sexta-feira, 24 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
"Europa" o paraíso da traição política
Quando um político é eleito, recebe determinado poder político do eleitorado. Esse poder não pode por ele ser alienado a não ser a quem o elegeu. O poder não lhe pertence, é-lhe conferida apenas e temporariamente, a faculdade de o exercer.
Os, "acordos", tratados, convenções, etc, que alienam os poderes soberanos do povo português (como de outros em similares circunstâncias) sobre o seu próprio destino são uma aberração por que se trata de uma alienação do que não pertence a que os assina não permitindo a sua devolução no momento da demissão.
Para todo e qualquer efeito político prático, não havendo referendos ... é assim. A lei não é para aqui chamada e fica consequente e irremediavelmente posta em causa pela aberração criada pela traição política.
domingo, 5 de junho de 2016
Escola estatal: investimento em idiotas
A demonstração de que a escola estatal é a última escolha vê-se na necessidade dos kamaradas arrebanharem, para alguns, o dinheiro que deve ser gasto com todos.
A necessidade surge porque a generalidade dos pais e alunos começa a perceber que da dita cloaca se sai como se entrou.
O estertor da besta leva os políticos sedentos de eunucos a apaparicar os porcos da quinta dos animais onde serão gerados hordas de incapazes, eternos dependentes da esmola estatal e "bons" votantes.
Todos sabemos como isto acaba.
A necessidade surge porque a generalidade dos pais e alunos começa a perceber que da dita cloaca se sai como se entrou.
O estertor da besta leva os políticos sedentos de eunucos a apaparicar os porcos da quinta dos animais onde serão gerados hordas de incapazes, eternos dependentes da esmola estatal e "bons" votantes.
Todos sabemos como isto acaba.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Foro de S. Paulo e tentáculos
Brasil, Angola, Portugal. Lula, lavajacto, lavagem de dinheiro, BES Porto, PS em Portugal e PT do Brasil, Lula/Dilma e Sócrates ...
Madeleine Lacsko e Prof. Rui Verde:
Tudo boa gente, tudo amigos do proletariado e inimigos dos "neo-liberais".
Madeleine Lacsko e Prof. Rui Verde:
Tudo boa gente, tudo amigos do proletariado e inimigos dos "neo-liberais".
domingo, 29 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
O mundo dos capitalistas abençoados pela esquerdalha
Como um capitalista se arma em esquerdalho para ganhar adeptos e dinheiro com a bênção dos esquerdalhos.
... ou, como diz Bill Whittle, como exibem a pesporrência de fazerem o contrário do que anunciam e com a bênção da esquerdalha.
É também muito interessante ver-se o cretino do Al Gore que tem uma casa de 2.700m2 e fala da pegada de carbono ou do pateta Leonardo diCaprio que voa 12.00Km no jacto privado para receber um prémio pela defesa do ambiente.
... ou, como diz Bill Whittle, como exibem a pesporrência de fazerem o contrário do que anunciam e com a bênção da esquerdalha.
É também muito interessante ver-se o cretino do Al Gore que tem uma casa de 2.700m2 e fala da pegada de carbono ou do pateta Leonardo diCaprio que voa 12.00Km no jacto privado para receber um prémio pela defesa do ambiente.
quinta-feira, 24 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
Nicolau Breyner - 1940-2016
E desapareceu um amigo com quem trabalhei mais de 10 anos. O mundo está a ficar deserto.
Nicolau Breyner e Vinicius de Morais, 1971
sábado, 5 de março de 2016
Dos "leberais preocupados"
Há por aí pessoal particularmente sensível à "preocupação" relativamente a Trump ser liberal ou não.
É, quanto a mim, uma preocupação selectiva, tanto quanto se "houve desvios" quando os governantes comunistas fazem chegar a respectiva coutada ao tão almejado destino.
"Trump vai fechar fronteiras". Não vai. Vai colocar barreiras substanciais a quem pensa poder entrar por ali dentro sem dar cavaco. A malta "sensível" parece ter deixado de perceber que anormal é o contrário.
"Trump não quer o livre comércio". Quer, mas primeiro está a liberdade dos americanos. A malta "sensível" parece ter dificuldade em perceber que é isso que se espera de um decisor político face ao seu próprio país.
Na EURSS parece ter-se tornado normal que quanto pior for o desempenho de um político face aos seus próprios, melhor. A prova está no espanto com que encaram as declarações de Schäuble face aos militantes caloteiros e aos inventores de países e economias zombie, economicamente estimulados pelos bancos centrais, eufemismo para luminárias estatais.
" ... ahh ... mas ele vai fechar o mercado dos EUA aos outros países". É muito provável que por aí comece, e será especialmente eficaz se, paralelamente, demolir a 'red tape' que lá, como aqui na EURSS, atravanca toda e qualquer vontade de se trabalhar que não seja apenas para aquecer ... os bolsos da militância estatal em mandar na vida dos outros.
" ... ahhh ... " voltam à carga, "mas nenhum país pode fechar-se ao comércio internacional". Pode, se o fizer temporária e selectivamente e se tiver um mercado interno monstruoso e concorrencial, e imensos recursos naturais que explore .. demolindo a 'red tape'. Não é o caso de Portugal em qualquer dos aspectos.
