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domingo, 27 de maio de 2012

segunda-feira, 27 de julho de 2009

PAT CONDELL FOR PRESIDENT...

O meu Guru, como eu, deve ter passado umas excelentes férias, porque se nota que está em plena forma. Uma maravilha este último video. Quem quiser ver com legendas em inglês, ou mesmo em espanhol, é favor carregar aqui...

Diz a uma certa altura:

«Estou a falar dos membros da inteligência de esquerda iluminada que consistentemente têm demonstrado a si mesmos serem tudo menos iluminados, ou liberais, ou inteligentes. Principalmente porque estão mais motivados por um profundo ódio irracional contra os EUA do que por qualquer real noção de justiça ou respeito, e cujos duplos padrões politicamente correctos e a sua vergonhosa cobardia frente a um islamismo agressivo, têm levado muita boa gente de pensamento liberal a desprezar activamente a palavra “liberal”.»


sábado, 14 de fevereiro de 2009

SERÁ O MEIN KAMPF COMPARÁVEL AO ALCORÃO?



Pat Condell, o meu guru, como de costume é bem melhor que o Cristiano Ronaldo ultimamente. Creio que em vez de guru vou começar a tratá-lo por Profeta...
P.S. quem quiser ver com legendas em inglês clique aqui.


A maior acusação feita a Wilders é o facto de ele comparar o Alcorão com o Mein Kampf. Em relação a isto podemos dizer, sobretudo se estamos em maré de precisões, que os dois livros realmente não são comparáveis. Não tanto no que diz respeito ao conteúdo, ambos espalham o mesmo tipo de ódio em relação ao outro, mas porque o Mein Kampf foi escrito por Adolf Hitler na nossa época , enquanto que o Alcorão foi revelado por Alá a Maomé e é válido para sempre. Dito de outra maneira, ao contrário do Alcorão o Mein Kampf tem data limite de utilização e é obra de gente.

É evidente que a maioria dos ocidentais, salvo raras excepções, não acreditam na existência de Alá, quanto mais que Alá tivesse ditado aquelas baboseiras que estão no Alcorão a um comerciante de Meca. Mas o que as pessoas no Ocidente possam pensar sobre este assunto não é muito importante, importante é aquilo que os muçulmanos pensam. Creio que já vai sendo claro para todos nós, ocidentais, que todos os muçulmanos acreditam piamente que Maomé estava em directo contacto com Alá. Os que não acreditam nisto literalmente não são considerados muçulmanos - e se alguma vez o foram, o melhor, para bem deles, é não abordar o assunto...

É evidente que nem todos os muçulmanos nos querem cortar o pescoço, como Maomé apoiado no Alcorão sugere, e ainda bem para nós, mas infelizmente há ainda muçulmanos de sobra que seguem o Alcorão à letra. Por isso é que todos os dias que Deus nos dá somos confrontados com gente assassinada em nome do Islão. É disto que trata FITNA, o filme de Wilders.

Porque razão é que o mundo muçulmano reagiu bastante calmo à apresentação do filme FITNA - muito ao contrário da reacção aos cartoons dinamarqueses e muito ao contrário das expectativas do governo holandês? Porque o filme de Wilders depois de umas pequenas alterações (retirar os cartoons dinamarqueses por exemplo) poderia perfeitamente ser utilizado para propaganda pela Jihad Islâmica. Porque Fitna, à excepção de pequenos detalhes, nada mais é de que uma antologia de imagens sobre atentados terroristas anteriormente transmitidas pelos telejornais de todo o mundo e que enchem de orgulho o Islão radical.

Wilders, no discurso que tinha preparado para ser lido no Parlamento Britânico, caso tivesse passado a fronteira, diz isto da seguinte maneira: You might have seen my name on Fitna’s credit role, but I am not really responsible for that movie. It was made for me. It was actually produced by Muslim extremists, the Quran and Islam itself.

