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quarta-feira, 2 de maio de 2012

A mulher e a religião




Vasco Pulido Valente - Público, 30.11.2007
  
Ao que dizem, presidiu o dr. Mário Soares esta semana a um curioso colóquio sobre "A mulher nas religiões". Não que o assunto em si mereça a mais remota crítica. Toda a gente tem o direito de falar do que lhe apetecer. Mas, pelo jornais, parece que tanto o dr. Mário Soares como, por assim dizer, os "coloquiantes", penetrados pelo justo e meritório princípio da igualdade de género, criticaram duramente o papel da mulher no cristianismo e no judaísmo (no islamismo, pelo menos directamente, ninguém tocou). O dr. Mário Soares, por exemplo, citando a Bíblia em seu apoio (a notícia não especifica a passagem), lamentou que a mulher fosse considerada propriedade do homem. E a sra. dra. Manuela Augusta, do PS, declarou que, ao "discriminar a mulher", "um grande número de religiões pregou em vão, agiu de má-fé" e "desrespeitou o sagrado e o divino".

É sem dúvida lamentável que a gente que escreveu o Antigo Testamento entre o século X e o século II a.C. não conhecesse e privasse com o dra. Augusta e o dr. Mário Soares, para vantagem da humanidade e da correcção política. Sobretudo, como hoje se constata, a ausência da dra. Augusta (e do PS) foi trágica. Nem Jesus se conseguiu salvar da catástrofe, embora o dr. Soares, tentando apaziguar as coisas, admitisse que o Novo Testamento "adoçou um pouco a imagem da mulher" e a dra. Vilaça, socióloga, simpaticamente observasse que, no catolicismo, o "culto mariano e a importância" da figura da mãe compensavam "de certa forma" a notória perversidade de Roma. Estas consolações não comoveram a audiência.

Em desespero de causa, o teólogo Bento Domingues, deste jornal, resolveu garantir que, na tradição da sua Igreja, "o cristianismo é uma invenção de mulheres, seduzidas por um Cristo feminista". Por abjecta ignorância (e reverência), não me atrevo a discutir com frei Bento uma tese tão inquietante. Só sei que nem esta ideia radical abalou a dra. Augusta. A dra. Augusta "não fica descansada" lá porque a mulher "é enaltecida" em "textos religiosos". De maneira nenhuma. Como presidente do Departamento das Mulheres Socialistas, uma seita temível, não descansa enquanto não corrigir em pessoa, e em assembleia geral, os "textos religiosos" que por aí andam a pregar, com insídia, a supremacia do homem.

Para terminar o colóquio numa nota alegre, o dr. Mário Soares confessou que se Deus de facto existir lhe dirá, como Mitterrand: "Afinal existes." Gostaria de prevenir o dr. Mário Soares que, se Deus de facto existir, Mitterrand tratou provavelmente com outra Entidade.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Informação nos PALOPS africanos: a farsa continua

Nunca nos antigos territórios africanos de Portugal (talvez à excepção de Timor) a liberdade de imprensa passou de chavão. Sempre naqueles países o respectivo poder político controlou toda a informação que circula não só no próprio território como, em larguíssima medida, a que tem origem em jornalistas dos órgãos de informação portuguesa.

O simples facto de haver jornalistas da imprensa portuguesa naqueles territórios deveria levantar as maiores e sistemáticas suspeitas pois se sabe que qualquer tentativa de exercer por alí a liberdade de imprensa resulta numa resposta imediata dos poderes políticos locais por vectores como a ameaça aos imigrantes portugueses, a ameaça à integridade física do jornalista, etc.

Nunca as instâncias do jornalismo em Portugal se sentiram incomodadas em dose equivalente ao atestado de fair-play que a sua distracção confere aos regimes ditatoriais que reinam por aquelas paragens. A recente peixeirada no seio do jornalismo na RTP por causa de um frete propagandístico que aquela estação executou em Angola lembra a indignação do carteirista por lhe terem ficado com parte do troco.

