segunda-feira, 2 de maio de 2011
E Bin Laden não teve direito a psicólogas?
Surpreende que Buraco Obama, lança da velha europa no mundo novo, multilateralista encartado, prémio Nóbel da paz, tenha enviado a besta militar contra indefesos civis.
O comportamento de Bin Laden não era culpa do próprio mas antes resultado da sociedade dos interesses na qual ele foi vítima, quando criança, do roubo de um pastel de nata por um judeu americano.
Não fosse a influência de Bussssh na máquina de guerra americana e Obama teria certamente enviado psicólogas e assistentes sociais.
Só falta que alguém venha acusar Obama de calculismo eleitoral ou até, quem sabe, de ter aproveitado as revoltas no mundo árabe, apanhado-o de cu para o ar.
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PS: Islamabad não fica no Paquistão? Obama ordenou a invasão do Paquistão?
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Actualização: está confirmado. Houve mãozinha sionista.
quinta-feira, 3 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Buraco George Hussein Bush Obama - o messias
Entretanto, Obama, o vidente dos futuros risonhos, autoriza a entrada de raparigos nas forças armadas.
Ana Gomes deve estar com mixed feelings. Recordemos palavras suas:
1 - Obama, neo-con:
É que Guantánamo, tal como outras invenções da "guerra contra o terror" de George W Bush e dos seus cérebros neo-cons, alimenta o terrorismo que diz combater: como este artigo explica, a prisão serve como uma verdadeira escola de recrutamento e formação de quadros terroristas.
2 - Obama-o-trabalhador:
Uma semana depois de ter sido eleito Presidente dos EUA, Barack Obama e a sua equipa já estão a trabalhar no prometido encerramento de Guantánamo.
3 - Obama, prémio nóbel da paz e respeitador das "leis":
Mas a verdade é que, nas primeiras horas no cargo, Obama determinou a suspensão das comissões militares de Guantanamo, anunciou o início do encerramento da prisão e vincou a transparência e respeito pela lei que nortearia sua Administração.
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
A semelhança entre Reagan e Obama
Ambos trazem lágrimas aos olhos.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Discurso de Netanyahu no AIPAC
Tentarei pronunciar-me sobre os recentes desenvolvimentos na próxima semana.
A amizade obâmica
As declarações agressivas de Obama, Clinton e outros responsáveis da administração americana sobre Israel relevam, a avaliar pelo modo como batem no peito e protestam profundos laços, de um inovador conceito de amizade que se resume em:
Quanto mais te critico, mais amigo sou, provavelmente uma variante moderna do conhecido "quanto mais te bato, mais gosto de ti".
Este conceito de amizade é uma epifania e graças a ele passei a ver todo um mundo novo, nas relações internacionais.
Face a esta inovadora perspectiva, compreendo agora que a ONU, que condena Israel a torto e a direito é, afinal, o mais entranhado amigo do estado judaico.
E o UNHRC que, desde que existe, dedicou mais de 90% das suas deliberações a criticar Israel é, na verdade, uma agência sionista.
Isto sem falar no Irão, no Hamas, no Hezbolah e no Dr Miguel Portas que, pelo modo como atacam os judeus, são seus indefectíveis amigos de sangue.
Quando a Jordânia ocupou Jerusalém os judeus foram todos expulsos deste bairro e as sinagogas destruídas.
Após a derrota jordana, as coisas voltaram à normalidade até que a administração Obama decidiu expressar a sua entranhada amizade com Israel.
A amizade obamista não tem fim. Já antes se tinha manifestado com a Polónia, a República Checa, as Honduras, o Dalai Lama, etc, aliados a quem tratou a varapau, ao mesmo tempo que manifestava a inimizade total com Chavez, Castro, Putin e países islâmicos, dedicando-lhes pérfidas palavras amáveis e maquiavélicos gestos de respeito e compreensão.
Na figura, pode aliás ver-se Obama a manifestar violenta inimizade com o Rei Saudita.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Obama e o Estado da Nação
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A coisa está mesmo a ficar preta
| The Daily Show With Jon Stewart | Mon - Thurs 11p / 10c | |||
| Obama Speaks to a Sixth-Grade Classroom | ||||
| www.thedailyshow.com | ||||
| ||||
Quando estes quatro anos acabarem, Jimmy Carter vai subir um lugar no Top dos Melhores Presidentes dos EUA.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
O buraco Obama
Supõe-se que o vai atacar enviando assistentes sociais.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O atascado Obama
O pacífico recebe o prémio Nobel da Paz e entre o anúncio da coisa e o receber o prémio, decide (depois de meses de dura meditação, certamente) o envio de 30.000 homens para a guerra*.
