Pelo exemplo de José Gonsalo, mando-lhes um aviso através do sepultamento do Jornal do Brasil, belamente relatado por Dora Kramer no tópico "último suspiro":
"Último suspiro. É consenso no meio jornalístico que jornais levam pelo menos uma década para morrer. Pois o Jornal do Brasil levou mais de três. De fato o JB não morreu ontem quando circulou sua última edição em papel.
Acabou mesmo em 2001, quando a marca foi arrendada por gente mais interessada em usar o jornal como plataforma de negócios.
Não podia dar certo. Se algum dia houve a ilusão de que o JB velho das melhores guerras poderia renascer, nunca houve empenho, propósito e competência para isso.
Daí não valer a pena agora a missa de corpo há muito ausente, esplêndido e insubstituível."
Pelo exemplo de José Gonsalo, mando-lhes um aviso através do sepultamento do Jornal do Brasil, belamente relatado por Dora Kramer no tópico "último suspiro":
ResponderEliminar"Último suspiro. É consenso no meio jornalístico que jornais levam pelo menos uma década para morrer. Pois o Jornal do Brasil levou mais de três. De fato o JB não morreu ontem quando circulou sua última edição em papel.
Acabou mesmo em 2001, quando a marca foi arrendada por gente mais interessada em usar o jornal como plataforma de negócios.
Não podia dar certo. Se algum dia houve a ilusão de que o JB velho das melhores guerras poderia renascer, nunca houve empenho, propósito e competência para isso.
Daí não valer a pena agora a missa de corpo há muito ausente, esplêndido e insubstituível."
Em
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100901/not_imp603412,0.php