O enésimo golpe na Guiné trouxe-me à memória a última ocasião, já longínqua, em que, tanto quanto me lembro, um jornalista teve a coragem de tirar as ilações que se impunham relativamente ao choque entre exercício de imprensa livre e regimes ditatoriais. João Pereira da Silva, ao serviço da RTP, foi, em 1994, considerado persona non grata pelo regime guineense. Perante a evidente inutilidade da pressão que o regime da Guiné exercia sobre ele, João Pereira da Silva foi "convidado" a comparecer durante o fim-de-semana perante uma figura sinistra do governo local. Tendo contraposto aceder ao pedido mas apenas em "horas normais de expediente", o jornalista acabou carimbado persona não grata. Foi a última vez, que me lembre, que um jornalista português se recusou colaborar na constante farsa que é a informação nos antigos territórios africanos de Portugal. Entretanto, a farsa vai continuando.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Apocalipse: boas notícias

Kumi Naidoo, Greenpeace
De acordo com as palavras do cabecilha radical da Greenpeace, tudo correu bem:
“The grim news is that the blockers lead by the US have succeeded in inserting a vital get-out clause that could easily prevent the next big climate deal being legally binding. If that loophole is exploited it could be a disaster. And the deal is due to be implemented ‘from 2020′ leaving almost no room for increasing the depth of carbon cuts in this decade when scientists say we need emissions to peak,”

As deprimentes notícias são que os bloqueadores liderados pelos Estados Unidos obtiveram sucesso pela inserção de uma cláusula de escapatória que poderia facilmente evitar que o próximo acordo climático fosse obrigatório. Se a escapatória fosse explorada poderia ser um desastre. E o acordo, que é suposto ser implementado a partir de 2020, quase não deixa margem para aumento da profundidade aos cortes de carbono nesta década em que os cientistas dizem precisar que as emissões sejam limitadas.

O "poderia" não passa de subtileza para a manter a chama no coração dos pacóvios e da nossa pacóvia Ministra da Agricultura.

Para que se perceba quão disparatadas são as palavras da ministra ... "Greenpeace considera conferência de Durban um «fracasso»"

Dos forcados salvadores do mundo

Durban acabou em êxtase. Foi alcançado o acordo histórico pelo qual e para salvar o mundo se comprometeram a comprometerem-se posteriormente voltando naturalmente a reunir-se.

... parece que da próxima vai ser nas arábias. Gandamalha.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Religião do clima: 10 mandamentos

Enquanto a nossa garbosa Ministra das coisas verdes e giras, Assunção Cristas, vai a Durban participar num festim de palhaços, aqui ficam os 10 mandamentos para escapatória de trafulha apanhado em flagrante:
  1. The emails are old” - (No one has seen them before, and what makes two-year-old lies acceptable now?).
  2. “The timing is suspicious” - (Alarmists release alarming stuff all the time in the lead up to big meetings, but look out, it’s suspicious when a skeptic releases alarming stuff about those scientists at the same time!)
  3. “They’re out of context” - (We won’t explain the context, or quote the email, trust us, they just are, OK?)
  4. “The emails show a robust scientific debate” - (But that is the whole point isn’t it? We were told the “science was settled”? It is dishonest to discuss uncertainties in private while you tell the public “the debate is over” and call anyone who questions that a “denier”.)
  5. “They’ve been investigated” - (Even though the investigations didn’t have these emails, didn’t investigate the science, and were at least in one case, chaired by a windfarm expert, this point is supposed to have credibility?)
  6. “They’re hacked” or “stolen” - (After years of investigation there is no evidence they were hacked. They could have been leaked. Police can’t or won’t say. Does this journalist “know” something the police don’t?)
  7. “Aren’t the skeptics nasty people?” - (Crikey, imagine reading emails written by paid public servants on the job about their professional work? What victims! Those poor scientists can’t even threaten journal editors, conspire to ignore peer reviewed papers they don’t like, or discuss their ignorance in private… what’s the world coming too?)
  8. “This doesn’t change the science” - (Since most of “the science” is merely a consensus of these same experts, whom we are told to respect, then actually it does change “the science” when they are caught cheating.)
  9. The emails “mean nothing” according the scientists caught cheating - (The sock puppet earns bonus points if those same scientists also get to slur the whistleblower and skeptics with unsubstantiated implications that “they are funded by fossil fuels”.)
  10. The public response is a “yawn” - (And given how few journalists are reporting the actual emails to the public, that’s entirely predictable eh? Circular reasoning strikes again.)

