PRONOME NO LUGAR CERTO É ELITISMO
Há 2 horas
It is quite gratifying to feel guilty if you haven't done anything wrong: how noble! (Hannah Arendt).
"Por vezes é quase comovente ler nos periódicos, ou nos espaços interactivos, certos textos de conspícuos comentadores, em geral imbuídos de uma filosofia de vida que se aproxima da candura de espírito. Ou, dizendo de outra forma mais carinhosa, da glamorosa ingenuidade que ostentam como aqueles velhos “leões das salas”, os quais, perdida a frescura da mocidade, substituem a musculatura outrora tersa por uma elegância conseguida nas melhores alfaiatarias.
Muitos deles, para mostrarem que são democratas, que são isentos ou qualquer outra inanidade que lhes abrilhanta o bestunto, perdem laudas a analisar as “motivações” desta ou daquela figura grada dos entrepostos comunistas, com soma de pormenores que esquecem, ou fingem que esquecem, que um militante comunista, seja de base ou dirigente, é antes de tudo uma função. Basta ter-se lido e ter-se olhado com olhos de ver o comportamento das internacionais marxianas e quem as compõe e tem composto, para se perceber isto: o que os move, antes ou depois de tudo, é deitarem abaixo o que não é deles, feito por eles ou por eles controlado."
Como referi anteriormente, as coisas começam a suceder...É preciso que nós, portugueses de bem, "malhemos o ferro enquanto está quente", como sói dizer-se. É necessário, através dos mídias, EXIGIRMOS que o Sistema Judicial não abafe nem deixe esfumar-se a possibilidade de se fazer uma limpeza nos díscolos que têm pouco a pouco destruído o imaginário colectivo e societário nacional. Cabe-nos deixar uma nação melhor aos vindouros, iluminando ao mesmo tempo o quotidiano.
Os "chefes da banda" têm de ir para a enxovia, não por vingança mas por Justiça.
Um documento interno de estratégia da Comissão Europeia "exige o fim dos subsídios para a energia solar e eólica pelos países da UE e que isso deve ser feito o mais rápido possível". O Comissário Günther Oettinger da UE para a Energia quer apresentar oficialmente o papel, em Bruxelas. Este, escreve o FAZ, fornecerá ao governo alemão uma cobertura para o seu plano para cortar seus próprios subsídios para a energia solar em 30%.
Apesar de todo o simbolismo e a lábia do governo de Merkel e da coalizão de apoio à energia eólica e solar, suas ações contam uma história diferente. Eles não as querem mais!
"Tenho que escolher entre me suicidar ou pular num poço cheio de tubarões", compara Rana Gaber, 25 anos, a necessidade de optar entre o representante do antigo regime ou os islâmicos. A jovem revolucionária está decepcionada com os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais no Egito.Entretanto, dos indignácaros do costume e da comunicação social comprometida (quase toda), o silêncio é total. Como sempre, para eles, quanto pior, melhor.
Ahmed Schafik, remanescente do regime Mubarak, e Mohammed Mursi Mosi, membro da Irmandade Muçulmana, conseguiram com uma diferença apertada chegar ao segundo turno do pleito, marcado para meados de junho próximo. Com essa os revolucionários não contavam. "A Irmandade Muçulmana vendeu a revolução e Schafik tem sangue nas mãos. Como é que podemos eleger alguém assim?", pergunta Rana.
Os resultados de anos e anos de ensino socialista começam a surgir: vem ai uma catástrofe nos teste intermédios de matemática. É a ressaca do 'eduquês' das competências, do ensino centrado no aluno, do ensino inclusivo, da burocracia labirintica, da indisciplina galopante, do facilitismo, da perseguição e desautorização dos professores, dos planos disto e daquilo, dos projetos de fachada, do show-off, das montanhas de papel, da relação com a comunidade, das ações de formação em dança tibetana, dos coitadinhos dos alunos, dos pais a mandar na escola, dos psicólogos a mandar nas aulas, de todos a mandarem nos professores e do direito ao sucesso.
Alguém que peça contas à parelha Ana Benavente/Lurdes Rodrigues.
Planos para crescimento económico
Plano estratégico do sector têxtil
Plano tecnológico da educação
Plane de grandes investimentos e infraestruturas (manada de elefantes brancos)
Plano estratégico nacional de turismo
Plano estratégico para a indústria de molde se ferramentas especiais
Programa de modernização do comércio
Programa de apoio aos investimentos na produção de energia (que nos deixou a pagar a energia 6x mais cara)
Programa de apoio à indústria
Plano de financiamento das SCUTS
Plano para o Oeste
Plano para o aeroporto de Beja
Plano para plataformas logísticas
Plano Nacional de Promoção da Bicicleta e Outros Modos de Transportes Suaves. (Via Lisboa - Tel Aviv)
A propósito do post "Fraco desempenho dos alunos ou testes demasiado exigentes", o colega Fernando Roriz fez este oportuno comentário:
Já todos percebemos que o MEC está a regressar ao patamar dos anos 90.
Só que, nessa época, o "eduquês" , na sua versão lurdista, ainda não fazia mossa e a indisciplina obscena ainda não tinha nascido. O estatuto do aluno era outro, era decente. Hoje, o estatuto do aluno é "obsceno" para a escola pública e está ao serviço da indisciplina reinante.
Portanto está aqui uma boa equação para resolver (bem difícil por sinal): como conciliar o novo grau de exigência que se pretende nas escolas com a indisciplina e o eduquês reinantes?
É que, na escola pública, está tudo como Maria de Lurdes Rodrigues quis. Ou não está?
Assim, regressar aos anos 90, por mim está bem desde que todas as "dimensões" da escola pública regressem também. Caso contrário, a equação acima referida bem que poderá ser designada por "equação utopia".
Fernando Roriz
Bem visto. Nuno Crato faz bem em ajustar em alta os níveis de exigência dos testes intermédios, provas de aferição e exames mas para que a equação não seja utópica tem também de fazer regressar outras variáveis aos níveis de exigência e rigor dos anos 80 do século passado. E isso tarda para desespero dos professores.
E a reforma do Estatuto do Aluno, prometida há longos meses, tarda em ser aprovada. A prometida restauração da autoridade dos professores corre o risco de não passar de uma promessa. E a anunciada eliminação da burocracia inútil parece conhecer o mesmo caminho: adiamento.
Voerde Aluminium announced its insolvency on 8 May due to lowering prices for aluminium combined with rising production costs. This was "an indicator of the gradual process of de-industrialization," said Ulrich Grillo, president of Germany's trade body for the metal industry, WirtschaftsVereinigung Metalle (WVM).
"Production of metals, particularly aluminum, is at risk in Germany due to high electricity prices that are no longer internationally competitive," said Grillo.