A detenção de Nigel Evans, vice-presidente do parlamento inglês, é um excelente exemplo de como a comunicação social politicamente correcta "europeia" (quase toda), é convenientemente acrítica em casos selectivos.
A assumpção, pelo próprio Nigel Evans, de ser homossexual, justificava-se, segundo ele próprio, para evitar poder vir a ser objecto de pressões ilícitas usando esse facto como arma de pressão.
Pouco tempo depois há uma acusação formal de "agressão sexual".
Segundo a regra dos raparigos em causa, havia que aproveitar uma lança em África usando Nigel Evans como alavanca. Evans estrebucha e fica debaixo de pressão acrescida e tenta sacudir a pressão assumindo-se homossexual. A revange não se podia fazer esperar porque a lança tinha-se tornado inútil.
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Aposto que este incidente vai parar à estatística como agressão sexual indiferenciada.
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