sábado, 15 de outubro de 2011

A RTP ao serviço da indignácara propaganda

Os indignácaros de todo o mundo, utilizando tecnologias do “capitalismo desenfreado” resolveram fazer hoje uma manifestação em 1000 cidades de todo o mundo. É pelo menos assim que a RTP anuncia aquilo que é uma pura peça de propaganda, nunca pondo em causa que o “movimento” não passa de salpicos de espuma de gente genericamente irresponsável.

Na peça é entrevistada uma marmela que tem um canudo em história da arte e teatro e que … pasme-se, queixa-se que não arranja emprego de jeito.

Quem mete na cabeça desta gente que quando se estuda uma matéria para a qual há pouquíssima saída profissional o mais provável é que não se venha a conseguir encontrar trabalho decente?

Quem mete na cabeça desta gente que a responsabilidade pelas decisões erradas que tomam deverá recair exclusivamente sobre quem as toma e não sobre o “sistema” (leia-se a generalidade dos contribuintes) que, segundo elas, deve resolver os problemas decorrentes às suas irresponsáveis decisões? E porque não perguntou isto a indignácara jornalista? Porque propaganda é assim que se faz.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Estupidez governamental

A existência de troca-tintas é um problema endémico em Portugal.

É verdade que o presente governo foi empossado há muito pouco tempo, mas também é verdade que há canalhisses fáceis de "implementar".

Vejamos esta canalhice do ministro da economia.
"criação de um imposto verde (um imposto sobre as emissões de carbono)"
E com que fim?
"para melhorarmos a competitividade das nossas exportações"
E como? 
"Reduzindo as contribuições fiscais e sociais afectas ao factor trabalho" 
... e substituindo-as pelo imposto sobre o carbono, a pagar por todos.

Na verdade pretende-se aumentar a competitividade das empresas portuguesas indo ao bolso do cidadão - o que é coisa correcta (os portugueses ganham acida do nível de produtividade). O que não é correcto é não ter tomates para o afirmar, preto no branco, sem paranóias de coisa "verde".

A douta luminária afirma ainda:
"os subsídios e os apoios extraordinários que têm vindo a ser concedidos às eléctricas nacionais têm de ser gradualmente retirados"
Mas ao Financial Times refere:
“The rule of law is sacred to us.” (a lei é, para nós, sagrada)
Ainda bem que as leis são sagradas e que os contractos são para cumprir. Mas, não se tinha disso apercebido quando referiu que os apoios extraordinários teriam que ser gradualmente retirados? Ou pensava que os privados investidores nas eólicas avançariam para um negócio ruinoso sem a almofada do estado (leia-se impostos cobrados na conta da energia eléctrica - cerca de 50%) convertida em contracto e directamente entregues ao produtor de bicho "alternativo" e "renovável"?

Quando terá um governante tomates para afirmar que a "independência energética" (supostamente) implementada nos está a custar o dobro da dependência?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

De quando o cobertor é curto ...









Na "europa" já nada espanta. Na Alemanha redefiniu-se o termo "renováveis" que são agora centrais a carvão e a gás.

Parece que puxaram da lei de Joule, fizeram contas e perceberam que o fecho de centrais nucleares resultaria em renovação de dentaduras rachadas por bater-o-dente.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Buraco Obama

Entretanto, afinal, Obama ... é branco!

