segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dos apontadores

Abespinhou-se, José Sócrates, contra os Velhos do Restelo.

Diz o Primeiro Ministro que não aceita política a recadinhos nem bocas de quem apenas sabe dizer 'por aí não' sem apontar caminho.

Pois, caro Engº, é exactamente esse o problema. Do que menos Portugal precisa é de timoneiros.

Portugal não carece de apontadores de caminhos para progredir. Precisa que os apontadores de caminhos saiam de cima. Que desapareçam. Que deixem que o país possa funcionar.

Portugal precisa que a Assembleia da República o Governo e o Estado saiam de cima. Que encolham. Que deixem de sugar. A máquina estatal portuguesa é um cancro que mina toda a sociedade alocando para si a vasta maioria da riqueza que a tanto custo se vai criando derretida em "missões de justiça social" que não mais fazem que distribuir pobreza. Nem os mais básicos serviços, como a justiça e a segurança (para não falar da defesa) funcionam.

Sr Primeiro Ministro, está a passar-se consigo aquilo que se passou com um agente da autoridade quando o Presidente Mário Soares lhe disse: "Sr Guarda, DESAPAREÇA".

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3 comentários:

  1. Pior que a máquina estatal são as máquinas privadas que tomaram conta da máquina «governativa». São os bancos e as Mota Engis que andam a sugar.

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  2. Diogo:

    Pior que a máquina estatal são as máquinas privadas que tomaram conta da máquina «governativa».

    As Quimondas?

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  3. As Motas adoram a máquina governativa porque esta se institui em máquina de terror fiscal.

    A máquina governativa é o único caminho legal de espoliação ao contribuinte.

    Estava ainda há pouco a Ildinha a reclamar uma ajuda à Saltano.

    É preciso lembrar as dezenas de pedidos de ajuda a empresas que estão com pés para a cova?

    Em que ficamos?

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