«A todos os pescadores bacalhoeiros portugueses, que têm o riso claro e feroz, que sempre ocultam nos olhos um aceno da morte, que todos os dias, naturalmente, fazem milagres de força, que, se a pesca adrega de ser boa, cantam e bailam sozinhos, como os meninos e os loucos... que são tipos perfeitos da raça.»
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Oh! Camarada! Isso é um pequeno desvio pequeno-burguês, revelador da origem de classe do homem! Se ele tivesse vivido um pouco mais e beneficiado da educação e disciplina partidárias, certamente se teria depurado dessas tendências residuais e tornado no modelo do artista que ajudaria à vitória da Revolução!
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