Dos mastúrbios - V - Mais impostos, muitos impostos, impostos e mais impostos


Do "Grupo de Trabalho Permacultura – Assembleia Popular de 11 de Junho", comentários meus a azul.

Pontos que foram lidos na assembleia popular e introduzidos pelo tema que trata:

O grupo de “permacultura” dos mastúrbios leu "pontos" à “assembleia popular” e “introduziu pelo tema que trata” …???

1_A favor do aproveitamento dos baldios para cultivo, sejam estes urbanos privados ou públicos para um uso comunitário ou sejam parcelas estatais para um cultivo a tempo determinado.

Impostos, impostos, impostos. São a favor do aproveitamento mas não aproveitaram para se apresentarem à enxada porque trabalhar faz calos e é preferível que outros trabalhem. Já se percebeu que a eles se reservam para empregos de supervisão pagos por impostos sacados à populaça.

2_ Integração nos preços finais dos transportes e serviços, os custos ambientais e sociais de maneira a reflectir o seu verdadeiro impacto.

Impostos, impostos, impostos. Os mastúrbios reservam-se para os empregos de supervisão dos impostos a aplicar e a torrar esses impostos nas mais falidas empresas de transportes que apenas consumirão “energias boas”.

3_ Defendemos o fim da construção de mais auto-estradas e a requalificação da rede ferroviária suportada por parte dos lucros da brisa e afins

Impostos, impostos, impostos. Os mastúrbios reservam-se para os empregos de supervisão dos impostos a aplicar e a torrar esses impostos nas mais falidas empresas de transportes que apenas consumirão “energias boas”.

4_contra a especulação imobiliária que provoca o esvaziamento dos centros das cidades promovendo um urbanismo facilitador da mistura de todos os estratos sociais

Impostos, impostos, impostos. O urbanismo facilitador resultará de impostos a cobrar à populaça por organismos estatais que os mastúrbios se “voluntariarão” a supervisionar e aplicar apenas em “coisas boas”.

Nesse sentido defendemos o direito universal à habitação e um urbanismo assegurador da continuidade dos processos ecológicos

Impostos, impostos, impostos. Para que o urbanismo garanta os “processos ecológicos” lançarão impostos a aplicar em projectos que eles apontarão como “exemplares” e que serão geridos por eles sem lhes provocar calos.

5_ Dentro da problemática de energia defendemos uma prioridade no investimento na eficiência energética

Impostos, impostos, impostos. Os ruinosos projectos que defendem serão compulsivamente financiados pela factura da energia, naturalmente pelo popularucho pagode.

6_Re-avaliação imediata dos grandes projectos Hidroeléctricos (barragens) face ás reais necessidades energéticas  e incentivo ás pequenas médias empresas  (inclusive famílias) que querem investir nas energias renováveis.

Impostos, impostos, impostos. Apenas os grandes projectos serão re-avaliados. Os pequenos, ruinosos por apoiarem a ruinosa ociosidade eólica, serão mantidos em impostos disfarçados e pagos compulsivamente na factura de energia que a populaça pagará. As famílias que “beneficiarão” das chorudas tarifas pagas pela populaça serão criteriosamente seleccionadas pelos mastúrbios como “casos exemplares”.

7_ Emancipação energética dos edifícios públicos, com um carácter
pioneiro na auto-suficiência

Finalmente, os mastúrbios decretarão o grito do Ipiranga dos edifícios públicos (!) relativamente à energia. Basicamente significa que qualquer disparate que seja neles implementado implicará que seja o pagode a pagar em impostos, impostos e impostos abençoados em “assembleia popular” a convocar oportunamente.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dos mastúrbios - II

4ª feira por volta das 22 horas voltei a passar no Rossio. Estavam lá várias centenas de pessoas.

