Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de maio de 2011

E Bin Laden não teve direito a psicólogas?


Surpreende que Buraco Obama, lança da velha europa no mundo novo, multilateralista encartado, prémio Nóbel da paz, tenha enviado a besta militar contra indefesos civis.

O comportamento de Bin Laden não era culpa do próprio mas antes resultado da sociedade dos interesses na qual ele foi vítima, quando criança, do roubo de um pastel de nata por um judeu americano.

Não fosse a influência de Bussssh na máquina de guerra americana e Obama teria certamente enviado psicólogas e assistentes sociais.

Só falta que alguém venha acusar Obama de calculismo eleitoral ou até, quem sabe, de ter aproveitado as revoltas no mundo árabe, apanhado-o de cu para o ar.

....

PS: Islamabad não fica no Paquistão? Obama ordenou a invasão do Paquistão?

....

Actualização: está confirmado. Houve mãozinha sionista.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Buraco George Hussein Bush Obama - o messias



Entretanto, Obama, o vidente dos futuros risonhos, autoriza a entrada de raparigos nas forças armadas.

Ana Gomes deve estar com mixed feelings. Recordemos palavras suas:

1 - Obama, neo-con:
É que Guantánamo, tal como outras invenções da "guerra contra o terror" de George W Bush e dos seus cérebros neo-cons, alimenta o terrorismo que diz combater: como este artigo explica, a prisão serve como uma verdadeira escola de recrutamento e formação de quadros terroristas.

2 - Obama-o-trabalhador:
Uma semana depois de ter sido eleito Presidente dos EUA, Barack Obama e a sua equipa já estão a trabalhar no prometido encerramento de Guantánamo.

3 - Obama, prémio nóbel da paz e respeitador das "leis":
Mas a verdade é que, nas primeiras horas no cargo, Obama determinou a suspensão das comissões militares de Guantanamo, anunciou o início do encerramento da prisão e vincou a transparência e respeito pela lei que nortearia sua Administração.

terça-feira, 30 de março de 2010

Discurso de Netanyahu no AIPAC

Tendo em conta o artigo anterior do Lidador decidi colocar aqui o discurso que Netanyahu proferiu aquando da conferência anual do AIPAC:














Tentarei pronunciar-me sobre os recentes desenvolvimentos na próxima semana.

A amizade obâmica


As declarações agressivas de Obama, Clinton e outros responsáveis da administração americana sobre Israel relevam, a avaliar pelo modo como batem no peito e protestam profundos laços, de um inovador conceito de amizade que se resume em:

Quanto mais te critico, mais amigo sou, provavelmente uma variante moderna do conhecido "quanto mais te bato, mais gosto de ti".

Este conceito de amizade é uma epifania e graças a ele passei a ver todo um mundo novo, nas relações internacionais.

Face a esta inovadora perspectiva, compreendo agora que a ONU, que condena Israel a torto e a direito é, afinal, o mais entranhado amigo do estado judaico.

E o UNHRC que, desde que existe, dedicou mais de 90% das suas deliberações a criticar Israel é, na verdade, uma agência sionista.

Isto sem falar no Irão, no Hamas, no Hezbolah e no Dr Miguel Portas que, pelo modo como atacam os judeus, são seus indefectíveis amigos de sangue.

No exercício deste entranhado conceito de amizade, a administração Obama esforça-se por desencantar problemas onde à partida os não há, e vais mais além. Recentemente Clinton disse que a Argentina e o seu amigo, o Reino Unido, deveriam "conversar" sobre as Falkland. (provavelmente o Reino Unido, deveria aderir a este novel conceito de amizade e sugerir que os EUA deveriam "conversar" com o México a propósito da Califórnia, etc).

Com Israel, a amizade é infinita. Recentemente a Administração Obama lembrou-se de reafirmar a amizade pronunciando-se sobre um bairro israelita onde vivem 20 000 judeus e que jamais foi palestiniano, nem estes alguma vez o reivindicaram (Ramat Shlomo).

Quando a Jordânia ocupou Jerusalém os judeus foram todos expulsos deste bairro e as sinagogas destruídas.

Após a derrota jordana, as coisas voltaram à normalidade até que a administração Obama decidiu expressar a sua entranhada amizade com Israel.

A amizade obamista não tem fim. Já antes se tinha manifestado com a Polónia, a República Checa, as Honduras, o Dalai Lama, etc, aliados a quem tratou a varapau, ao mesmo tempo que manifestava a inimizade total com Chavez, Castro, Putin e países islâmicos, dedicando-lhes pérfidas palavras amáveis e maquiavélicos gestos de respeito e compreensão.