" ... mas ele não tem planos para um rumo dos EUA". Ainda bem. De timoneiros está pejada qualquer máquina estatal, particularmente as monstruosas como a nossa (de Portugal e da EURSS). Ele que defenestre as luminárias e que permita que cada um governe a sua própria vida.
É, quanto a mim, uma preocupação selectiva, tanto quanto se "houve desvios" quando os governantes comunistas fazem chegar a respectiva coutada ao tão almejado destino.
"Trump vai fechar fronteiras". Não vai. Vai colocar barreiras substanciais a quem pensa poder entrar por ali dentro sem dar cavaco. A malta "sensível" parece ter deixado de perceber que anormal é o contrário.
"Trump não quer o livre comércio". Quer, mas primeiro está a liberdade dos americanos. A malta "sensível" parece ter dificuldade em perceber que é isso que se espera de um decisor político face ao seu próprio país.
Na EURSS parece ter-se tornado normal que quanto pior for o desempenho de um político face aos seus próprios, melhor. A prova está no espanto com que encaram as declarações de Schäuble face aos militantes caloteiros e aos inventores de países e economias zombie, economicamente estimulados pelos bancos centrais, eufemismo para luminárias estatais.
" ... ahh ... mas ele vai fechar o mercado dos EUA aos outros países". É muito provável que por aí comece, e será especialmente eficaz se, paralelamente, demolir a 'red tape' que lá, como aqui na EURSS, atravanca toda e qualquer vontade de se trabalhar que não seja apenas para aquecer ... os bolsos da militância estatal em mandar na vida dos outros.
" ... ahhh ... " voltam à carga, "mas nenhum país pode fechar-se ao comércio internacional". Pode, se o fizer temporária e selectivamente e se tiver um mercado interno monstruoso e concorrencial, e imensos recursos naturais que explore .. demolindo a 'red tape'. Não é o caso de Portugal em qualquer dos aspectos.
" ... mas ele não tem planos para um rumo dos EUA". Ainda bem. De timoneiros está pejada qualquer máquina estatal, particularmente as monstruosas como a nossa (de Portugal e da EURSS). Ele que defenestre as luminárias e que permita que cada um governe a sua própria vida.
quarta-feira, 2 de março de 2016
kkk
É muito de pós-modernismo que os media insistam que o kkk não está,
desde o seu aparecimento e até hoje, relacionado aos democratas.
Tudo começou no tempo de Abraham Lincoln, republicano, quando na guerra civil o sul foi derrotado e foi possível acabar-se com a escravidão.
Daí para cá, sucessivas campanhas para "compensar" os negros apenas têm resultado no abandono das políticas de igualdade de oportunidades impedindo os negros ao acesso às (mesmas) armas que lhe permitam ser pessoas como qualquer outra. Este cenário resulta no continuar no limbo dos coitadinhos protegidos pelo estado.
Tudo começou no tempo de Abraham Lincoln, republicano, quando na guerra civil o sul foi derrotado e foi possível acabar-se com a escravidão.
Daí para cá, sucessivas campanhas para "compensar" os negros apenas têm resultado no abandono das políticas de igualdade de oportunidades impedindo os negros ao acesso às (mesmas) armas que lhe permitam ser pessoas como qualquer outra. Este cenário resulta no continuar no limbo dos coitadinhos protegidos pelo estado.
Esta política dos protegidos trás aos democratas voto garantido e aos
negros a garantia que os democratas não se preocuparão, de facto, com
eles, por serem votos em simbiose pela política 'comida para hoje fome
para amanhã'.
A porra é que não se pode pretender viver cada dia da vida como se fosse o último e pretender-se vir a viver, ainda, o dia seguinte.
A porra é que não se pode pretender viver cada dia da vida como se fosse o último e pretender-se vir a viver, ainda, o dia seguinte.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Partido liberal? II
Há um espaço para que um partido (liberal) singre. O espaço. politicamente, vai pela conversa em que o país que pula e avança só existe fora do estado.
Tem obrigatoriamente que ser afirmado, sem papas na língua, que:
1 - A coisa pública não é a coisa estatal.
2 - Que a corrupção é sistematicamente directamente proporcional ao tamanho do estado.
3 - Que o estado é sistematicamente incompetente fora das suas zonas fulcrais: defesa, segurança, justiça.
4 - Que é o estado quem tem que responder pelos maus negócios com privados porque vota-se para a AR e indirectamente para o governo do estado e não se vota para empresas
5 - Que o estado não deve ter planos para o país que não passem por tirar o estado do caminho do país.
6 - Que compete aos governos, primordialmente, governar o estado e não o país.
Como dizem o ingleses, o feno não precisa de regulamento para que cresça. Precisa apenas que lhe retirem os calhaus de cima.
Enquanto estas linhas gerais não estiverem na ordem do dia, Portugal continuará atascado até aos cabelos (se os houver).
Finalmente, que a "europa", na direcção em que evoluiu, se atascou, mutatis mutandis, nos mesmos vectores socialistas quanto Portugal.
