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quinta-feira, 7 de outubro de 2021

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Seis anos de socialismo

No Inconveniente, Ramiro Marques:

O Governo social-comunista dirigido por António Costa, com apoio parlamentar da extrema-esquerda estalinista e trotskista, deixou o disfarce e aposta agora na construção do socialismo puro e duro. 

A linguagem dura e crua de António Costa aproxima-se cada vez mais da retórica dos caudilhos comunistas da América Latina. É uma linguagem que separa o nós do eles. Há os “nossos” e há “os outros”. E, para os que não comungam das virtudes de um Estado socialista que se impõe a todos como necessário, faz-se uso do ostracismo, do cancelamento e da desqualificação. Estes ficam de fora do espaço público com o risco de se verem colados a um pretenso discurso de ódio que os desqualifica e rebaixa.

No Portugal de hoje, a caminho do socialismo, o Estado acumula novas funções ao mesmo tempo que degrada os serviços. As novas funções e o alastramento da intervenção do Estado a todas as áreas da economia e sociedade exigem o reforço do esbulho fiscal. Exemplo dessa voracidade fiscal é a provável obrigatoriedade do englobamento, para efeitos de IRS, dos ganhos com rendas de casa e mercado de capitais.

A linguagem molda o pensamento e o Governo social-comunista usa-a com mestria, ampliando a inveja e ressentimento das massas face ao mais pequeno vislumbre de lucros. A retórica social-comunista combate os capitalistas, incorporando a ideia de que a propriedade é um roubo. Seis anos de construção do socialismo trouxeram-nos até aqui: somos um dos cinco países mais pobres da Zona Euro; estamos a divergir da média da União Europeia; a carga fiscal não pára de crescer; e as liberdades são cada vez mais uma miragem.

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

É urgente a catástrofe!

  
por Helena Matos no Observador.
 
 
A cada frase do editorial do PÚBLICO a justificar a “despublicação” (extraordinária puerilidade a desta palavra!) do artigo de opinião do médico Pedro Girão sobre a vacinação das crianças e dos jovens contra o Covid tornava-se-me evidente que o emergentismo é o novo caminho da servidão: tudo o que é válido, como a condenação da censura, é posto de parte desde que se invoque a excepcionalidade do combate que se está a travar.
 
Não está em causa se concordo ou não concordo com as opiniões expressas pelo médico Pedro Girão. (Aliás, o próprio facto de antes de se começar uma frase se ter de fazer uma espécie de declaração de apoio às políticas oficiais, por mais erráticas que elas sejam, para não se ser rotulado negacionista, conspiracionista ou qualquer outro “ista” é bem sintomático da degradação da nossa liberdade e da alienação do mais elementar bom senso.) O que sim está em causa são as questões levantadas por Pedro Girão: quais as consequências da alteração dos prazos de segurança na aprovação das vacinas contra o Covid? Faz sentido vacinar crianças para, dessa forma, se protegerem os adultos e não tanto as crianças?
 
Até há algum tempo defendíamos o direito a divergir nas respostas. A declarar que estávamos de acordo com o autor do texto ou que, pelo contrário, discordávamos dele vivamente. Agora isso acabou.
O PÚBLICO, essa espécie de barómetro linguístico do politicamente correcto, verbaliza esta transformação ideológica que a pandemia propiciou: “Numa questão tão sensível como a da pandemia, recusamos em absoluto promover juízos que tendem a negar a importância ou o relativo consenso científico em torno das vacinas.”
 
É aqui precisamente, nesta invocação da “questão tão sensível” para impor um autoritarismo que oficialmente se execra, que está o cerne do emergentismo de que o PÚBLICO, como boa parte da comunicação social, se tornou órgão de divulgação e propaganda: as sociedades do bem-estar, vulgo democracias burguesas, não estiveram disponíveis para revoluções colectivistas. E de facto não foi pela via revolucionária clássica que o controlo estatal nos foi imposto, mas sim através de um combate para nos salvar da doença, para nos proteger do vírus, para nos manter saudáveis.
 
Sempre soubemos que não podíamos viver num mundo com zero terroristas, zero SIDA ou zero criminalidade pois o preço a pagar por tais “zero” era demasiado elevado e sobretudo incompatível com os nossos valores e forma de viver. Mas isso era o que se sabia antes do grande reset estatista das nossas vidas em que o combate ao Covid se transformou. Perante o Covid, o objectivo não foi defender o nosso modo de vida, como aconteceu aquando do aparecimento da SIDA ou do ataque às Torres Gémeas, mas sim suspender esse modo de vida.
 
