A III República está cada vez mais parecida com a Monarquia Constitucional.
Primeiro foi o arrivismo.
Depois foi o rotativismo em que os instalados (os filhos dos arrivistas) se engalfinhavam pela repartição das benesses do Estado.
Depois foi o achicalhar do chefe de Estado por 'dá cá aquela palha'.
Tudo isto aconteceu há cem anos e está a repetir-se nos últimos 30 de forma cada vez mais acentuada. Nem sequer falta o descalabro orçamental.
O que falta mesmo é quem ache que o país só se livra desta gente à bomba.
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