It is quite gratifying to feel guilty if you haven't done anything wrong: how noble! (Hannah Arendt).
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domingo, 18 de julho de 2010
Insolências
Os "especuladores" tendem a tornar-se insolentes quando as sociedades gastadores têm a insolência de lhes pedir dinheiro emprestado para pagar o juro dos empréstimos anteriores vencidos e não devolvidos.
JS: "Especuladores a emprestar dinheiro não é muito vulgar, mas isso é irrelevante."
Se não tem nada para emprestar é um teso como eu.
"Neste caso têm bom remédio - não emprestem mais."
Pois. É o que se passa e a esse torcer de nariz chama-se agora "ataque". Mas falta ainda uma coisa: falta que o "especulador" receba o que emprestou.
"Se fossem especuladores competentes não teriam emprestado em primeiro lugar."
Quem empresta não tem, regra geral, soberania sobre o que o que recebe faz com o dinheiro emprestado. Pode ter, nalguns casos (raia miúda), sobre os seus bens, mas isso não é o caso de que se está a falar.
Especuladores a emprestar dinheiro não é muito vulgar, mas isso é irrelevante.
ResponderEliminarNeste caso têm bom remédio - não emprestem mais. Se fossem especuladores competentes não teriam emprestado em primeiro lugar.
Chamarem palavrões uns ou outros é para os telejornais - se não processem em tribunal.
Mas claro, não penso que haja muitos especuladores a ganhar dinheiro se não tiverem conhecimentos ou poderes privilegiados.
José Simões
JS:
ResponderEliminar"Especuladores a emprestar dinheiro não é muito vulgar, mas isso é irrelevante."
Se não tem nada para emprestar é um teso como eu.
"Neste caso têm bom remédio - não emprestem mais."
Pois. É o que se passa e a esse torcer de nariz chama-se agora "ataque". Mas falta ainda uma coisa: falta que o "especulador" receba o que emprestou.
"Se fossem especuladores competentes não teriam emprestado em primeiro lugar."
Quem empresta não tem, regra geral, soberania sobre o que o que recebe faz com o dinheiro emprestado. Pode ter, nalguns casos (raia miúda), sobre os seus bens, mas isso não é o caso de que se está a falar.
Desta vez, esqueceu-se da ilustração.
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