Por isso é que se compreende que na altura os muçulmanos radicais não tivessem reagido ao filme. Sintomático também o facto de terem sido precisamente os muçulmanos moderados quem mais críticas tinham (e continuam a ter) contra o filme. Mas tendo sempre o cuidado de apenas focar futilidades, a única coisa que os moderados se atrevem a criticar - nunca a essência: os atentados e os cortes de cabeça! Compreensível, porque eles, mais do que ninguém sabem o que é que a casa gasta: uma vida como Wilders, Rushdie ou Ayaan Hirsi Ali não é uma sinecura, nem mesmo para muçulmanos...

P.S. Acho que todo aquele que queira opinar sobre Wilders ou sobre esta questão deveria primeiro ler aqui o seu discurso. Mas cada um sabe de si, e Alá de todos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

INGLATERRA 0 - HOLANDA 0 (ao intervalo)



Nestes últimos tempos aconteceram na Holanda algumas peripécias dignas de registo relacionadas com a religião da paz:


Houve a nomeação de Ahmed Aboutaleb para Presidente da Câmara da segunda cidade do país, Roterdão. Para quem desejar mais detalhes foi publicado no Expresso do dia 10 de Janeiro um bom artigo sobre a pessoa de Simon Kuin, um jornalista holandês que fala muito bem português e que eu conheço das tertúlias da APA (Associação Portuguesa de Amesterdão).

O que Simon Kuin não disse no Expresso e foi uma pena, mas digo eu agora, é que Ahmed Aboutaleb foi o Marroquino que no dia da morte de Theo van Gogh afirmou numa mesquita de Amesterdão - na altura ele era vereador da Câmara de Amesterdão - uma das célebres frases (supostamente de Wilders) de que eu me servi para o teste sobre o correctismo político dos comentaristas do Fiel Inimigo.

Por falar em Wilders. No dia 21 de Janeiro o tribunal de Amesterdão decidiu mover uma acção penal contra Wilders com base em queixas sobre racismo das inevitáveis organizações de muçulmanos, sempre muito preocupadas naquilo que se possa dizer mas muito menos naquilo que pode explodir. O advogado que vai defender a queixa destas organizações chama-se Gerard Spong, trata-se de um dos melhores advogados do país e faz parte das figuras públicas que aparecem na televisão mais vezes do que seria desejável para manter um certo verniz de bom-gosto.

Abraham Moskowitz, outro ilustre advogado do país, é ainda mais figura pública e televisão do que o precedente, tomou a defesa de Geert Wilders por sua conta. Segundo consta, a táctica de Moscowitz vai ser passar por cima do tribunal de Amesterdão e ir direito ao Tribunal Supremo...

Entretanto Abraham Moskowitz (pau-cortado, como diz um amigo meu brasileiro) já tinha iniciado também uma acção penal por conta própria contra Harry van Bommel, o parlamentário de esquerda que fez parte da célebre manifestação em Utreque contra a invasão de Gaza onde manifestantes gritavam “Hamas Hamas, todos os judeus têm que ser gaseados...”, que eu comentei no Fiel há algum tempo.

Nos últimos dias temos a (possível) viajem de Wilders a Inglaterra. Ao ser convidado por um membro da Câmara dos Lordes, Lord Malcolm Pierson, para exibir o seu filme Fitna no parlamento britânico, viu recusada a sua entrada no país pelo governo de Brown! Segundo a declaração oficial: “o governo é contra qualquer forma de extremismo. E recusará a entrada no país a todo aquele que espalhe extremismo, ódio e violência na nossa comunidade”. Lord Pierson, como se compreende, ficou pior que estragado e acha isto absolutely inaceitável e diz que de qualquer maneira vai seguir com a exibição do filme de Wilders (Fitna) no parlamento.

