domingo, 5 de setembro de 2010

Avante para o Pacto




J
erónimo de Sousa anda em pulgas por causa da cimeira da NATO em Portugal. Não se percebe se a urticária resulta de alguma incompatibilidade entre a presença de Portugal nessa organização e a vontade que o PCP tem de que Portugal adira ao Pacto de Varsóvia.

9 comentários:

  1. ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira
    vergonha...
    ...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,
    com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos
    seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer
    corar de vergonha os administradores - principescamente
    pagos - daquela instituição bancária.
    A carta da CGD começa, como mandam as boas regras
    de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em
    oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço
    qualidade em toda a gama de prestação de serviços,
    incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas
    contas à ordem.
    As palavras de circunstância não chegam sequer a
    suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo
    parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de
    contas, o estimado/a cliente é confrontado com a
    informação de que, para continuar a usufruir da isenção da
    comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada
    trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito
    de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
    respectiva conta.
    Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente
    de pensionistas e reformados, são abertas por imposição
    legal.
    É o caso de um reformado por invalidez e quase
    septuagenário, que sobrevive com uma pensão de
    EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário
    de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi
    forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da
    Segurança Social para receber a reforma.
    Como se compreende, casos como este - e muitos são
    os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -
    não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela
    CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de
    manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir
    para acolher a sua miséria.
    O mais escandaloso é que seja justamente uma
    instituição bancária que ano após ano apresenta lucros
    fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo
    quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar
    Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver
    que contribua para engordar os seus lautos proventos.
    É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,
    como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a
    pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
    Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos
    servem sob a capa da democracia, em que até a esmola
    paga taxa.
    Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer
    resquício de decência, com o único objectivo de acumular
    mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
    Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
    Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que
    nos atira para a miserabilidade social.
    Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
    rádios... Porque será???
    Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

    ResponderEliminar
  2. ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira
    vergonha...
    ...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,
    com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos
    seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer
    corar de vergonha os administradores - principescamente
    pagos - daquela instituição bancária.
    A carta da CGD começa, como mandam as boas regras
    de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em
    oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço
    qualidade em toda a gama de prestação de serviços,
    incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas
    contas à ordem.
    As palavras de circunstância não chegam sequer a
    suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo
    parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de
    contas, o estimado/a cliente é confrontado com a
    informação de que, para continuar a usufruir da isenção da
    comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada
    trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito
    de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
    respectiva conta.
    Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente
    de pensionistas e reformados, são abertas por imposição
    legal.
    É o caso de um reformado por invalidez e quase
    septuagenário, que sobrevive com uma pensão de
    EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário
    de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi
    forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da
    Segurança Social para receber a reforma.
    Como se compreende, casos como este - e muitos são
    os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -
    não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela
    CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de
    manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir
    para acolher a sua miséria.
    O mais escandaloso é que seja justamente uma
    instituição bancária que ano após ano apresenta lucros
    fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo
    quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar
    Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver
    que contribua para engordar os seus lautos proventos.
    É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,
    como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a
    pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
    Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos
    servem sob a capa da democracia, em que até a esmola
    paga taxa.
    Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer
    resquício de decência, com o único objectivo de acumular
    mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
    Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
    Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que
    nos atira para a miserabilidade social.
    Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
    rádios... Porque será???
    Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

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  3. ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira
    vergonha...
    ...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,
    com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos
    seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer
    corar de vergonha os administradores - principescamente
    pagos - daquela instituição bancária.
    A carta da CGD começa, como mandam as boas regras
    de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em
    oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço
    qualidade em toda a gama de prestação de serviços,
    incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas
    contas à ordem.
    As palavras de circunstância não chegam sequer a
    suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo
    parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de
    contas, o estimado/a cliente é confrontado com a
    informação de que, para continuar a usufruir da isenção da
    comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada
    trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito
    de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
    respectiva conta.
    Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente
    de pensionistas e reformados, são abertas por imposição
    legal.
    É o caso de um reformado por invalidez e quase
    septuagenário, que sobrevive com uma pensão de
    EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário
    de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi
    forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da
    Segurança Social para receber a reforma.
    Como se compreende, casos como este - e muitos são
    os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -
    não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela
    CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de
    manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir
    para acolher a sua miséria.
    O mais escandaloso é que seja justamente uma
    instituição bancária que ano após ano apresenta lucros
    fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo
    quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar
    Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver
    que contribua para engordar os seus lautos proventos.
    É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,
    como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a
    pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
    Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos
    servem sob a capa da democracia, em que até a esmola
    paga taxa.
    Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer
    resquício de decência, com o único objectivo de acumular
    mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
    Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
    Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que
    nos atira para a miserabilidade social.
    Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
    rádios... Porque será???
    Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

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  4. Isto só vai com o camarada Jerónimo.

    Ainda vou vê-lo a pôr essa corja capitalista a limpar matas em Arganil!

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  5. Afinal o comunismo não está morto.... está é mal enterrado!
    O que vale são esses bons momentos proporcionados pelos (cada menos) comunistas.
    Os sapos que engolem, as alianças que fazem, o virar 180º de posições, entre outros, fazem as delícias dos demais.
    Os comunistas são uma piada. Isto, evidentemente, quando estão na oposição. Porque, quando entram no governo, a conversa é outra. Aí, o meu conselho é simples: emigrar.
    O currículo comunista em termos de mortes é vasto. E não está fechado...

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  6. De facto, pelintras com 6,36 euros não precisam de ter conta bancária, a menos que o cara já seja pensionista do estado.

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  7. Não há que argumentar, apenas constatar. Pelintra porque o Senhor afirmou ter penas 6,36 euros na conta da Caixa Geral de Depósitos. Big Spender é PURA ESPECULAÇÂO, por que o Senhor tão pouco sabe se eu tenho conta bancária ou se guardo muito ou pouco debaixo do colchão.

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  8. ...pois... o nome dá-lhe muita valentia e dignidade para se intitular blogueiro do Fiel Inimigo...

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  9. Se o pai é incógnito, não interessa nada...

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