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Do dilema dos 44 de todo o mundo
É
uma chatice quando os esquerdalhos convencidos que o território que
pensavam pertencer-lhes por direito divino (do deus Marx) descobrem que a
ocupação se reduz ao reino dos gambozinos.
É
o estertor do fascismo gramsciano que os deixa em palpos de aranha,
incapazes de sequer balbuciar algo de terreno relativamente ao que quer
que seja.
O
44 está no mesmo dilema. Separado de Lula e dos kamaradas do Foro de S.
Paulo, separado das grandes tiradas chavistas de quero, posso e mando
sobre a economia e as empresas, separado do novo-riquismo parisiense de
proleta alcandroado em bicho que se sujeita às delícias chick em prole
da qualidade na zenital condição de querido líder, enfim, a triste
figura dos tontos amantes do multiplicador keynesiano.
Se pensam que a coisa chegou a este desplante, fiquem e saber que ainda a processão vai no adro e que a reacção não passará.
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