segunda-feira, 7 de junho de 2010

Estudo vincula fé com violência nos jovens muçulmanos

Por via de um comentário aqui deixado:
A propensão à violência nos jovens muçulmanos aumenta de maneira proporcional a sua religiosidade, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Criminológica da Baixa Saxônia (KFN) encomendado pelo Ministério do Interior.

O KFN realizou enquetes em 61 municípios alemães entre 45 mil estudantes em torno dos 15 anos a fim de constatar uma possível relação entre a religiosidade e a disposição à violência.

Enquanto entre os jovens cristãos a propensão à violência diminui conforme o grau de religiosidade aumenta, entre os muçulmanos ela sobe. O diretor do estudo, o professor Christian Pfeiffer, vê isso "não como um problema do Islã, mas da maneira como ele é transmitido na Alemanha".

Segundo o estudo, a maioria dos imames na Alemanha que pregam nas mesquitas não sabem alemão, permanecem pouco tempo no país, têm uma visão negativa da cultura europeia e fomentam estereótipos como o da superioridade do homem sobre a mulher.
(link)

17 comentários:

  1. É os putos "árabes" vão à "missa" todos os dias e por isso são violentos. O facto de viverem em ghettos é irrelevante. Pois, olha caro amigo, cá o fenómeno da violência não é com árabes é com pretos.
    Estudos e estatísticas, cada um encomenda o que quer. É o que se chama alabardar o burro à vontade do dono.
    Ide-vos catar.

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  2. Bom, aqui está um jovem muçulmano num intenso acto de fé.

    ”O director do estudo, o professor Christian Pfeiffer, vê isso "não como um problema do Islão, mas da maneira como ele é transmitido na Alemanha".

    LOL.

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  3. Temos de reconhecer a manifesta falta de sentimento religioso do professor e dos colegas.

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  4. Estudo vincula violência de fim de semana com realização de jogos de futebol; crescimento do número de cabriolets com aumento das temperaturas; consumo de morcelas com a existência de numerosas casas de pasto; crescimento da corrupção internacional com melhoria das qualificações linguísticas.

    Eu próprio conduzi um estudo que prova que o governo do tango é prejudicial para a saúde e, em alguns casos, provoca impotência.

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  5. Pronto não serão ghettos, chamemo-lhes aglomerados de zonas habitacionais.
    Agora misturados nas zonas mais chiques das classes eslavas, é que não estão certamente.

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  6. CdR:

    "Ghettos na Alemanha, Holanda, Bélgica, Dinamarca?"

    Pois. Só nos países muçulmanos não há guetos: tudo é gueto.

    Se nos "guetos" da Alemanha, Holanda, Bélgica, Dinamarca lhes cortassem as 'mesadas' ou os devolvessem por defeito de fabrico, e veríamos se vergavam ou não a mola. Até aprendiam a falar a língua dos indígenas.

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  7. Oh balhamedeus! Santo atraso mental. Deve ser das águas radioactivas, vindas de espanha, que fluem neste rio douro.

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  8. Problemas a ler a sua própria notícia, Porto? Mas você nunca vai aprender?

    Quanto ao mais, tudo na mesma. Estar um dia ou um ano sem passar por aqui é e-x-a-c-t-a-m-e-n-t-e igual.

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  9. "Problemas a ler a sua própria notícia, Porto? Mas você nunca vai aprender?"

    é melhor não, que fique como está, para não destoar do meio ambiente. ainda se pegavam e privavam os leitores destas reflexões...

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  10. Viva! Afinal nem todos os anónimos são do esquerdalho.

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  11. Oh rosa, só se fores da esquerda travesti!

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  12. não rosa tu es da extrema direita

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  13. é pa, isso não se diz ao rosa , rosa amigo nós estamos contigo

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  14. vamos la malta, não deixem o homem confuso a olhar para os dois lados

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  15. Numa linguagem religiosa, se foi o allah maometano que fez satanás, quer dizer que o allah maometano ainda é pior que o dito cujo, sendo o islão o super satanismo.

    Numa linguagem laica:
    maomé não apresentou nenhum documento de allah para justificar o que disse e fez.
    maomé fez tudo à maneira dos bandidos e dos piores, sendo o islam a inspiração para os piores banditismos.

    Em verdade, todo o islam é crime, seja em que lei for e se for pela lei do próprio islão, não têm a mínima salvação.

    Não há maneira, forma, ou feitio de os muçulmanos mais importantes, famosos, ricos, poderosos ou eruditos desmentirem que o islão é super satânico e super criminoso.
    Até já tiveram tempo de o fazer e não o fizeram.

    Quem souber um pouco do islão e não for total, completa e inteiramente contra esse super satanismo e inspiração dos piores criminosos, está conscientemente também a ser criminoso.

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  16. Eh pá, este Vaz não é o Camões, pois não?!

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