Sociedades envelhecidas, domesticadas pelo constante controlo fiscal, desprovidas de bom senso, idiotizadas por activismos minoritários, mostraram-se particularmente vulneráveis quando postas perante uma ameaça sanitária. Onde as velhas ideologias falharam triunfou o emergentismo: o dia a dia dos povos está transformado num conjunto de absurdos justificado pelo combate ao Covid. O controlo e o poder dos estados sobre os cidadãos aumentou exponencialmente. Não menos importante, não são pedidas responsabilidades, tudo fica para depois. Por exemplo, continuamos à espera de explicações para a desvalorização do vírus efectuada pelas autoridades europeias no início de 2020 ou para a conduta errática da OMS.
 
O emergentismo tornou-se a zona de conforto de boa parte dos nossos governantes: Biden fez a América cair em Cabul, mas, em Novembro, na Cimeira do Clima, lá estará a querer salvar nada menos que o planeta. E com ele os líderes dos diferentes países da NATO que não só não investem na sua defesa (a dependência face aos EUA é quase total) como entretêm o vazio de funções a produzir textos inúteis como Gender balance and diversity in NATO ou NATO Climate Change and Security Action. 
Não se consegue manter uma força de dois mil homens no Afeganistão, mas salvar o planeta, esse sim, é um objectivo realista, entendendo-se por salvar o planeta tudo e o seu contrário, sobretudo se, tal como aconteceu com o combate ao Covid, o tudo e o seu contrário se traduzirem não em aperfeiçoarmos o nosso modo de vida mas sim em suspendê-lo outra vez.
 
Não por acaso, catástrofes pelas quais até há pouco se pediam responsabilidades aos governos – como os incêndios ou os mortos nas inundações – passaram a ser apresentadas como uma consequência das alterações climáticas, logo fatalidades que só desaparecerão quando no Ocidente, e só no Ocidente, nos tivermos libertado do pecado das emissões, do automóvel, dos aviões, dos bifes, do banho diário…
 
Os incêndios florestais, tal como as cheias, podem ser influenciados e agravados pelas alterações climáticas. Mas não foram as alterações climáticas as responsáveis pelo recente falhanço do sistema de alertas meteorológicos na Alemanha ou pelo descontrolo das autoridades portuguesas aquando dos incêndios florestais de 2017.
 
As grandes burocracias que nos governam têm no emergentismo a sua verdade conveniente: não são eles que falham, são os povos que não cumprem.
 
Os próximos anos serão marcados pelo emergentismo porque os próximos anos serão marcados por políticos de um mundo em decadência: os generais argentinos invadiam as Malvinas. Os nossos dirigentes vão salvar-nos do vírus; depois vão salvar o planeta…
 
Se alguém tiver perguntas sobre a razoabilidade das decisões, o acerto das medidas ou o impacto dos programas aprovados para salvar o planeta ou salvar o que vier a seguir, não duvido que muitos jornais, rádios e televisões “despublicarão” os artigos em que elas sejam formuladas e, parafraseando o PÚBLICO, explicarão que não se deve quebrar o relativo consenso científico em torno duma questão tão sensível.
 
Ps. Por estes dias muito se tem falado das imagens dos helicópteros americanos nas retiradas de Cabul e Saigão. A estas imagens símbolo do que não esperávamos ver junto uma outra: a da tripulação do Boeing 747 francês que a 1 de Fevereiro de 1979 levou o Ayatollah Khomeini de regresso ao Irão, enquanto o Xá e a sua família não conseguiam que algum dos seus antigos aliados ocidentais os acolhessem pelo menos pelo tempo suficiente para que Reza Pahlavi morresse em paz, pois o linfoma de que sofria tinha-se agravado dramaticamente, o Ayatollah Khomeini era levado de França para o Irão, rodeado de um fascínio entre o subserviente e o festivo, simbolizado pelo gesto do assistente de bordo francês que ajuda Khomeini a descer as escadas do avião.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

 Aqui: https://inconveniente.pt/crepusculo-afegao/
 

José do Carmo

O resultado das guerras costuma ser determinante no destino das nações, e ganhar ou perder depende frequentemente, como a História mostra, da vontade e da capacidade de uso da força.

Como dizia Tu Yu em “A Arte da Guerra”, de Sun Tsu (séc. IV a.C.):  

“Há ocasiões, na guerra, em que muitos não podem atacar poucos e outras em que os fracos podem dominar os fortes. Quem tais circunstâncias souber manipular, sairá vitorioso.”

Esta é uma verdade cartesianamente evidente que podemos comprovar não só nas guerras que a História documenta, mas também nos episódios de pancadaria que eram comuns na infância de anteriores gerações em tempos em que, pelo menos os rapazes tinham de, por si mesmos, literalmente lutar para estabelecer a sua posição na hierarquia dos grupos de que iam fazendo parte. É verdade que os mais fortes tinham uma vantagem inicial, pela percepção de poder que incutiam nos outros, mas alguns putos, mais reguilas e destemidos, ainda que franzinos, conseguiam, em regra, marcar também a sua posição, porque eram temerários e não se encolhiam.