Espera-se com a máxima expectativa a ida de Obama a Copenhaga. A cimeira está, entretanto, transformada numa ETAR.
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* Deve ser esta, finalmente, 'a' guerra justa.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
"Consenso ideológico" a caminho do fim?
"O meu primeiro contacto com a realidade do consenso Americano deu-se no final dos anos 60, quando atravessei a fronteira dos Estados Unidos e dei comigo no interior do mito da América. Não o da América do Norte, dado que o mito se detinha nas fronteiras com o Canadá e com o México, mas o de um país que, a despeito de fronteiras arbitrárias e de uma desconcertante mistura de raças e credos, podia acreditar em algo a que chamava a verdadeira América e emprestar a esta manifesta ficção todo o apelo moral e emocional de um símbolo religioso (...) Aqui o anarquista Judeu Paul Goodman repreendia severamente o Midwest por ter abandonado as promessas; ali um descendente de escravos Americanos, Martin Luther King, denunciava a injustiça como violação do espírito Americano; acolá desenrolava-se um infindável debate sobre o destino Nacional (...) os conservadores empenhados em varrer da rua os não Americanos, os historiadores da nova esquerda lembrando ao país a sua missão sagrada.
Nada, nos meus antecedentes Canadianos, me tinha preparado para este espectáculo (...) Deu-me algo de semelhante ao sentimento de admiração do antropólogo para com os símbolos da tribo (...) Para um Canadiano céptico, um gentio na terra de Deus (...) aqui encontrava-se um povo pluralista e pragmático (...) unido em torno de um consenso ideológico.
Permitam-me que repita esta expressão banal: consenso ideológico. Já que não foi a ideia da singularidade que descobri em 1968 (...) Eram centenas as seitas e facções, cada uma aparentemente diferente das outras, mas exaltando todas a mesma missão (...) a ideologia, neste sentido, talvez seja um conceito mais restrito do que os habitualmente associados à «América», mas é mais útil. Fala dos usos diários do mito (...) Assim, apesar de o consenso a que me refiro não ser uma medida daquilo a que os census-takers chamam sociedade, e não obstante a sua função ter sido a de mistificar ou mascarar realidades sociais, denota, todavia, algo de igualmente «real»: um sistema de valores, símbolos e crenças e uma série de rituais destinados a manter o sistema a funcionar".
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Teaching moments
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O Senhor do Mundo
Há 100 anos Robert Benson escreveu um livro que necessita urgentemente de ser lido e relido: O Senhor do Mundo
A personagem central de "O Senhor do Mundo" é um senador americano, de seu nome Felsenburgh, dotado de extraordinários dotes oratórios, um messias que sobe na adoração das massas cretinizadas, pelas promessas de paz mundial.
Felsenburgh anuncia a fraternidade universal e as massas rendem-se. Muitos choram de comoção, os rostos viram-se em adoração para o senador, como se na sua figura se concentrassem as esperanças do mundo.
Benson compara a adoração por Felsenburgh com a adoração a Jesus.
Um Messias, portanto!
Mas melhor, porque enquanto Jesus veio trazer a espada, Felsenburgh vem trazer a paz, enquanto Jesus é uma entidade que não aparece, Felsenburgh aparece aos olhos da multidão imbecilizada como um Deus real, um Salvador do Mundo de carne e osso, mas simultaneamente divino, a quem se atribuem prodígios.
O frenesim adorador das massas leva rapidamente à entronização de Felsenburgh como Senhor do Mundo.
E o Senhor do Mundo age.
No 1º ano decreta a paz..
No 2º ano decreta o fim da crise económica.
No 3º ano decreta inovações tecnológicas que colocam a Natureza ao serviço do homem.
No 4º ano soluciona o "problema religioso", decretando o fim de uma certa religião grotesca (cristianismo) que não aceita a sua divinização. Os seguidores desta religião obsoleta são pintados como perigosos delinquentes, pelo que o seu extermínio é vista como um bem público pela massa idiotizada, que o apoia com orgiástico entusiasmo.
Parece um "dejá vu", não parece?
E é.
Obama acaba justamente de ser entronizado como "Príncipe da Paz" por um grupo de idiotas e foi eleito para a Presidência dos EUA, apenas pela oratória esférica.
As suas características e as reacções imbecilizadas das massas são arrepiantemente iguais às descritas por Benson, há 100 anos.
Não falta sequer a caracterização que Benson faz da sua distopia, como um mundo "socialista" e "humanista".
Como acaba o livro?
Não digo...está disponível...leiam!



