Segundo "
especialistas" (em 8 de Janeiro de 2007) 2012 será o ano em que 4.500.000.000 (quatro mil e quinhentos milhões de pessoas)
morrerão por causa do aquecimento global. Estando nós hoje a dia 4 de Janeiro, já terão morrido umas 50.000.000 de pessoas (50 milhões - doze milhões e trezentas mil por dia até ao fim do ano).
É estranho que ninguém tenha falado no assunto.
Explica-se por ser um jornal (ver cabeçalho) progressista e intercultural.
ResponderEliminar... é claro que os anos vão passando e as predições de fim do mundo vão agora começar a saltitar como pipocas.
ResponderEliminarRio D'Oiro, pode dizer-me onde consigo encontrar esta publicação online? Qual é o endereço?
ResponderEliminarÉ só seguir os links:
ResponderEliminarhttp://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/01/08/01291.html
.
Obrigado.
ResponderEliminarRD
ResponderEliminarA coisa eh muito mais grave do que o título do seu post diz.
São "4.5 billion", o que, fora da América do Norte e GB, são quase mil vezes mais do que os seus 50 milhões.
Mais ou menos 3/4 da população do planeta. O que vale eh q o Estaline estah a cozer no inferno e já não pode competir com o planeamento "estatístico" destes camaradas.
RD
ResponderEliminarA coisa eh muito mais grave do que o título do seu post diz.
São "4.5 billion", o que, fora da América do Norte e GB, são quase mil vezes mais do que os seus 50 milhões.
Mais ou menos 3/4 da população do planeta. O que vale eh q o Estaline estah a cozer no inferno e já não pode competir com o planeamento "estatístico" destes camaradas.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarOs 50 milhões ´teriam morrido nos primeiros 4 dias deste ano, à data a que publiquei o artigo. 12.5(+-) milhões por dia. É só fazer as contas: 4500000000/365 ...
ResponderEliminar4.5*10^9 é, de facto, mais de metade da população da terra.
Ameaças desse calibre houve muitas.
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
ResponderEliminarCaro Sorge,
ResponderEliminarOu se porta com um minimo de decência ou corto-lhe o pio.
Tenho tentado, meu caro, como tem aliás reparado. Não penso ter deslizado abaixo de alguma jovialidade insurrecta que detectei neste blog, em recentes ocasiões. Mas faça como entender, a casa é sua.
ResponderEliminarCaro Sorge,
ResponderEliminarA sua mensagem era (quase) esta:
"Aprende a ler, ó [xxxxxx].
Só para poderes grunhar "Estaline" até metes os pés pelas mãos. A virgindade é f=)()(&=*"……"
Acha que não é deslize?
Caro skeptikos,
ResponderEliminarNinguém morreu em Fukushima por causa das radiações. Na zona, afogados, morreram milhares, que o caro s esqueceu de referir, tal é a qualidade da sua preocupação com as pessoas.
Oh Rio, então? Poderá ter sido até de mau gosto, concordo. Todos temos os nossos momentos menos conseguidos. Mas ambos sabemos que isto não rivaliza nem de perto nem de longe com alguma das suas pérolas de provocação… Independentemente disso, a casa é sua, as regras são suas e reservo-me a participar nas estritas condições que definir.
ResponderEliminarPS (Para os leitores não ficarem com nenhum tipo de sugestão pornográfica, era importante ficar claro que os seus XXXXXXXXXXX não significam mais que o anonimato da pessoa que interpelei pelo nome próprio, no meu comentário, nada mais)
Sorge:
ResponderEliminar"isto não rivaliza nem de perto nem de longe com alguma das suas pérolas de provocação"
Provocação não é insulto. Provocação depende de ambas as partes: a que acha que há motivos para provocar e a que se acha provocado. Pode dar-se o caso da visada não ver qualquer provocação.
Por exemplo, quando afirmo que os regimes socialistas mais aguerridos da história foram directamente responsáveis por quase 100 milhões de mortes, não há qualquer provocação a não ser que alguém negue que tal tenha acontecido. Nessa altura pode achar que está a ser provocado, mas a realidade vale por si.