A manobra "irrevogável" de Paulo Portas destinou-se a afastar Álvaro Santos Pereira e meter dois esbirros da EDP no governo: o ministro do ambiente Moreira da Silva e o da economia António Pires de Lima. Com estes dois, dezenas de outros apparatchiks secretários de estado da EDP passaram a infestar o governo.
Foi a grande traição de Portas a que Passos Coelho cedeu por ter a mona infestada de tontices ambientalistas.
Face a tudo isto e ao que se chegou, a culpa não é da EDP. A culpa é do sistema partidário cuja relação com o mundo real já nem tangencial é.
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