Foi assim também em incontáveis batalhas e guerras.

Para não ir mais longe, em Aljubarrota, numa batalha cujo aniversário se comemorou há três dias, o exército castelhano, ainda que largamente superior, em número, armas, treino e equipamento, desmoronou-se psicologicamente, debandou desordenadamente, e sofreu uma espantosa derrota.

No Afeganistão, para além das estratégias, das tácticas, dos pormenores, e das diversas incidências circunstanciais, terá acontecido algo parecido e o Exército afegão, muito superior em número, equipamento e organização, evaporou-se quase instantaneamente face a uma horda de “estudantes de teologia” cujas únicas vantagens são intangíveis ,como a determinação, o querer e sobretudo uma crença.

Porque razão isto aconteceu, ainda se irá apurar em pormenor e haverá certamente as mais especiosas teorias.

Na minha opinião, o facto de ter sido formado e treinado à imagem do Ocidente, segundo um modelo funcional que há muito deixou de valorizar os incorpóreos de combate, para apostar todas as fichas no gesto técnico, no saber fazer, na tecnologia, na máquina, terá sido uma das explicações.

Este Exército, referem aqueles que por lá passaram, tinha tudo menos coesão e vontade de lutar e não tinha esses intangíveis, porque não só eles escasseiam também no arsenal daqueles que o construíram, como as próprias lealdades tribais se sobrepõem ali a qualquer identidade do tipo nacional.

O Ocidente, do qual fazem parte os militares que tentarem construir aquele Exército, é também cada vez mais uma frágil construção kantiana, relativista, que abomina o nacionalismo, aspira a ilegalizar a guerra e se acredita já para lá da História, tendendo a pensar que as guerras são indesejáveis reflexos de um mundo antigo e deixando-se embalar na ideia de que só devem ser travadas em tabuleiros assépticos, desenhados segundo determinadas regras.

Como nas guerras reais, o “outro” não colabora e não hesita em usar as regras “éticas” do inimigo para se proteger e atacar, os mais fortes surgem frequentemente em manifesta desvantagem porque embora disponham de capacidades organizacionais e tecnológicas aparentemente superiores, estão cada vez mais limitados no seu uso por uma intrincada teia de condicionamentos éticos, morais, legais, estratégicos, organizacionais e instrumentais que os transformam em Gullivers, enojados de si mesmos e voluntariamente à mercê de liliputianos determinados.

Por isso, não ganharão nenhuma guerra em que se confrontem com um “hostis” determinado e coeso. Essa foi a razão pela qual a guerra no Afeganistão se arrastou ao longo de tantos anos.

A NATO  e os países que colocaram tropas no terreno, auto-limitaram-se nos objectivos, nos meios, nas estratégias e no próprio uso da força face a inimigos que, sabendo não ter hardware para vencer, transferiram o esforço para o campo das vontades e dos interditos (legais e morais). No Afeganistão, o combate foi sempre levado a cabo sob múltiplas restrições e caveats a que, em 2006, o antigo SACEUR (Comandante Supremo Aliado para a Europa) da Nato, o general James Jones, chamou “cancro operacional”.

Como se a guerra fosse uma justa de cavalaria, com lanças embotadas e cavaleiros galantes e leais.

A vitória nestas condições era manifestamente impossível.

O efeito cumulativo e corrosivo das auto-limitações ao uso da força, traduz-se na redução da capacidade de dissuasão, encorajando os pequenos actores a avançar.

E assim, tendo vergonha de explorar a sua superioridade tecnológica, temendo as baixas próprias, civis e do inimigo, atormentado pela compulsão moralista de limitar os danos infligidos ao inimigo, o Ocidente vê-se sempre na contingência, ou de combater em desvantagem ou de declarar unilateralmente a derrota e render-se.

É que, quando as batalhas não se travam ou não decidem, a guerra é um mero teste de vontades e será ganha por aquele que a mostre como inabalável. Quem usa a força de forma previsível, tíbia, limitada e pouco dissuasora, estimula apenas a agressão e não a desistência do inimigo.

Foi assim que os EUA perderam a guerra do Vietname, foi assim que a NATO perdeu no Afeganistão.

Mas a fuga desordenada do Exército afegão, tem uma outra causa: a desastrosa decisão da Administração Biden, embebida até à medula de ideologia “woke”, de não lutar.

Não lhe teria sido difícil parar a ofensiva taliban.

Com alguns ataques aéreos maciços tinha feito duas coisas essenciais, no campo das vontades: incutir medo aos atacantes, dissuadindo-os de avançar; e dar confiança ao Exército afegão. A dissuasão depende da percepção (pelo adversário) da nossa capacidade e vontade de usar a força e a Administração Biden deu todos os sinais de que não tinha essa vontade.

