Como eu aqui dizia, o PS(BE).
It is quite gratifying to feel guilty if you haven't done anything wrong: how noble! (Hannah Arendt).
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sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
As "renováveis" e a escravatura
É evidente que o estado gasta mais energia do que deve, por exemplo com a iluminação pública. Não só e excessiva em inúmeros casos como atira a luz para as nuvens onde, à excepção de uns quantos estratosféricos queridos lideres ninguém vive.
É verdade que as zenatais e ruinosas políticas verdalhas nos vão ainda obrigar a pagar a instalação de sistemas de geração energia de rentabilidade abaixo de cão: eólicas, co-geração, mini-hídricas, fotovoltaicas, etc, etc.
É verdade que para que esses sistemas fossem profusamente instalados e sem bronca imediata na factura de energia eléctrica, as empresas, por instrução governamental e em arrepio da reguladora, não fizeram repercutir na factura os custos associados às socretinas energias deixando o calote para ser pago (com juros a condizer) quando toda a tralha estivesse instalada.
As sociais políticas estão a dar "frutos". Para cobrir os sobre-custos do disparate já pagamos a energia ao dobro do preço normal. Entretanto, estes e uma gigantesca colecção de outros disparates (também a nível da "comunidade europeia"), irão fazer saltar o IVA para o dobro. Logo depois virá um agravamento de (apenas) 10% no custo da electricidade porque também este governo travou a subida que a realidade impõe, lançando mais juros sobre o futuro dos portugueses.
Virá agora a campanha da poupança. O cinto apertará tanto que as pessoas não terão outro remédio que poupar na espessura das cascas de batata e no consumo de electricidade.
O problema é que isso de pouco valerá porque os encargos fixos das EDP com as renováveis são de tal ordem que à medida que o consumo baixar os preços terão que subir. De facto, e a não ser que o governo venha a poder mandar às urtigas a obrigatoriedade da EDP comprar toda a energia que os produtores de energia "renovável" produzem (e atenção que também um ramo da EDP está no negócio), a cada abaixamento de consumo corresponderá um aumento de preços da energia.
Em economia deve haver um nome feio para toda esta parvoeira em que a verdalhada e dirigentes coniventes nos meteram, mas, o único que me ocorre, é o de termos sido vítimas de um gang de vigaristas que aplicaram uma política que resultou, como sempre foi óbvio, num cenário em que a generalidade dos portugueses, já de cinto apertado, tivessem que arcar com a luxuosa vida de uma quantos boys que, naturalmente, defendem de dentes afiados a manutenção da mordomia ... uma pós-moderna forma de escravatura.
É verdade que as zenatais e ruinosas políticas verdalhas nos vão ainda obrigar a pagar a instalação de sistemas de geração energia de rentabilidade abaixo de cão: eólicas, co-geração, mini-hídricas, fotovoltaicas, etc, etc.
É verdade que para que esses sistemas fossem profusamente instalados e sem bronca imediata na factura de energia eléctrica, as empresas, por instrução governamental e em arrepio da reguladora, não fizeram repercutir na factura os custos associados às socretinas energias deixando o calote para ser pago (com juros a condizer) quando toda a tralha estivesse instalada.
As sociais políticas estão a dar "frutos". Para cobrir os sobre-custos do disparate já pagamos a energia ao dobro do preço normal. Entretanto, estes e uma gigantesca colecção de outros disparates (também a nível da "comunidade europeia"), irão fazer saltar o IVA para o dobro. Logo depois virá um agravamento de (apenas) 10% no custo da electricidade porque também este governo travou a subida que a realidade impõe, lançando mais juros sobre o futuro dos portugueses.
Virá agora a campanha da poupança. O cinto apertará tanto que as pessoas não terão outro remédio que poupar na espessura das cascas de batata e no consumo de electricidade.
O problema é que isso de pouco valerá porque os encargos fixos das EDP com as renováveis são de tal ordem que à medida que o consumo baixar os preços terão que subir. De facto, e a não ser que o governo venha a poder mandar às urtigas a obrigatoriedade da EDP comprar toda a energia que os produtores de energia "renovável" produzem (e atenção que também um ramo da EDP está no negócio), a cada abaixamento de consumo corresponderá um aumento de preços da energia.
Em economia deve haver um nome feio para toda esta parvoeira em que a verdalhada e dirigentes coniventes nos meteram, mas, o único que me ocorre, é o de termos sido vítimas de um gang de vigaristas que aplicaram uma política que resultou, como sempre foi óbvio, num cenário em que a generalidade dos portugueses, já de cinto apertado, tivessem que arcar com a luxuosa vida de uma quantos boys que, naturalmente, defendem de dentes afiados a manutenção da mordomia ... uma pós-moderna forma de escravatura.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Esse esqueleto não é meu XVIII
Custo do esqueleto: 5 submarinos.
