A fixação da esquerda em Bussssh e na guerrrrra é paradoxal.
Em África, comunidades dizimam-se mutuamente sem que a esquerda produza nem sequer uma vigiliazita, mesmo que pálida versão das que adorava e adora realizar à porta da Embaixada dos EUA.
Na África do Sul o ex-presidente Thabo Mbeki negou durante anos a existência de sida, sabotou campanhas a favor do uso do preservativo e, como se já não fosse imbecilidade suficiente, defendeu que o uso do preservativo tirava a tusa.
Da esquerda, novamente, silêncio sepulcral.
A esquerda encara os problemas de África como problemas lá entre eles – pretos. Acertos de agulhas de culturas alternativas. Assuntos sobre as quais ninguém deve opinar sob pena de ser considerado um agente da mais intolerável ingerência neo-colunialista.
A esquerda, racista ao mais alto grau, tem apenas dedo para apontar a Bussssh, justamente aquele que mais contribuiu para aplacar o mesmo tipo de ímpetos xenófobos e a mais manifesta intolerância religiosa islamita.
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