A retracção do PSD em atacar o governo acarreta uma dificuldade acrescida ao poder. Não ocupando espaço mediático, deixa-o vazio para ataques vindos de todas as direcções.
Ontem, o Primeiro Ministro parecia pedir, pelas alminhas, que o PSD o atacasse de forma que as coisas pudessem voltar à normalidade.
Parece que Sócrates sente na pele o stress de quem caminha pelo mato sem saber quando, como e de onde virá o ataque.
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Não percebo a razão porque ainda lhe não deram os parabéns pela argúcia.
ResponderEliminar(digo isto sem qualquer ironia)