É abazurdente que os abrantes sejam sempre capazes de ver valor onde não há. Nem havia no momento da nacionalização nem no da venda. Ainda falta ajustar contas com as "entidades reguladoras". Enfim, coisas da social-e-parisiense-filosofia.
Ainda a contas com a herança socialista:
Com a venda aos angolanos do BIC finalmente chega ao fim triste história do BPN (falta ainda a parte criminal que promete durar até à prescrição). Apesar das garantias das garantias de Teixeira dos Santos a nacionalização terá custado 2.4 mil milhões de euros aos contribuintes ao estado. O "abrantes" de serviço diz que foi um mau negócio. Refere-se à venda. Imagino que, para ele, o da nacionalização tenha sido excelente.
É abazurdente que os abrantes sejam sempre capazes de ver valor onde não há. Nem havia no momento da nacionalização nem no da venda. Ainda falta ajustar contas com as "entidades reguladoras". Enfim, coisas da social-e-parisiense-filosofia.
Actualização.
a dívida pública directa do Estado aumentou € 20.618 milhões,de € 151.775 milhões no final de 2010 para € 172.393 milhões em 30 de Junho
quarta-feira, 13 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Moody's blues
Portugal está a tentar comprar mais dois submarinos para serem pagos dentro de 3 meses ...
... e depois queixam-se que os "especuladores" classificam a nossa fiabilidade como lixo.
... e depois queixam-se que os "especuladores" classificam a nossa fiabilidade como lixo.
Esse esqueleto não é meu XV
O fim da ligação Porto-Vigo e a incompetência extrema da CP
Porto e Vigo distam cerca de 120 km. A CP «consegue» ter um serviço de automotoras que liga as duas cidades em 3 horas, uma média de 40 km por hora. No final do século XIX, com locomotivas a vapor a viagem conseguia-se fazer por metade do tempo.
Esse esqueleto não é meu XIV
Um país cada vez mais inseguro
A criminalidade violenta aumenta e espalha-se já de forma indiscriminada pelas diferentes regiões do distrito de Lisboa, alerta a procuradora-geral distrital de Lisboa, Francisca Van Dunen.
(…)
Também o presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), José Manuel Anes manifestou-se, no mês passado, preocupado com “a espectacularidade dos assaltos” registados nos últimos tempos, cada vez mais “violentos, graves e com tácticas assustadoras”.
terça-feira, 5 de julho de 2011
A idiotice da escola compulsória
O Espectador Interessado realça, e muito bem, esta nota:
Mas não é este o maior inconveniente de manter o bezerro na escola. O marmanjo vai fazer o possível por maximizar os distúrbios na sala de aula tendendo, por ser mais velho, a exercer cada vez melhor a sua auto-investida função de chefe de tribo dentro da aula e de gang no recinto da escola. Vai "divertir-se" a demonstrar que "desafia o sistema" e que é, por essa via, o Clyde Chestnut Barrow da turma, impedindo quanto for "humanamente" possível, que os colegas aprendam. Só virá a ser realmente chumbado quando precisar de comer, lhe faltar a teta e o mundo real lhe pregar, por ser uma pérola em incompetência, um olímpico par de coices. Passará então a potencial alvo da "protecção" dos indignácaros, os mesmos e exactos idiotas que até ali dinamizaram e aplaudiram efusivamente todas as medidas para manter, a qualquer custo, o bezerro nas "aulas".
Voltando às "aulas", alguém imagina o que aprendem os Clydes na via profissionalizante? Se quando saem de lá, de canudinho na mão, fossem sujeitos a um exame da antiga 4ª classe, tenho a certeza que raro seria o que passasse.
"O que a lei diz é que é preciso esperar que o aluno tenha 15 anos e o 6.o ano completo para poder seguir a via profissional. Até lá, o aluno fica na escola, a repetir os anos e a ganhar aversão às aulas."
Mas não é este o maior inconveniente de manter o bezerro na escola. O marmanjo vai fazer o possível por maximizar os distúrbios na sala de aula tendendo, por ser mais velho, a exercer cada vez melhor a sua auto-investida função de chefe de tribo dentro da aula e de gang no recinto da escola. Vai "divertir-se" a demonstrar que "desafia o sistema" e que é, por essa via, o Clyde Chestnut Barrow da turma, impedindo quanto for "humanamente" possível, que os colegas aprendam. Só virá a ser realmente chumbado quando precisar de comer, lhe faltar a teta e o mundo real lhe pregar, por ser uma pérola em incompetência, um olímpico par de coices. Passará então a potencial alvo da "protecção" dos indignácaros, os mesmos e exactos idiotas que até ali dinamizaram e aplaudiram efusivamente todas as medidas para manter, a qualquer custo, o bezerro nas "aulas".