Wilders respondeu que esperava uma acção deste tipo na Árabia-Saudita mas não na Grã-Bretanha. De qualquer forma pensa partir para Londres: ‘que me ponham as algemas se quiserem’, afirmou Wilders.

Outro Lorde, Lord Nazir Ahmed (Partido Trabalhista e pelo nome deve fazer parte da religião da paz) ameaça organizar pessoalmente manifestações com milhares de muçulmanos caso Wilders ponha os pés na Grã-Bretanha.

O governo holandês (e o parlamento), vá lá vá lá, tomou uma posição decente. O Ministro dos Negócios Estrangeiros disse imediatamente ao seu colega britânico que lamentava que um parlamentário de um país da UE não possa viajar livremente na UE. Além disso avisou o embaixador da Holanda na Inglaterra para ajudar Wilders no aeroporto caso seja necessário.

Sinto-me agora na obrigação de responder ao meu Guru Pat Condell, acerca do que ele disse no seu último video-filme sobre a possível condenação de Wilders pelo tribunal de AmesterdãoPeace, and good luck Netherlands. You are going to need it -, sobretudo tendo em conta que agora na Grã-Bretanha já se vai sentindo a necessidade de iniciar uma campanha contra a Sharia:
Good luck Britain. You are going to need it also...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

SERÁ JESUS GAY?


A maior parte de nós passou ontem a noite a comer e beber até dizer já chega – pelo menos é o que eu imagino, mas sobretudo o que desejo a toda a gente. No entanto, muita pouca gente se lembrou que estava a festejar o nascimento de Nosso Senhor.

Eu, só para citar o meu caso, além de comer e beber até ficar empanturrado, passei a noite em simpática cavaqueira com rapazes e raparigas que, tal como eu, jogam squash, sem que o raio da conversa em algum momento tivesse tido alguma conotação com a origem desta Noite de Paz.


Para colmatar esta falta de espiritualidade, gostaria de lhes mostrar este vídeo de Pat Condell, que tem o condão, ou a qualidade, de conseguir destilar a pergunta que 300 milhões de americanos entre duas pernas de peru, e 10 milhões de portugueses entre duas postas de bacalhau, NUNCA colocam: Será Jesus gay?

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

THE UNITED STATES OF JESUS...


Eu, tal como o meu guru, Pat Condell, ando um pouco preocupado com a actual relação entre os EUA e Deus, e para o FIEL INIMIGO não parecer o porta-voz do Partido Republicano, aqui vai uma opinião dissidente em forma de video-blog de Pat Condell intitulado THE UNITED STATES OF JESUS.


Creio que o John MacCain até acharia piada, mas a Sarah Palin, nem pó, se visse isto ficava pior que estragada e exigia da Grã-Bretanha a retirada imediata de Pat Condell da net – caso fosse ela a mandar claro…

Entre outras coisas diz o nosso Pat:

Neste momento é mais fácil fazer passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que um ateu ser eleito presidente dos EUA.

Se Cristo fosse presidente como o mundo seria diferente. Mas é claro que isto é um sonho irrealista, porque Cristo não tem a mínima hipótese de ser eleito presidente! Quantos cristãos de direita vão votar num judeu liberal originário do Médio-Oriente que parece um goddam hyppie. A Fox crucificava-o, se ainda não tivesse sido preso como terrorista…

Acho que neste momento os EUA são um pouco cristãos demais para Cristo.



