
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
domingo, 27 de setembro de 2009
Climatic Change...capitalismo...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Operação Bostada
Zelaya, o cowboy bolivariano das Honduras, introduziu-se na Embaixada brasileira em Tegucigalpa e de lá apelou à "resistência", com a espantosa conivência e concordância do Brasil que, pela mão de Lula e do seu inefável Ministro dos Negócios Estrangeiros, Celso Amorim, tem vindo nos últimos tempos a mostrar a verdadeira cara da ideologia que os move. ( A título de exemplo, basta lembrar que o Brasil foi um dos apoiantes do candidato egípcio derrotado, à Presidência da Unesco, apesar de saber das ideias repressivas e antisemitas do senhor).
O plano, gizado nas tertúlias bolivarianas onde se cozinha o "socialismo do séc XXI", era obviamente de inspiração chavista. Chavez, cérebro de um falhado golpe militar no seu próprio país, parece ter-se na conta de um estratego inigualável e o seu racional para esta "Operação ", que ele próprio afirma ter planeado, é simples:
Zelaya seria transportado para a Embaixada do Brasil, e de lá apelaria à "resistência". O povo acorreria em massa, haveria gigantescas manifestações populares de apoio ao herói e as autoridades hondurenhas apenas tinham duas alternativas: claudicar ou reprimir o povo.
Se claudicassem, o objectivo estava atingido. Se usassem a força, haveria tiros, mortos, mártires da revolução e a coisa ficaria imparável, com indignações na ONU, e apelos à "justa luta". Para que isto funcionasse bem, eram precisos vários cadáveres, que iriam demonstrar que o regime é repressivo e se luta pela liberdade e patati patatá.
Zelaya disse-o a partir da embaixada do molusco: Vitória ou Morte...vitória para ele, morte para os outros, claro.
Tudo isto era coisa para 3 ou 4 dias, no máximo. A partir daí, a "Revolução" seria imparável.
Lula deve ter achado genial o plano chavista e largou a abanar o rabo atrás de Chavez, pondo em causa o prestígio do Brasil, pela prevaricação assumida e flagrante de várias normas intermacionais sobre o estatuto diplomático das embaixadas e sobre a interferência descarada nos assuntos internos de outro país.
As autoridades brasileiras apressaram-se aliás a dizer que Zelaya não estava na embaixada como candidato ao asilo político, o que os obrigaria a transferi-lo para o Brasil.
Pelos vistos o povo não reagiu como Chavez, Lula e a pandilha bolivariana acreditaram. Na verdade Zelaya não tem muitos apoiantes nas Honduras e a maioria da população não o quer ver nem pintado.
Acudiram alguns tontinhos, mas a polícia não teve qualquer dificuldade em controlá-los e neste momento a embaixada do Calamar de Brasília, está completamente cercada e controlada.
E agora?
Agora, se não acontecer nos próximos dias o tal levantamento sonhado pelos bolivarianos, a brilhante operação bolivariana terá como resultado uma monumental barracada.
Zelaya está encurralado, e só pode sair de duas maneiras: ou como refugiado directamente para o Brasil, o que desfaz as farroncas do molusco de Brasília, ou como prisioneiro.
No entretanto as coisas vão azedando no interior da Embaixada. Estão lá dezenas de pessoas, a água e a electricidade é cortada de vez em quando e esta coisa das revoluções heróicas dificilmente resiste muito tempo aos odores a axila, às cagadeiras entupidas, à comida racionada, à falta de privacidade, ao tédio, etc.
Enfim, mais uma bostada bolivariana!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Vitórias que ofuscam a Festa do Avante
"Hugo Chavez continua o seu projecto de construção de um regime ditatorial, infelizmente com o beneplácito de uma certa esquerda europeia. A liberdade de imprensa é cada vez mais um mito naquele país, onde foram fechadas 34 rádios e aprovada uma lei que acaba com o pouco que restava da liberdade de expressão. Segundo esta lei, quem divulgar informações consideradas "falsas", "manipuladas" ou "deformadas", além de notícias que representem "um prejuízo para os interesses do Estado", estará a cometer um crime. Sabemos o que se chama a isto."
(Chico Buarque)
Sei que estás em festa, pá
Fico contente
Enquanto fico ausente guarda um cravo para mim
Eu queria estar na festa, pá
Com tua gente
E colher pessoalmente uma flor do teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente algum cheirinho de alecrim
Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente n'algum canto de jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente algum cheirinho de alecrim
sexta-feira, 31 de julho de 2009
É o mercado!
Como é sabido, Hugo Chavez, Presidente vitalício da Venezuela, promotor financeiro do "socialismo do séc XXI", entertainer televisivo, ideólogo bolivariano, herdeiro espiritual de Fidel Castro, grande amigo de Amadinejad, Lula, Mário Soares, Zapatero, Sócrates , Putin, Nasralah, etc, e titereiro encartado de alguns dos espantosos regimes que a esquerda vai ejaculando naquela região do planeta, vende petróleo.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Agarrem-me!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Honduras-Guerra Civil
A partir da Nicarágua, paraíso da corrupção, onde Daniel Ortega se prepara para alterar também a Constituição de modo a perpetuar-se no cargo, Zelaya acaba de apelar à guerra civil nas Honduras e garante que volta nos próximos dias.