Na figura, pode aliás ver-se Obama a manifestar violenta inimizade com o Rei Saudita.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Obama e o Estado da Nação

Um ano depois da entronização do novo Salvador da esquerda mundial, do Messias que vinha salvar o Terra e trazer a paz e a "change", do ídolo que fazia babar jornalistas e políticos, incluindo Mário Soares, o mundo não parece ter mudado por aí além e os crentes começam a esmorecer na devoção.
Ontem Barack Obama, o Escolhido, foi ao Congresso americano dar conta das razões pelas quais não se concretizaram os milagres e as maravilhas prometidas.
E o que se conclui é que não alcançou praticamente nada do que prometeu nos arrebatamentos de uma retórica inflamada e propulsada a teleponto.
Tendo-lhe caído em cima a marreta do mundo real, tentou sacudir a água do capote, culpar os adversários e prometer mais milagres. Em síntese, o que todos fazem, desde José Eduardo dos Santos a José Sócrates, passando por Mugabe, Chavez , etc. Nem nas tácticas se lobriga qualquer "change".
O ano foi mau para Obama e não parecem vir aí melhores dias. Lá para o fim do ano há legislativas parciais e o risco de perder a maioria é real. Infelizmente são os americanos que votam e estes, contrariamente à embasbacada esquerda europeia, insistem em não divinizar o Chosen One. (Como toda a gente sabe, "os americanos são estúpidos", axioma que faz parte das tábuas da lei do verdadeiro esquerdista.)
As reformas emblemáticas que prometeu, atolaram-se na sua hubris.
Guantanano continua aberta (e bem, na minha opinião), o terrorismo voltou a assomar a cabeça no heartland americano, a economia não descola, os déficites são os maiores de sempre, o clima arrefece em vez de aquecer, e o Afeganistão não vai acabar bem, sobretudo agora que Obama explicou aos talibans que só têm de aguentar até uma data precisa.
Aqueles que ele pensava serem inimigos do Bush, mostram que, afinal, são, como sempre foram, inimigos da América e das ideias em que assenta, e estão-se nas tintas para os seus gestos amigáveis, pedidos de desculpa e ridículos salamaleques.
O Irão continua imperturbável, Chavez idem, a Coreia do Norte some e segue, Cuba coça os tomates, a Rússia vai recuperando a sua zona de influência, etc.
Pensava apaziguar os inimigos do Bush, criticando os amigos, e apenas conseguiu perder aliados.
Israel não confia em Obama, a Polónia e a Republica Checa foram tratadas como peões, as Honduras deixadas sozinhas perante Chavez e sus muchachos locos.
As suas invectivas contra os "políticos de Washington" são populistas e patéticas, como se ele não fosse politico e não estivesse em Washington.
O inaudito ataque contra o Supremo Tribunal fez estremecer até às fundações o edifício do poder, sobretudo porque foi exactamente ele, Obama, quem, nas eleições que ganhou, encaixou e gastou uma quantia inédita na história eleitoral americana, por ter renunciado a manter-se nos limites do financiamento federal.
O caminho de Obama está a afunilar e aproxima-se um momento em que, ou se modera, assume o realismo e tenta ser politico, ou foge para a frente, veste-se outra vez de pregador e corre na perseguição da utopia.
Se for por aqui, o que resta do seu mandato vai ser penoso. Para ele, para a América e para aqueles que entendem que a América é importante no mundo.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O buraco Obama

Obama, o profeta que a esquerdalha bajulou e continua a bajular (agora mais timidamente), o pacifista-mor a quem foi atribuído o prémio Nobel da paz, o homem que ia acabar com as guerras trazendo a paz ao mundo, o miraculoso capaz de trazer à boas por negociação multilateral todos os facínoras da terra, pretende atacar o Yemen.

Supõe-se que o vai atacar enviando assistentes sociais.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O atascado Obama

Não me ocorre dirigente político de peso que tenha conseguido atascar-se tanto nas suas próprias palavras e naquilo que ‘os seus’ vêm nele que Obama.

O pacífico recebe o prémio Nobel da Paz e entre o anúncio da coisa e o receber o prémio, decide (depois de meses de dura meditação, certamente) o envio de 30.000 homens para a guerra*.

Espera-se com a máxima expectativa a ida de Obama a Copenhaga. A cimeira está, entretanto, transformada numa ETAR.

-----

* Deve ser esta, finalmente, 'a' guerra justa.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"Consenso ideológico" a caminho do fim?


"O meu primeiro contacto com a realidade do consenso Americano deu-se no final dos anos 60, quando atravessei a fronteira dos Estados Unidos e dei comigo no interior do mito da América. Não o da América do Norte, dado que o mito se detinha nas fronteiras com o Canadá e com o México, mas o de um país que, a despeito de fronteiras arbitrárias e de uma desconcertante mistura de raças e credos, podia acreditar em algo a que chamava a verdadeira América e emprestar a esta manifesta ficção todo o apelo moral e emocional de um símbolo religioso (...) Aqui o anarquista Judeu Paul Goodman repreendia severamente o Midwest por ter abandonado as promessas; ali um descendente de escravos Americanos, Martin Luther King, denunciava a injustiça como violação do espírito Americano; acolá desenrolava-se um infindável debate sobre o destino Nacional (...) os conservadores empenhados em varrer da rua os não Americanos, os historiadores da nova esquerda lembrando ao país a sua missão sagrada.


