Relativamente a este assunto,
Eu tenho dificuldade em concordar com esse tipo de análise (conteúdo).
Portas configura tudo isso mas também ele sabe que todos sabem que é essa a mais provável análise.
Eu,
parece-me que se tratou de dar corda à cavaqueira (não me estou a
referir ao PR) mantendo o essencial: este ano concorda, para o ano ...
falta 1 ano. Da mesma forma que ele justificou a manutenção das coisas
para este ano em função do presente estado de coisas, para o ano ...
logo se verá. Infelizmente a política portuguesa, por motivos que vão da
incapacidade geral em encarar a bosta em que se caiu à velha máxima
vivamos hoje que amanhã logo se vê (não se pode viver todos os dias como
se fossem o último e pretender-se viver o dia seguinte), ninguém
pretende lembrar-se hoje daquilo que foi dado como garantido pelas
oposições relativamente à solidez do governo há 1 ano atrás.
O "incidente" parece-me apenas folclore para manter a tinta a correr.
Muito
embora eu tenda a considerar este assunto como de relevância menor,
parece-me que quem mais atrapalhado ficou foi Almofadas Seguro.
A
"informação" em Portugal vive de encontrar nadas para tudo dizer sobre
eles. Parece que ninguém ouviu Portas dizer que a nossa soberania se
encontra, de facto, em mãos estranhas. Isso é política e
institucionalmente significativo vindo de um membro do governo e uma
grande alfinetada ao TC. Mas isto ... é mais do mesmo relativamente às
consecutivas alienações de soberania às mãos de Bruxelas. Pôr isso em
causa, trazer esse assunto à baila, não vai ao encontro do jornalismo
militante porque pode trazer à baila a EURSS em que nos encontramos
hoje, coisa bem pós-modernista e muito innn aos 'informativos' ideólogos
dos amanhãs que cantam, até mesmo quando eles nem sabem do que me
refiro. O que se infiltrou no DNA dessa gente passou a fazer parte do
seu sistema operativo e, para efeitos práticos, são favas contadas. A
porra é que a "europa" está economicamente de cangalhas e, quer eles
queiram quer não, não há amanhãs que resistam ao facto da procissão
ainda ir no adro.
Já é candidata a frase do ano:
ResponderEliminar"A "informação" em Portugal vive de encontrar nadas para tudo dizer sobre eles."
Porque, digo eu pelo meu lado, é uma frase que diz tudo sobre o nada que é a informação em Portugal.
Já é candidata a frase do ano:
ResponderEliminar"A "informação" em Portugal vive de encontrar nadas para tudo dizer sobre eles."
Porque, digo eu agora, diz tudo sobre o nada que é a informação em Portugal.