Em consequência, os taliban avançaram com o destemor do puto reguila e os soldados do Exército afegão percepcionaram-se a si mesmos como derrotados. Ninguém luta muito por algo a que não “pertence” e dai ao medo e ao pânico foi um instante e o matulão fugiu do recreio acossado pelo puto franzino.

O que há aqui é sobretudo uma assimetria de querer. De um lado há paixão, causas, crenças e outros intangíveis; do outro lado, apenas armas e gente que não se reconhece em nada de relevante, que não tem um “nós” que agregue e pelo qual lute. De um lado identidade, pertença e coesão; do outro alteridade, relativismo e atomização.

Como escreveu Yeats, em The Second Coming (1919):

“The best lack all conviction, while the worst   
Are full of passionate intensity.”

(“Aos melhores faltam convicções,
enquanto os piores estão cheios de uma intensidade apaixonada”).

Esta falta de querer e de pertença, é também facilmente discernível nas nossas sociedades nas quais, por via ideológica ou por emergência de determinados valores que substituem aqueles pelos quais se luta e se morre, o nosso “nós” está a desagregar-se e a tornar-se detestável a largos sectores da sociedade, conduzindo ao ódio a si mesmo e ao grupo do qual se faz parte.

Anteontem, Yanis Varoufakis, o darling grego da esquerda festiva e woke, manifestava a sua alegria pela “derrota do imperialismo e do liberal-neo-conservadorismo”, o qual aconteceu às mãos de um movimento retrógrado islamista.   Quanto às mulheres, condenadas à irrelevância, à ignorância e à subalternidade, atirou-lhes um hipócrita “aguentem-se”. Que diria a espantosa criatura se fosse a sua filha a ter de “aguentar-se” na escravatura?…

Esta derrota no Afeganistão não é contudo um mero problema local, mas mais um sinal de que o matulão tem medo e foge.

Os inimigos do Ocidente percebem bem isto e, tal como a URSS aproveitou a débacle americana do Vietname para avançar em todos os palcos, naquilo que, durante uns tempos, foi uma ofensiva imparável, o que se segue a esta derrota, e sobretudo à forma como ocorreu, vai reforçar as percepções de que o recreio tem novos senhores.

E quando o antigo senhor se retrai, trai os amigos e se morde a si mesmo, como está a acontecer pela marcada divisão interna, a perda de coesão, de orgulho nacional, e de pertença, as hienas avançam e impõem a sua regra.

Esta Administração americana, tão louvada pelos média, tão protegida pelas redes sociais, tão lustrada pelos fracos políticos europeus, soma desastres sobre desastres e, a menos que haja uma ressurgência do patriotismo, da confiança e do orgulho nacional, o Afeganistão poderá muito bem ter sido o prego mais determinante no caixão da era americana. E, por consequência, o sinal do advento de uma nova era na qual os nossos descendentes, aqui também na Europa, vão ter de sair do condomínio kantiano e enfrentar por si mesmos a realidade hobbesiana que os novos bárbaros lhe trarão até às portas.

Num conflito existencial o que importa é quem prevalece, e não se pode ser agnóstico ou neutral em questões existenciais. Há que assumir que, em determinadas circunstâncias, o uso da força não só é legítimo como necessário. Mas só eficaz quando se baseia num núcleo duro de valores indiscutíveis, em torno dos quais se endurece a coesão.

Quem deseja a paz, não pode vacilar na vontade de pagar o preço desse bem essencial que jamais foi gratuito. E que, muito menos, depende dos apelos patéticos do Secretário-Geral Guterres e do Papa Bergoglio, cujas intervenções cada vez mais fazem lembrar a converseta das misses nos concursos de beleza.

Igitur qui desiderat pacem, praeparet bellum (“Portanto, quem quer a paz, prepare a guerra”) escreveu Vegécio, há mais de 1.500 anos. Oxalá não tenhamos de reaprender isto da pior maneira.

José do Carmo

Editor de Defesa do Inconveniente

** O autor usa a norma ortográfica anterior.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

A Gestão da Pandemia e as crianças em 2021

 

 " Plataforma Cidadania XXI realizou, no passado dia 2 de Agosto, uma Tertúlia cuja temática foi A Gestão da Pandemia e as Crianças em 2021, contando com a participação do Dr. António Ferreira e Dr. António Pedro Machado - com a moderação de Elisabete Tavares. A tertúlia permitiu a reflexão sobre diversos aspectos da gestão sanitária em Portugal, assim como o recente debate sobre a vacinação em crianças e jovens."

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Quando a fraude sai fora de controle

No blog de André Dias:

"Os EUA prepararam o terreno previamente para assegurar a “eficácia” das vacinas. O CDC emitiu ordens para que os vacinados não sejam testados sem sintomas, uma mudança radical no valor preditivo positivo dos testes, logo no número de falsos positivos, logo no número de “casos”, logo no número de “mortos com covid”. Simples, eficaz. Ganharam o jogo no balneario da fraude. Obviamente agora dizem que a maioria dos mortos são nos não vacinados, obviamente, não testam os vacinados, não podem saber que “tem” covid, não podem morrer com o dito.

