domingo, 9 de janeiro de 2011

O quadro de honra


Via Cachimbo de Magritte

13 comentários:

  1. Esse quadro deve ter algum significado, mas ultrapassa-me.

    A Nigéria, o Zimbabué, A Islândia, A Etiópia, não estão no quadro.

    E onde estão aqueles que apontavam o "tigre celta" (ou a Islândia) como exemplo a seguir.

    José Simões

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  2. O tigre celta tem indústria a funcionar e impostos baixos. Tem com que pagar a dívida. Vai custar, mas tem cana de pesca.

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  3. "O tigre celta tem indústria a funcionar e impostos baixos"

    Sim, sim, foi sempre um exemplo a apontar para Portugal. Agora e no passado.

    Mas em que lugar do quadro fica a Islândia (outro grande exemplo para Portugal)?

    O próximo será talvez a Belgica...

    E sabem qual vai ser o primeiro país a abandonar o euro? A Alemanha.

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  4. Caro J,

    Õ caso da Islândia não conheço. Parece-me que resolveram viver como os suíços sem a indústria Suíça, mas não sei pormenores.

    Quanto à Bélgica e Alemanha, a coisa prende-se ao embuste em que a CEE/CE se tem metido.

    A "Europa" foi concebida com a certeza que tudo seria futuro risonho. Toda a política era exercida pelo mais politicamente correcto pretendendo-se que se se fizesse de conta que éramos todos ricos seriamos todos ricos. Pretendia-se até vergar o resto do mundo com o encandeamento dos reflexos do ouro e da prata que brotariam dos arco-iris do parlamento europeu.

    Face à ausência de lasers dourados, aplicou-se a política do salto em frente / empurrar com a barriga / salto no escuro: a cada evidência de falhanço aprofundavam-se as conquistas que desembocaram no Tratado de Lisboa.

    E agora ...

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  5. Resumindo, a "Europa", meteu-se, toda ela, num buraco. Alguns, atiraram-se de cabeça, outros, menos.

    O buraco resultou (numa segunda fasee) de uma aspiração de poder mundial como potência emergente.

    Naturalmente que a cretinice e a incompetência campeiam, mas há muita ideologia 'doirada' dispersa por muita força política de todos os quadrantes.

    Uma dos doirados anda à volta da mania que os estados, dirigidos pelo BCE ou não, conseguem definir, por via legislativa, a saúde de uma economia. Tudo eram certezas e o juro barato tendo como referência os bancos centrais, uma evidência de sucesso.

    Enfim, montou-se a bolha das bolhas. O sistema já é por si oscilante. Com o ódio que os governos têm a más notícias e com a capacidade que têm em empurrar com a barriga, a oscilação passou a coisa telúrica. ... evidentemente que com nuances ... os alemães são mais desconfiados, e fazem bem.

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  6. À altura do alargamento da CEE os que lá estavam cometeram um erro crasso: deviam ter criado um FBI europeu. Julgaram que nos outros países as coisas funcionavam como nos deles... Enganaram-se!... e agora a mafia já se alcandorou ao poder e a podridão não pára de alastrar.
    É lógico que a Alemanha seja o primeiro a abandonar o euro. Não os censuro se o fizerem; se eu fosse um contribuinte alemão estava mortinho para largar o euro.
    ;-))

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  7. JM:

    "deviam ter criado um FBI europeu."

    E queriam criar um exército europeu!!!!

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  8. Zombies no cretino anti-semita:

    http://www.blogger.com/profile/15491385662541781287 Citador

    http://www.blogger.com/profile/01473196719846385914 Anónimo, Wikileaks,

    Citador

    http://www.blogger.com/profile/14244428774877613376 Wikileaks

    http://www.blogger.com/profile/14444447751556456624 Anónimo1

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    http://www.blogger.com/profile/13173348751912783221 Anonimo

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  9. Durante anos os génios que pululam pela política e pela Comunicação Social deram-nos a Irlanda como o exemplo a seguir.
    Vejo com agrado que estamos quase a alcança-la...

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  10. E seria o exemplo da Irlanda a seguir. Teríamos indústria para pagar a dívida.

    A única indústria que nos resta é a da dívida.

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  11. "E seria o exemplo da Irlanda a seguir. Teríamos indústria para pagar a dívida."

    ??? A Irlanda não tem indústria, quem tem indústria são as empresas americanas que para lá foram e que estão calmamente a mudar os seus investimentos para outros lados, Índia, por exemplo.

    De qualquer forma, com uma dívida de quase 1.000% do seu PIB e a ver dinheiro a sair do país sob a forma de repatriação de lucros das empresas que lá investiram, é pouco, muito pouco provável que a Irlanda alguma vez pague as suas dívidas...

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  12. É detentor de indústria quem pode, tem-a o território que merece e trabalha lá quem é capaz.

    Tomara Portugal ter indústria estrangeira que repatriasse lucros.

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