PS. Desta vez a tradução não é da minha responsabilidade mas de uma alma caridosa, desconhecida e brasileira que agradeço imenso. Para obter legendas é favor carregar na flecha na parte de baixo do ecrã.

sábado, 15 de março de 2008

Islamofilia

Excelente o vídeo de Pat Condell postado pelo Luis Oliveira.
O problema reside claramente no facto de o Islão ser o que sempre foi e o Ocidente, minado pelo marxismo cultural que se entrincheirou nas universidades, no discurso politicamente correcto e nos media, ter vergonha do seu passado, dos seus valores e da sua História.
O Islão não é pacífico nem avançado, nem tolerante.
O Islão é intrinsecamente violento e essa violência releva não só do Corão, nomeadamente dos chamados "versículos da espada", mas também das interpretações dominantes que dele se fazem.
Esperar-se-ia que as pessoas normais encarassem esta religião como perigosa e criassem anticorpos.
Infelizmente tal não está a acontecer e este padrão repete o que se passou com o comunismo durante quase todo o século XX.
A generalidade das pessoas segue a sua vida, razoavelmente inconsciente da magnitude das forças que moldam o seu mundo. Mas as vanguardas, hoje constituídas por uma estranha aliança de islamistas e de activistas de esquerda, continua a usar as velhas tácticas da agit-prop e denuncia constantemente a “islamofobia” e o " racismo".
Estes rótulos são atirados à cara de quem quer que ouse sequer pronunciar-se sobre o Islão (ver a resposta de Paulo Tunhas a um artigo de um "orientalista"), descarada táctica de manipulação que visa castrar moralmente as pessoas, inibindo-as de esboçar qualquer gesto de indignação e desconforto para com uma ameaça concreta e abertamente declarada à sua cultura, valores, vida e modo de vida.
Para a esquerda "progressista" trata-se apenas de mais uma forma de praticar a idiotia útil e de lutar contra a “sociedade burguesa”.
E assim, por não querer parecer “islamófoba”, a Europa agacha-se e torna-se islamófila. Os resultados deste suicídio entram-nos todos os dias pelos olhos dentro, através das notícias da Dinamarca, da Holanda, da França, da Alemanha, do Reino Unido, da Espanha, etc.
A táctica resulta sempre.
Várias sondagens indicam que uma grande percentagem de europeus “compreende” o terrorismo suicida islamista e acha, paradoxalmente, que os grandes perigos para a Europa são os judeus e os americanos, tal como há 3o anos achavam que o perigo vinha dos EUA e não da URSS.
Não, o problema da Europa não é a islamofobia até porque, como diz Pat Condell, compreender a verdadeira natureza da ameaça islâmica não é uma "fobia", porque nada tem de irracional.
O nosso problema é, pelo contrário, uma islamofilia paralisante a que somos conduzidos por medo, por preconceito, por querer parecer "tolerantes, ou, em suma, por absoluta, e irrecuperável estupidez.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Apaziguar o Islão

Como o Carmo da Rosa anda a dormir na forma e não postou ainda por aqui o último e excelente video do Pat Condell, aí fica ele, 8 minutos que resumem tudo o que de essencial há para dizer sobre este tema.

sábado, 19 de janeiro de 2008

THE ABSOLUTELY FABULOUS, MISTER PAT CONDELL

Assim como todas as mulheres modernas que se prezam, têm um stalker à perna e um vibrador na malinha de mão, eu tenho um GURU. Trata-se do fabuloso Sr. Pat Condell. Que desta vez nos vai deliciar com uma curta conferência sobre o Natal. De acordo, vem um pouco fora de horas, mas na época natalícia o Fiel Inimigo ainda não estava operacional, e eu, nestes tempos em que espiritualidade parece estar na moda, senti uma incontida vontade de acompanhar a moda, e ao mesmo tempo dar a conhecer aos meus colegas e leitores o meu apoio espiritual. Por outras palavras, ou melhor, pelas palavras de Paulo Porto: ‘O assunto está exposto e com ele fica a contribuição para que os amigos saibam com o que contam e os inimigos saibam onde acertar em futuras escaramuças. Assim se evitam perdas de tempo em afinações de pontaria.’



Para os leitores menos familiarizados com a língua inglesa traduzi as legendas em português de Portugal. Para português do Brasil, o cara tem que clicar aqui mesmo. Mas quem preferir um ecrã maior e legendas em inglês clica aqui. E quem quiser sem legendas aqui.