...


Pedro Lomba foi dispensado, sem mais explicações, de publicar opiniões no Diário Económico na sequência da denúncia dos esquemas de controlo do sector financeiro por parte do Governo/Partido Socialista (aka maçonaria). Apesar do enfraquecimento parlamentar na sequência das últimas eleições, os silenciamentos como os de João Miguel Tavares , de José Manuel Fernandes e do Jornal de Sexta, vão continuar a acontecer. O totalitarismo versão "Terceira Via" veio para ficar. Já não tenho dúvidas que o Estado de Direito é uma fantasia em Portugal. Por aí não vamos lá.

PS: recomenda-se a leitura do post "Breve resumo de um golpe" no Ideias Livres.

5 comentários:

  1. Há muito tempo que os dirigentes do PS são parte da "cabeça do polvo" em Portugal. Basta ler o livro do Rui Mateus, "Contos Proíbidos", para se perceber isso. É uma história com muitos anos...

    ResponderEliminar
  2. Eu vou por aí.

    Na primeira república, "democrática", os "democratas" eram elites que naturalmente (para a época) estavam acima do cidadão comum.

    Parece-me que o PS herdou esse comportamento. Parece-me que o PS se vê como um grupo de acima do comum cidadão por direito próprio.

    ResponderEliminar
  3. "Pois a mim parece-me que são todos assim,"

    É verdade. E só não é verdade absoluta por pouca margem. Mas não tenha dúvida. A esquerda sente, nesta matéria, ter uma espécie de direito moral a comportar-se como porta.

    Claro que você pode argumentar que o PS não é bem esquerda. O que afirmo, é que à medida que avança para a esquerda a coisa piora.

    Mas de facto, até o PP é substancialmente intragável.

    As coisas em Portugal estão muito inquinadas.

    ResponderEliminar
  4. .. digamos que em Portugal, neste momento, nada é estratégico. Tudo é táctica política de curto prazo.

    .

    ResponderEliminar
  5. O João Miguel Tavares e o José Manuel Fernandes (!!!) foram silenciados?

    Não que eu tenha o menor interesse em defender alguém que nada me diz, mas havendo tanto por onde pegar em relação ao Sócrates, porquê inventar?

    ResponderEliminar