No UK não subverteram a testagem de forma descarada. Embora o tenham tentado, como o sistema de saúde não tem custos ao utente, não conseguiram estancar a pressão social para ser testado. Continua a haver testagem sem qualquer critério, logo baixissimo valor preditivo, logo esmagadora maioria de falsos positivos. Logo as vacinas não apresentam qualquer eficácia, é impossivel influenciar um processo aleatorio, os erros de teste.

Como não o podem manipular no balneario, manipulam a narrativa. Vem o jornalixo que apostou a credibilidade toda na narrativa, contar estórias da carochina como a inutilidade da vacina é um bom sinal. Afinal continuam a morrer exactamente os mesmos números, acrescidos das mortes induzidas pela vacina, mas isso é bom! Foram enganados a arriscar a vossa saúde com drogas experimentais e afinal não estanca nada, mas isso é bom (para a nossa conta bancária)

Uns jogam nos balnearios, os outros festejam os auto golos."

terça-feira, 23 de março de 2021

A China é um exército em marcha

 Este artigo por José Carmo foi publicado no jornal Inconveniente mas parece ter desaparecido de lá:

A recente e gelada reunião bilateral entre a China e os EUA, no Alasca foi um bom retrato de que a era da “harmonia” já lá vai e não volta, pelo menos nos termos que conviriam ao Ocidente.
 
O que aí vem, e que a hostilidade aberta da Administração anterior já sinalizava, é uma China confiante, nos seus objectivos, estratégias, meios e, sobretudo, no seu poder.
 
É essa confiança que leva à arrogância que se começa a notar, no engrossar da voz, na exibição do músculo militar, na ameaça aberta a quem se coloca, por palavras, actos ou omissões, no caminho do dragão em direcção ao seu grande objectivo: O regresso ao antigo e grandioso estatuto de “Império do Meio”, um degrau acima de todos os outros povos do mundo, os bárbaros que devem fazer ritualmente o kowtow, o acto de submissão dos vassalos ao soberano.
 
A China, oficialmente numa “Nova Era”, nas palavras de Xi Jinping, pretende, até 2050 o “grande rejuvenescimento da nação chinesa”, o que significa o “regresso a uma posição de poder, prosperidade e liderança”, no tabuleiro internacional. Isso implica competição estratégica com qualquer poder que se atravesse no seu caminho e a prossecução determinada do controlo social e da modernidade cientifica, tecnológica, industrial, militar, etc.
 
Alcançar o estatuto perdido nos dois séculos anteriores, no confronto com o Ocidente, implica também, para a liderança comunista, reunificar completamente o território que considera seu, nomeadamente Taiwan.
 
A estratégia chinesa é paciente e abrange todos os domínios do poder, a começar pela reformulação da actual ordem internacional, considerada incompatível com o sistema socialista e intoleravelmente limitador dos seus fins estratégicos, da sua soberania, segurança e interesses. Como disse Xi Jinping, “temos de lançar as fundações de um futuro onde teremos a iniciativa e a posição dominante”
Uma das prioridades tem sido o desenvolvimento económico, porque só ele pode gerar os recursos necessários para prosseguir sinergicamente os objectivos de modernização, incluindo as bases cientifica, tecnológica, industrial, militar, social, económica, etc. O que significa que, ao contrário das sociedades abertas, não há uma linha divisória clara entre o que é civil e o que é militar.
 
Basicamente, a China é um Exército em que tudo obedece ao Comandante, com tudo o que de vantajoso ou desvantajoso isso implica (sim, há algumas desvantagens militares, a começar pela comprovada ineficiência dos fluxos de informação quase exclusivamente top-down, em situações fluidas e complexas, como as que ocorrem nas batalhas e guerras modernas)
O objectivo militar está definido com alguma clareza: -Até 2050, possuir umas Forças Armadas de “classe mundial”, nas exactas palavras de Xi Jinping (2017), significando isto que tais FA serão equiparadas ou superiores às dos EUA, ou de qualquer outra potência que entretanto surja.
 
Neste momento, a menos de 30 anos, a China está a agir em conformidade, alocando recursos, tecnologia e vontade política.
 
Em 2019 o governo chinês anunciou um aumento de 6,2% nas despesas militares que é já, oficialmente, o segundo maior do mundo. Todavia os números deverão ser muitíssimo superiores, dada a prática chinesa de só divulgar as informações que lhe interessa divulgar.
 
Na realidade está já a confrontar directamente os EUA em alguns itens.
 
Neste momento o Exército chinês é claramente o mais numeroso do mundo, e está a modernizar-se a olhos vistos, tanto em equipamentos, como em doutrinas de emprego.
 