Tem obrigatoriamente que ser afirmado, sem papas na língua, que:
1 - A coisa pública não é a coisa estatal.
2 - Que a corrupção é sistematicamente directamente proporcional ao tamanho do estado.
3 - Que o estado é sistematicamente incompetente fora das suas zonas fulcrais: defesa, segurança, justiça.
4 - Que é o estado quem tem que responder pelos maus negócios com privados porque vota-se para a AR e indirectamente para o governo do estado e não se vota para empresas
5 - Que o estado não deve ter planos para o país que não passem por tirar o estado do caminho do país.
6 - Que compete aos governos, primordialmente, governar o estado e não o país.
Como dizem o ingleses, o feno não precisa de regulamento para que cresça. Precisa apenas que lhe retirem os calhaus de cima.
Enquanto estas linhas gerais não estiverem na ordem do dia, Portugal continuará atascado até aos cabelos (se os houver).
Finalmente, que a "europa", na direcção em que evoluiu, se atascou, mutatis mutandis, nos mesmos vectores socialistas quanto Portugal.
Partido liberal?
Esta coisa é capaz de ser interessante.
Atenção à canzoada esquerdalha, lá estarei, seja com que nick for, para lhes dar nos cornos.
Atenção à canzoada esquerdalha, lá estarei, seja com que nick for, para lhes dar nos cornos.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Vigaristas: de fedor em fedor
Esta coisa do esquerdalho-indignácaro-vígaro primeiro ministro andar a marrar com o Governador do Bando de Portugal tem, para além da intenção de tentar silenciar quem revela a incompetência do presidente da geringonça, a mensagem à navegação de que se prepara para tratar à canelada quem não tiver papas na língua não o deixando martelar as contas do estado para delas retirar os virtuais dividendos que apenas os vigaristas conseguem ver.
O 44, quando chegou ao poder, e pelas mesmas razões, fez o mesmo com os juízes. Parecendo que estava realmente preocupado com o absentismo deles, estava a marcar terreno para conseguir implantar a corja de vigaristas que deixou Portugal na falência.
O 44, quando chegou ao poder, e pelas mesmas razões, fez o mesmo com os juízes. Parecendo que estava realmente preocupado com o absentismo deles, estava a marcar terreno para conseguir implantar a corja de vigaristas que deixou Portugal na falência.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
“Corremos o risco de a Europa se transformar numa URSS sem KGB”
Mais um exercício de dialéctica marxista, um discípulo de Ana Gomes.
A "europa" é um komité de sabichões especialistas em determinar como deve ser a vida das pessoas. Sempre os socialistas alinharam em tudo o que era "mais europa", regulamentação asfixiante centralizada e "harmonização" de tudo quanto mexe ou esteja morto.
Perante a estagnação e o esgoto putrefacto em que a "europa" estacionou, já em pânico, parte dos tontos palacianamente acampados em Bruxelas inflecte para a direita (a dita, cuja sujeitos, na generalidade, nada de errado viram nos mesmos desígnios marxistas) e alguma "europa" socialista marxista fascistóide inflectiu 180graus numa contrariada tentativa de inflectir a derrocada (Hollande, por exemplo). E estes novos "entendidos" resolvem que, pelo menos, as contas são o que são e não resultam das tontas somas que os detentores de "multiplicadores" económicos pensam delas resultar.
... E aparece então um tonto (politicamente) a reclamar que a EURSS que eles montaram com tanto carinho, incluindo muitos organismos policiadores com excessivos tiques de KGB, se parece com a URSS sem KGB.
Pois meu caro cretino (politicamente), a "europa" parece-se em demasia com a URSS incluindo as ASAES e "autoridades" com os hábitos inquisitoriais da KGB exactamente por iniciativa dos mesmos idiotas (politicamente) que acreditam no socialismo: os socialistas.
A "europa" é um komité de sabichões especialistas em determinar como deve ser a vida das pessoas. Sempre os socialistas alinharam em tudo o que era "mais europa", regulamentação asfixiante centralizada e "harmonização" de tudo quanto mexe ou esteja morto.
Perante a estagnação e o esgoto putrefacto em que a "europa" estacionou, já em pânico, parte dos tontos palacianamente acampados em Bruxelas inflecte para a direita (a dita, cuja sujeitos, na generalidade, nada de errado viram nos mesmos desígnios marxistas) e alguma "europa" socialista marxista fascistóide inflectiu 180graus numa contrariada tentativa de inflectir a derrocada (Hollande, por exemplo). E estes novos "entendidos" resolvem que, pelo menos, as contas são o que são e não resultam das tontas somas que os detentores de "multiplicadores" económicos pensam delas resultar.
... E aparece então um tonto (politicamente) a reclamar que a EURSS que eles montaram com tanto carinho, incluindo muitos organismos policiadores com excessivos tiques de KGB, se parece com a URSS sem KGB.
Pois meu caro cretino (politicamente), a "europa" parece-se em demasia com a URSS incluindo as ASAES e "autoridades" com os hábitos inquisitoriais da KGB exactamente por iniciativa dos mesmos idiotas (politicamente) que acreditam no socialismo: os socialistas.
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