O entrevistador, um jornalista da Globo, não consegue esconder a sua incredulidade quando Williams, calmamente, fustiga as políticas baseadas na affirmative action, segundo as quais só se poderiam obter resultados sociais aceitáveis aplicando as regras da proporcionalidade - quotas - aos diferentes grupos étnicos (mais tarde de sexo e de orientação sexual) numa dada população.
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