A Marinha é também a maior do mundo, em número da navios, está a modernizar aceleradamente as plataformas com equipamentos e doutrinas, e a dotar-se de mais submarinos, porta-aviões e sistemas de comando, controlo e comunicações.
 
A Força Aérea com cerca de 2500 aeronaves de todos os tipos é a maior da região, e tem vindo a equipar-se com material de elevada qualidade que, em alguns campos, se equipara já ao que de melhor se fabrica nos países ocidentais.
 
A Força de Mísseis, além dos milhares de vectores convencionais baseados em terra (balísticos e de cruzeiro) está dotada de centenas de ICBM, aptos a lançar cabeças nucleares a distâncias que abrangem todos os continentes.
 
Em matéria de guerra no espaço, ciberguerra e guerra electrónica e psicológica, os progressos são extraordinários e o alvo principal são exactamente os EUA.
 
A ideia é, por enquanto, dissuadir, deter ou derrotar intervenções de terceiros durante eventuais operação nas imediações, como, por exemplo a retomada de Taiwan, mas a projecção de poder para zonas mais longínquas está a ser preparada metodicamente, não só com a construção acelerada de porta-aviões, mas também com instalação de bases de apoio. Uma já existe em Djibouti, e estão a ser consideradas outras em Myanmar, Tailândia, Singapura, Indonésia, Paquistão, Sri Lanka, Emiratos, Quénia, Seychelles, Tanzânia, Angola, Tajiquistão, Cambodja, etc.
 
Isto além dos portos que a China já adquiriu nos EUA, Europa, África, etc, e nos que procura activamente adquirir, como o de Sines.
 
A China conduz também operações para influenciar decisões de outros países, que sejam favoráveis aos seus objectivos, através de instituições culturais, media, negócios, academia, e politica, nos EUA, países importantes e instituições internacionais, tendo em vista fazer prevalecer a narrativa chinesa e lançar a divisão e a fragmentação nas sociedades potencialmente adversárias.
 
Paralelamente continua a roubar e/ou sabotar os esforços de pesquisa cientifica e tecnológica dos países ocidentais, usando de acções legais e ilegais. Investimento estrangeiro, joint ventures, fusões, aquisições, espionagem, etc.
 
Em síntese a China age de forma absolutamente maquiavélica relativamente a tudo, desde o clima ao comércio internacional, assinando acordos que cumpre apenas se e quando lhe convém, mas que comprometem os países ocidentais que os assinam, dada a forma como os encaram.
 
A nível militar, mais do que o hardware, que é, em si, impressionante, importa ressaltar a alteração das doutrinas de emprego e conceitos operacionais, cujo enfase está a ser colocado na preparação para operações conjuntas, prontidão e capacidade de projecção de poder.
 
Claro que há ainda muito para fazer, a China não tem ainda as capacidades militares para se confrontar com os EUA num conflito global, mas torna-se evidente que a paulatina modernização das FA não se destina apenas a mostrar brilho para inglês ver, ou para uso nos eventuais conflitos locais.
 
O que se busca é o seu efectivo uso integrado com os objectivos estratégicos chineses que são, também eles, de “classe mundial” ou seja, nada menos que uma mudança radical da ordem internacional com a China a desaguar um belo dia como a hiperpotência hegemónica.
 
Independentemente das incertezas do futuro, o facto é que a China tem uma visão estratégica, um objectivo, um plano, capacidades e vontade politica que concorrem para um desfecho que, a ser concretizado, fará da China a hiperpotência mundial, com tudo o que isso significa para o resto do mundo.
 
A China é um Exército disciplinado, que usa todos os aspectos do poder, tendo em vista a clara missão delineada pelo imperador do momento, o Sr Xi Jinping.
 
Com as velhas máximas de Sun Tzu e um discurso delicodoce, vai enleando o resto do mundo, particularmente o Ocidente, numa teia de dependências (o Ocidente descobre-se já hoje perigosamente dependente da China para a obtenção de inúmeras matérias primas, como as terras raras, e produtos industriais diversos, em todas as sectores da actividade) e opções tais, que, quando chegar a hora do falcão, só poderá respirar com a autorização do Imperador.





domingo, 14 de março de 2021

Já se fecharam escolas. Por causa da histeria

andre-dias.net

"Os miúdos dos morangos com açúcar são agora adultos. Mas continuam incapazes de distinguir realidade de ficção, e assim exigiram a destruição do país. Tiveram sintomas. Arrastaram milhões para a sua doença mental."

Portugal poderá [ou não] ter futuro

No Inconveniente:

«É a hora de refazer a política. Dar esperança de uma vida melhor a cada português. É hora de voltar a acreditar na nossa amada Pátria. Devolver-lhe a luz e a confiança de outros tempos. Fazermos das conquistas do passado a motivação para reconquistar o amanhã. Vamos cumprir Portugal! Pensemos o país em nome das futuras gerações e não apenas nas próximas eleições.»

