domingo, 5 de setembro de 2010

Porque a "Europa" é decandente

No Blasfémias:
Thilo Sarrazin é director do banco central alemão com o pelouro dos sistemas informáticos. Escreveu um livro onde, segundo noticiado pela imprensa internacional, certamente entre outras ideias, advoga que as comunidades muçulmanas na Europa não estão, por natureza, interessadas em se integrarem na vida das sociedades ocidentais, que os seus membros tem menos sucesso no aproveitamento escolar e portanto serão incapazes de contribuírem para o desenvolvimento dos países de acolhimento; que são uma ameaça populacional por terem taxas de nascimento muito superiores aos «autóctones», e que os judeus possuem um gene distintivo dos demais.
Os judeus têm um gene diferente? Também eu terei, até diferente dos dos meus pais, de outra forma eu seria igual a ... ambos. Tudo o resto, a ser como é dito, é trivial para a larga maioria dos casos.

8 comentários:

  1. Morei em Rotterdam quase 5 anos e comprovo que o que está sendo dito sobre os muçulmanos aqui é verdade.
    Quanto aos genes judeus... hum... será???

    ResponderEliminar
  2. http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/NoticiasVida/2010/9/cientistas-israelitas-criaram-sapatos-que-ajudam-pessoas-com-deficiencia-a-caminhar05-09-2010-21241.htm

    ResponderEliminar
  3. ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira
    vergonha...
    ...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,
    com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos
    seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer
    corar de vergonha os administradores - principescamente
    pagos - daquela instituição bancária.
    A carta da CGD começa, como mandam as boas regras
    de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em
    oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço
    qualidade em toda a gama de prestação de serviços,
    incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas
    contas à ordem.
    As palavras de circunstância não chegam sequer a
    suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo
    parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de
    contas, o estimado/a cliente é confrontado com a
    informação de que, para continuar a usufruir da isenção da
    comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada
    trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito
    de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
    respectiva conta.
    Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente
    de pensionistas e reformados, são abertas por imposição
    legal.
    É o caso de um reformado por invalidez e quase
    septuagenário, que sobrevive com uma pensão de
    EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário
    de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi
    forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da
    Segurança Social para receber a reforma.
    Como se compreende, casos como este - e muitos são
    os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -
    não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela
    CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de
    manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir
    para acolher a sua miséria.
    O mais escandaloso é que seja justamente uma
    instituição bancária que ano após ano apresenta lucros
    fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo
    quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar
    Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver
    que contribua para engordar os seus lautos proventos.
    É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,
    como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a
    pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
    Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos
    servem sob a capa da democracia, em que até a esmola
    paga taxa.
    Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer
    resquício de decência, com o único objectivo de acumular
    mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
    Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
    Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que
    nos atira para a miserabilidade social.
    Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
    rádios... Porque será???
    Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

    ResponderEliminar
  4. ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira
    vergonha...
    ...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,
    com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos
    seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer
    corar de vergonha os administradores - principescamente
    pagos - daquela instituição bancária.
    A carta da CGD começa, como mandam as boas regras
    de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em
    oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço
    qualidade em toda a gama de prestação de serviços,
    incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas
    contas à ordem.
    As palavras de circunstância não chegam sequer a
    suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo
    parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de
    contas, o estimado/a cliente é confrontado com a
    informação de que, para continuar a usufruir da isenção da
    comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada
    trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito
    de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
    respectiva conta.
    Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente
    de pensionistas e reformados, são abertas por imposição
    legal.
    É o caso de um reformado por invalidez e quase
    septuagenário, que sobrevive com uma pensão de
    EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário
    de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi
    forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da
    Segurança Social para receber a reforma.
    Como se compreende, casos como este - e muitos são
    os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -
    não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela
    CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de
    manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir
    para acolher a sua miséria.
    O mais escandaloso é que seja justamente uma
    instituição bancária que ano após ano apresenta lucros
    fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo
    quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar
    Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver
    que contribua para engordar os seus lautos proventos.
    É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,
    como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a
    pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
    Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos
    servem sob a capa da democracia, em que até a esmola
    paga taxa.
    Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer
    resquício de decência, com o único objectivo de acumular
    mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
    Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
    Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que
    nos atira para a miserabilidade social.
    Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
    rádios... Porque será???
    Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

    ResponderEliminar
  5. O Sarrazin como bom alemão que é não gosta de misturas.

    O homem disse alguma coisa ofensiva?

    ResponderEliminar
  6. Queimar o corão é uma opção, mas ajuda a salvar a alma de maomé.
    Pois o mesmo disse que o seu allah era o maior enganador e revelou-nos que o seu allah era super-diabo disfarçado.
    Assim sendo, maomé está a ser torturado e satanizado há já longos 1400 anos.
    Precisa de ajuda.
    Há que fazer o bem sem olhar a quem!
    Vamos pois, de livre vontade e de boa mente ajudar essa pobre, enganada, sofredora e infeliz alma de maomé!

    ResponderEliminar
  7. De igual modo salve-se Jesus Cristo que já está pregado na cruz há 2 mil anos.

    ResponderEliminar