Paulo Portas chamou a atenção da “europa” que a “primavera árabe” irá levar forças ainda mais islâmicas ao poder.
A dita primavera tem espalhado o terror da sharia e da execução de milhares de católicos e em nenhum dos territórios se vê a mínima hipótese de se passar a viver em democracia mesmo que a defeituosa do Iraque.
Mas Paulo Portas, posteriormente, e talvez ciente de que o que disser pouca ou nenhuma importância terá no terreno (ou porque lhe puxaram as orelhas), preferiu alinhar com a “europa” e com a Liga Árabe. É mais uma a arquivar ao seu tortuoso percurso.
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