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

A ISTO CHAMA-SE DECLÍNIO. A PARTIR DE QUE MOMENTO SE TORNA IRREVERSÍVEL?

 (Por Helena Matos, Observador)

 Há 60 anos Portugal mantinha uma guerra em África. 
 
Há 45 recebia 800 mil retornados. 
 
Hoje Portugal não consegue controlar os paióis ou montar um plano de vacinação. Sobrevive graças ao apoio da UE.
 
O país que agora não consegue passar à prática um plano de vacinação é o mesmo que em 1961 montou em poucos meses um Serviço Postal Militar que quotidianamente tratava dez toneladas de correio. Recordo que em Junho de 1961, após os incidentes de Luanda de 4 de Fevereiro e os ataques às fazendas no norte a 15 de Março, começara uma forte mobilização de militares para Angola. 
 
Com o acréscimo de militares o caos instalou-se nos CTT de Luanda: as famílias escreviam aos militares ali destacados mas as cartas não chegavam ao destino pois os CTT Ultramarinos não só não tinham capacidade para tratar tanto correio como nem sequer tinham estações em muitos dos locais para onde os militares eram transferidos após chegarem a Angola. 
 
Torna-se então óbvio às chefias militares que têm de intervir porque sem correspondência é impossível manter as tropas motivadas e as respectivas famílias com a tranquilidade possível: o então Chefe do Estado-Maior do Exército, General Câmara Pina, requisita Ernesto Lourenço Dias Tapadas, funcionário dos CTT de Elvas, para montar um Serviço Postal Militar pois fora Ernesto Dias Tapadas quem os CTT tinham indicado no ano anterior, 1960, para criar uma secção postal nas manobras anuais em Santa Margarida em que tinham participado 15 mil homens.
 
Dentro de algum tempo o Serviço Postal Militar tratava dez toneladas de correio por dia. Em média cada militar escrevia 13 aerogramas por mês e recebia dez. Entre 1961 e 1975 circularam 376 milhões de aerogramas. Aos aerogramas há que juntar as cartas, os cartões de Natal, os vales do correio e as encomendas. Tudo somado, estima-se que o Serviço Postal Militar tenha recolhido, transportado e distribuído 21 mil toneladas de correspondência. 
 
Porquê recordar agora esta história?
 
Para lembrar que não é preciso recuar muito para perceber que já fizemos operações de grande exigência e em contextos adversos. 
 
Custa dizê-lo e custa ainda mais vivê-lo mas temos de o assumir: o país que agora não consegue sequer saber que armas tem guardadas e em que paióis as tem conseguiu manter um esforço militar assinalável noutro continente, África, em territórios separados entre si por milhares de quilómetros. 
 
O país que agora não conseguiu assegurar a tempo aulas online aos alunos do ensino público é o mesmo que em 1975, no meio de uma situação politicamente convulsa, recebeu quase um milhão de pessoas provenientes de África, colocando muitas delas em pensões, hotéis ou seminários. 
 
Que teve de lhes fornecer novos documentos, certificados de habilitações, cartões de saúde e lugares nas escolas para os filhos. Dirão que foi caótico. 
 
É verdade que muitas vezes o foi mas se compararmos a dimensão do que então se conseguiu tratar com os meios então existentes com o que agora está a acontecer temos de admitir que Portugal perdeu capacidade e competência. 
 
Em Fevereiro de 2021 quando há vacinas não há listas de prioritários, quando se seleccionam os prioritários não há lista de reserva, quando há seringas não há agulhas, os hospitais de campanha só agora, em Fevereiro, escolhem potenciais voluntários, as escolas não têm os computadores que desde Março do ano passado se sabia irem ser necessários… 
 
O que Portugal está a viver neste momento não são tanto os efeitos da pandemia mas sim o confronto com algo que temos procurado iludir: somos um país em declínio. Intuímo-lo nos incêndios de 2017.
Confirmámo-lo agora no estrepitoso falhanço da preparação desta vaga do vírus. 
 
Porque nos está acontecer isto?
 
Porque aos problemas de sempre – as cunhas, os favores e a dependência – juntou-se uma administração tão medíocre quanto omnipotente e omnipresente. Um administração dos “filhos de algo” do regime: os maridos estão nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, as mulheres nas Misericórdias e num qualquer grupo de trabalho, os filhos no centros da Segurança Social, as noras nas comissões de combate à causa do momento e num gabinete de estudos, os sobrinhos no instituto ou no observatório, ou em ambos, a prima na unidade de missão. 
 
São maioritariamente socialistas porque ser do PS é uma garantia de que se é melhor sucedido nestes percursos e menos escrutinado. 
 
De geração em geração esta gente vive na máquina estatal ou nos negócios do Estado. Constitui um polvo gigantesco que tudo envolve e nunca se dá por satisfeito. 
 