Um olhar um pouco mais cuidado permitia perceber que era turistas, excursionistas. Distinguiam-se uns dos outros por trazerem alguma espécie de identificação à lapela. Uma boa parte nórdicos, outros não percebi de onde. Muita malta nova, muitas gajas. Um par de grupos eram de terceira idade. Pareciam ingleses. Aqui e ali, autocarros. Fotos? Muitas.

E do grupo dos mastúrbios do Hamas? Bem, suponho que estavam sob a forma de um grupelho de 4 salvadores do mundo. Não sei se eram os mesmos da manhã, mas suponho serem os ditos porque um deles tinha na cabeça algo parecido com um penico.

Tudo leva a crer que à medida que o papel higiénico vai faltando, vai ficando em causa a libertação da Palestina e vai sucumbindo a revolução. Da parafernália de tralha já pouco resta. Há ainda um bocado de papelão (malditas fábricas de celulose de eucalipto) que diz qualquer coisa como 'a revolução continua dentro de momentos'.

Amanhã lá voltarei a passar a hora a anunciar posteriormente. Tenho a impressão que haverá esta noite uma barrela camarária. Se assim for, que levem creolina. Muita.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Radiação em Pripyat


Pode ler todo o artigo aqui.
De entre os muitos estudos que vieram a ser feitos sobre o assunto, vale a pena mencionar este, realizado pelos cientistas da Academia de Medicina da Ucrânia, 15 anos depois. O estudo detectou, efectivamente, um aumento do já mencionado cancro infantil da tiróide, e um aparente pequeno aumento do cancro da mama em mulheres mas, globalmente, o que constata para as regiões que mais radioactividade apanharam foi... uma redução global da taxa de cancro! O gráfico e a tabela anexos mostram-no.

Clique as imagens para ver melhor

Vale a pena notar que tal paradoxal redução da taxa global de cancro (relativamente à demais população) também foi encontrada nos sobreviventes das bombas de Hiroshima e Nagasaki, e poderá parcialmente explicar-se pela relativamente maior atenção médica de que estas populações gozaram depois da exposição, ao longo da vida.

domingo, 8 de maio de 2011

Propaganda por "jornalistas"

A propaganda é hoje maioritária e esmagdoramente disseminada por dois vectores: escolas e comunicação social.

Nas escolas, por esta simples razão: os professores, que maioritariamente acreditam em histórias de amanhãs que cantam, não só não se opõem como alinham, acham normal.

Na comunicação social, porque ... pelo mesmo tipo de razão.

Casos recentes que ilustram bem a cretinice esquerdalha no "jornalismo":
Jornalismo zarolho (726)
Os finlandeses da questão
O admirável show de José Sócrates, o ilusionista que nunca falha*
Pronto, ‘tá bem, ‘a gente’ não fala mais nisso
Se bem os conheço vão assobiar para o lado

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Este cheiro a esturro incomoda-me

Desculpem lá insistir outra vez. Mas sou eu o único que acha uma história muito mal contada que a captura e morte do inimigo público nº1 por parte de força especiais americana termine com a deposição do corpo no mar? Não há necessidade de certificar de que se tratava de facto de Bin Laden? Essa confirmação não pode ter um escrutínio, não diria público, mas mais alargado?
É que dita acção, a ter acontecido, não pode ter sido derivado da multidão em júbilo ou de um acidente. Tem de ter sido um acto premeditado uma vez que o mar se encontra a 1500km de Islamabad.

E a fotografia vinda a público ser um descarado photoshop não está a levantar suspeitas a ninguém?

E o facto de esta notícia surgir numa altura em que Obama se encontra desesperado por subir nas sondagens numa campanha de propaganda só comparável à campanha eleitoral?

E que saiam logo no notícias a relacionar a descida do preço do petróleo e a subida das bolsas com com a morte de Bin Laden não é estranho? Desde quando Bin Laden ameaçou de forma sequer mais insignificante o abastecimento de petróleo? Sem Bin Laden o Ocidente ficou um sítio assim tão mais apetecível para investir que justifique uma euforia dos mercados?