Voltando às "aulas", alguém imagina o que aprendem os Clydes na via profissionalizante? Se quando saem de lá, de canudinho na mão, fossem sujeitos a um exame da antiga 4ª classe, tenho a certeza que raro seria o que passasse.
sábado, 2 de julho de 2011
Dos mastúrbios XVII - Carne para canhão de indignácaro
Nuno Crato tem coisas destas pela frente:
É assim que o estado pretende assegurar a existência de imbecilidade generalizada que hordas de voluntaristas indignácaros de propõem "enquadrar", vivendo como carraças.
É pedido ao professor para avaliar se o marmelo sabe aplicar o que aprendeu. Não se pretende uma avaliação ao que aprendeu relativamente ao que devia ter aprendido. Pretende-se apenas saber se sabe fazer algo com o que aprendeu, quer tenha aprendido pouco quer tenha aprendido um pouco mais. Naturalmente que quanto menos aprender menos risco corre de aplicar mal.
DOMÍNIO DOS ASSUNTOS/REALIZAÇÃOAplicar os conhecimentos adquiridos por intermédio de exercícios, análise de casos reais ou por simulação.
GENERALIZAÇÃO DOS SABERES"Transfere ou generaliza": cavacas ou pinguins. "Realizações de conexões": tanto aperta a mão a um preto como o pescoço a um polícia.
Transfere ou generaliza os saberes adquiridos a outras situações, através da realização de
conexões.
PARTICIPAÇÃOMostra interesse e despropositadamente intervém a propósito de tudo e nada. Colabora nas actividades sem lhe passar pela cabeça aprender. Mete-se em tudo e com todos e opina por opinar sobre tudo e todos espalhando a confusão por todo o lado.
Mostra interesse e intervém a propósito, colaborando nas actividades de aprendizagem, numa dinâmica de actualização.
RESPONSABILIDADESe for daqueles que não falta tem que ser aturado enquanto dedica todo o tempo ajudando à destruição do que todos simulam esforçar-se por fazer. Se executa bem ou mal não interessa, aliás é bom que saiba pouco porque talvez consiga executar esse nada. Se chegar tarde ou não aparecer de todo, tanto melhor.
Demonstra sentido de responsabilidade, em termos de cumprimento dos tempos e empenho na execução das actividades propostas.
COMPORTAMENTO RELACIONALÉ fala-barato demonstrando ser capaz de intrometer a berro na conversa alheia nunca respeitando quem tem a palavra. O fomento das relações interpessoais pode ser avaliado consoante o 'ranking' na cadeia hierárquica da tribo dentro da sala de aula ou do gang quando assalta o comércio vizinho.
Comunica com os outros membros do grupo e com o(a) formador(a), demonstrando capacidades de comunicação e de fomento de relações interpessoais.
É assim que o estado pretende assegurar a existência de imbecilidade generalizada que hordas de voluntaristas indignácaros de propõem "enquadrar", vivendo como carraças.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Esse esqueleto não é meu XIII
Num país em que a lei se aplicasse a mais que ao comum mortal, esta gracinha já teria tido como consequência a detenção de meia dúzia de promitentes-filósofos. Não necessariamente ferros-velho, mas a "malta-fixe, pá".
"Um dia apareceu um técnico, perguntou-me se tinha guardado a informação de que precisava e fez uma limpeza total ao disco rígido, até instalou novamente o sistema operativo",Que directório de esqueletos poderia ser desvendado naquilo que desapareceu. E o arquivamento sistemático de backups? Esqueceram-se de legislar? Esqueceram-se de regulamentar?
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Esse esqueleto não é meu XII
Na sala Braancamp e pelo Lisboa - Tel Aviv:
A execução orçamental do 1º trimestre revelou um défice de 7,7% do PIB, bastante longe dos 5,9% definidos como objectivo para este ano. Fica assim exposta mais uma descarda mentira de José Sócrates - que ainda há 3 meses declarava que a execução dos primeiros três meses do ano estava a correr muito bem e que os objectivos iam ser alcançados - e da despudorada máquina de propaganda socialista.
Haverá muita gente que já não terá paciência para se lembrar de Sócrates e da sua trupe, mas a verdade é que o mal que fizeram a Portugal irá durar por muito tempo. Por isso todas as mentiras, manipulações e distorções que fizeram devem ser sempre recordadas para prevenir a possibilidade de o Partido Socialista se fazer de novas e se apresentar aos portugueses como se não tivesse nada que ver com tudo isto.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Esse esqueleto não é meu X
Quanto já foi gasto neste esqueleto? Quant anda vai ter que ser gasto para congelar este outro esqueleto?
Parece que a coisa [TGV] padecia de uma média de 9 passageiros quando os estudos, feitos a pedido (lá como cá), apontavam para a fantasia dolosa de 2.190…Em exibição na sala Braancamp.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
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