Põem-nos a discutir colonialismos pretéritos enquanto eles e as suas famílias, num remake das antigas juntas de colonização, fazem do aparelho de Estado a sua roça. 
 
Multiplicam as acções de sensibilização à solidariedade para depois passarem à frente dos velhos, dos doentes e dos trabalhadores da saúde na corrida à vacina. Exigem a regionalização porque ela implica mais umas camadas de cargos na administração pública. 
 
A voracidade desta oligarquia estatal levou a uma exaustão de recursos (não por acaso chegámos ao absurdo de os custos de licenciamento de uma obra serem frequentemente superiores aos custos materiais da obra propriamente dita). Já a sua forma tentacular de exercer o poder conduziu a uma decadência técnica e moral da administração pública e política: ninguém é responsável por nada, o que disseram ontem desdizem hoje.
 
O seu objectivo não é fazer mas sim sobreviver no cargo. 
 
Apenas a pertença à UE mantém ainda algum verniz no funcionamento do regime e garante as verbas para irmos gerindo o declínio. 
 
Resta-nos pouco tempo para que este seja irreversível.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Se o SNS não consegue salvar vidas...

Original de Raquel Varela, aqui.

Vamos falar de números a sério. Somos 10 milhões e 250 mil. Há 169 mil doentes ou com teste positivo. Isto é - 1,65% está ou doente ou positivo. Destes, 6 117 estão internados, ou seja, 0, 06%. Dos quais em UCI 742, ou seja, 0,007% da população.
 
Estamos numa gigante prisão insuportável, o desemprego galopa, as falências disparam, há delactores estimulados pela PSP, órgão do Estado que pede em directo nas TVs mais denúncias!, tudo isto porque nos dizem que o SNS não consegue nos seus hospitais tratar 0,06% da população sem colapsar. Isto apesar de sermos o 4º país de toda a OCDE com impostos mais altos.
 
Muitos profissionais de saúde estão com a noção real do que isto significa, e viram que o SNS foi durante anos de facto semi destruído, apelam à razão e sentem-se ofendidos com as descrições Correio da Manhã que estão agora por todo o lado e lançam a população no terror. Mas muitos insistem em dar testemunhos apocalípticos e dizer que somos culpados se ficarmos doentes. Ainda que metade do Governo, que definiu estas regras, esteja positivo. O que se espera de um profissional de saúde numa altura destas é que questione afinal o que aconteceu ao SNS, o que aconteceu ao seu trabalho. Se não podem transmitir segurança e confiança, é isso que esperamos, que pelo menos nos deixem de culpar e aterrorizar. Um profissional de saúde cuida, dá confiança, soluções, critica as que não são boas - não atira pedras nem espalha o pânico à população que pagou para ser cuidada. Pagou, como poucos no mundo pagam.
 
Ninguém quer admitir o óbvio e que Jorge Torgal disse vezes sem conta - esta é uma pandemia ligeira para a maioria, podemos ter um dia pandemias muito piores. Esta pandemia efectivamente atira para as UCIs gente que - se for cuidada a tempo - na sua maioria sai de lá viva; e os idosos acima da esperança média de vida de facto ou são protegidos ou a medicina não consegue em cerca de 20 a 30% dos casos fazer nada. O que temos é um SNS destruído e um Governo que para o ocultar diz que o país deve entrar na sua maior crise económica de sempre, fechando tudo.
 
No meio disto tudo um tipo de extrema-direita tem 500 mil votos, alimentando a fogueira com mais gasolina. Ele navega e cresce no caos que os governos (e na ausência de oposição) semearam ao longo destas décadas de trabalho barato e serviços públicos destruídos.
 
Haja pelo menos neste caos político a contenção em parar de culpar quem ficou doente. Se o SNS não consegue salvar vidas a culpa não é dos portugueses, é do SNS e de quem Governa.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

ELECTORAL FRAUD Where To Find The Evidence - Rudy Giuliani - Nov-25-2020

A competência dos governantes enquanto escroques

 Ao Final do Dia - Telmo Azevedo Fernandes

As medidas de confinamento geral e as restrições impostas pelo governo têm um impacto gigantesco e provavelmente irrecuperável nas pessoas mais fragilizadas. António Costa deve a estas pessoas explicações sobre por que razão Portugal terá no final deste ano um excesso de mortalidade geral bastante mais significativo do que a Suécia, país onde não houve encerramento compulsivo de actividades, sem obrigatoriedade do uso de máscaras e apenas com recomendações sanitárias básicas. Por: Telmo Azevedo Fernandes

Sobre os canalhas a quem Mesquita Guimarães tem feito frente

Doutrinação e engenharia social no Ensino – vamos a factos!   Em defesa da Família Mesquita Guimarães, mártir do Estado-educador (1) ...