Nada, nos meus antecedentes Canadianos, me tinha preparado para este espectáculo (...) Deu-me algo de semelhante ao sentimento de admiração do antropólogo para com os símbolos da tribo (...) Para um Canadiano céptico, um gentio na terra de Deus (...) aqui encontrava-se um povo pluralista e pragmático (...) unido em torno de um consenso ideológico.

Permitam-me que repita esta expressão banal: consenso ideológico. Já que não foi a ideia da singularidade que descobri em 1968 (...) Eram centenas as seitas e facções, cada uma aparentemente diferente das outras, mas exaltando todas a mesma missão (...) a ideologia, neste sentido, talvez seja um conceito mais restrito do que os habitualmente associados à «América», mas é mais útil. Fala dos usos diários do mito (...) Assim, apesar de o consenso a que me refiro não ser uma medida daquilo a que os census-takers chamam sociedade, e não obstante a sua função ter sido a de mistificar ou mascarar realidades sociais, denota, todavia, algo de igualmente «real»: um sistema de valores, símbolos e crenças e uma série de rituais destinados a manter o sistema a funcionar".

Sacvan Bercovitch, académico Canadiano que visitou os Estados Unidos durante os conturbados anos 60

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Teaching moments

Hillary Clinton foi a Moscovo ouvir o já habitual "nyet", à hipótese de a Rússia apoiar fortes e rápidas sanções contra o Irão, se a presente ronda de negociações não der em nada.

A Administração americana, animada das boas intenções que caracterizam os ingénuos e idealistas, acreditou que bastava fazer "reset", arvorar sorrisos e prodigalizar cedências, para que os seus inimigos figadais desatassem aos beijos.
Este tipo de gente nunca aprende, e tende sempre a acreditar que o facto de os outros não gostarem deles, é culpa do comportamento próprio, ou seja, os titulares da actual administração meteram na cabeça que o anti-americanismo é culpa da América, do Bush, enfim.

É o complexo de culpa à escala internacional, esta ideia peregrina e perigosa de que os outros não têm vontade própria e que apenas reagem a nós, pelo que se formos bons rapazes, se não lhe causarmos desagrado, então eles serão nossos amigos, seremos felizes e teremos muitos fllhos.
A velha, mas sempre repetida palermice do apaziguamento.

Obama cedeu em toda a linha face à pressão russa, no caso do sistema anti-míssil. Não hesitou em perder a confiança e a amizade dos amigos, para satisfazer um inimigo.
Meteu na cabeça que bastava fazer isso, para que os russos se apaixonassem e se apressassem a retribuir o gesto.

Acaba de viver mais um "teaching moment", ao ouvir o "nyet" russo.

Irá acontecer o mesmo com os problemas no Afeganistão, no Médio Oriente, na América Latina, etc, até perceber aquilo que já se sabe há muito: a cedência , a traição aos amigos, a cobardia perante os inimigos, nunca amolecem aqueles que se nos opõem.
Pelo contrário, tornam-nos ainda mais exigentes, pela certeza de terem pela frente gente fraca e naive.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O Senhor do Mundo

Há 100 anos Robert Benson escreveu um livro que necessita urgentemente de ser lido e relido: O Senhor do Mundo

A personagem central de "O Senhor do Mundo" é um senador americano, de seu nome Felsenburgh, dotado de extraordinários dotes oratórios, um messias que sobe na adoração das massas cretinizadas, pelas promessas de paz mundial.

Felsenburgh anuncia a fraternidade universal e as massas rendem-se. Muitos choram de comoção, os rostos viram-se em adoração para o senador, como se na sua figura se concentrassem as esperanças do mundo.

Benson compara a adoração por Felsenburgh com a adoração a Jesus.

Um Messias, portanto!

Mas melhor, porque enquanto Jesus veio trazer a espada, Felsenburgh vem trazer a paz, enquanto Jesus é uma entidade que não aparece, Felsenburgh aparece aos olhos da multidão imbecilizada como um Deus real, um Salvador do Mundo de carne e osso, mas simultaneamente divino, a quem se atribuem prodígios.

O frenesim adorador das massas leva rapidamente à entronização de Felsenburgh como Senhor do Mundo.

E o Senhor do Mundo age.

No 1º ano decreta a paz..

No 2º ano decreta o fim da crise económica.

No 3º ano decreta inovações tecnológicas que colocam a Natureza ao serviço do homem.

No 4º ano soluciona o "problema religioso", decretando o fim de uma certa religião grotesca (cristianismo) que não aceita a sua divinização. Os seguidores desta religião obsoleta são pintados como perigosos delinquentes, pelo que o seu extermínio é vista como um bem público pela massa idiotizada, que o apoia com orgiástico entusiasmo.

Parece um "dejá vu", não parece?

E é.

Obama acaba justamente de ser entronizado como "Príncipe da Paz" por um grupo de idiotas e foi eleito para a Presidência dos EUA, apenas pela oratória esférica.

As suas características e as reacções imbecilizadas das massas são arrepiantemente iguais às descritas por Benson, há 100 anos.

Não falta sequer a caracterização que Benson faz da sua distopia, como um mundo "socialista" e "humanista".

Como acaba o livro?

Não digo...está disponível...leiam!