O plano é de Chavez, ou melhor, do comunista (e ex-fascista) espanhol Viciano Pastor. Até agora a tomada de poder tem-se feito por subversão interna da democracia. Chavez, que comandou o golpe militar mais sangrento dos últimos 20 anos na América Latina (mais de 70 mortos), aprendeu com o fracasso e percebeu que havia outras maneiras mais palatáveis de alcançar o poder absoluto, parodiando e aproveitando a fraqueza das instituições democráticas daquela região.
Rafael Correia, que ganhou eleições com dinheiros do narcotráfico comunista (FARC), Evo Morales, que continua a aumentar a produção de coca, Daniel Ortega, Lugo (Paraguai) e os Kirchnener (Argentina), estão todos, à sua maneira, a seguir o guião.
Nas Honduras Zelaya tentou o mesmo, mas não teve habilidade suficiente, pese embora o massivo apoio logístico e financeiro de Chavez.
O plano falhou e é evidente a fúria de Chavez, que leva à tentação de passar à acção física.
Tudo deverá começar com algumas acções de violência, com mortos do lado de Zelaya. Nos últimos dias foram capturados mais de 100 venezuelanos e nicaraguenses, e não é dificil deduzir, não só o que andavam a fazer, mas também que se trata apenas de uma pequena parte dos activistas infiltrados a partir da Nicarágua.
Tem de haver mortos entre os apoiantes de Zelaya e os activistas se encarregarão de que isso aconteça, nem que tenham de ser eles mesmos a executar a acção. Está nos manuais que tem de haver "mártires", para pegar fogo ao rastilho.
O apoio "bolivariano" fluirá em força.
As Honduras estão sózinhas contra o chavismo, agarradas à sua Constituição e à democracia, Não contarão com a Europa, refém da sua própria fraqueza e covardia face aos doidos deste mundo.
E também não contarão com os EUA, onde um inacreditável Presidente, não pára de mostrar a verdadeira face, colocando-se cada vez mais ostensivamente ao lado daqueles que são, no mundo de hoje, os inimigos da democracia e da civilização ocidental. Talvez por isso mesmo, as suas taxas de aprovação são já mais baixas do que as de Bush no mesmo período, do 2º mandato.
Obama alinhou-se com Chavez contra um aliado dos EUA, tal como está a fazer no Médio Oriente, cortejando os países muçulmanos, e bravejando contra Israel, o mais fiável aliado americano.
É verdade que começam a ser nítidas as fissuras com Clinton e com largos sectores do próprio Partido Democrata, mas os EUA têm 3 anos pela frente com este homem perigoso à cabeça. Teme-se que os EUA ajoelhem ainda mais do que no tempo do desastroso consulado de Dhimmy Carter.
Há até um politólogo russo que prevê para breve o desmenbramento dos EUA.
Chavez está confiante na doença ideológica do Presidente americano e, quando no seu próprio país tudo está a dar para o torto, uma aventura internacionalista é o melhor que lhe pode acontecer, ainda mais contra um país pobre e completamente isolado em termos diplomáticos.
A guerra civil é por isso desejada por Zelaya e os seus mentores bolivarianos.
O palco está montado, com a benção de Obama, o apoio activista de iranianos e e chavistas, e a cumplicidade complacente e cega da Comissão Europeia.
domingo, 5 de julho de 2009
Barack Hussein será o responsável se correr sangue em Honduras
Com um mínimo de responsabilidade, Barack Hussein, presidente dos EUA, demoveria o delinqüente e golpista Miguel Zelaya de voltar a Honduras neste domingo, como ele promete fazer. Cristina Kirchner, simbolicamente enxotada pelos argentinos, disse que estará junto. Rafael Correa, prototiranete do Equador, também - nesse caso, é como se Hugo Chávez comparecesse em pessoa. Irá mesmo? Vamos ver. A crise política, até agora, não matou ninguém. O que quer que venha a acontecer em Honduras, que vive mais de 20 anos de estabilidade democrática com a vigência da Constituição que Zelaya tentou golpear, será de responsabilidade de Barack Hussein e da OEA, comandada por José Miguel Insulza, um pateta que não viu nada demais na reeleição ilimitada de Chávez e que acredita que a entidade tem de readmitir Cuba sem impor condições etc e tal. Em matéria de democracia, a gente sabe bem de que ditadura ele gosta. A esmagadora maioria dos hondurenhos apóia o governo provisório. Mas, já disse, isso não autoriza deposição de presidentes. Zelaya não era mais presidente da República desde que tentara criar as condições para a reeleição. A Constituição é explícita: quem o fizer está imediatamente destituído e tem cassados os direitos políticos. Quando foi generosamente levado para a Costa Rica, já não era mais nada. Aliás, eis um erro dos militares. Zelaya deveria ter ido em cana pelas demais violações à Constituição, incluindo a afronta às decisões da Justiça. Uma cana democrática. Neste sábado, o cardeal Oscar Andrés Rodríguez, uma das figuras mais respeitadas do país, expressou seu apoio ao novo governo e pediu a Zelaya que não volte - aliás, o candidato a tiranete disse estar cumprindo uma “vontade de Deus”… Segundo o cardeal, todos os Poderes do Estado estão em vigor e a democracia está assegurada no país. Mas vocês sabem… Segundo um colunista do New York Times, Barack Hussein está interessado em provar a Chávez que os Estados Unidos mudaram… Antes, apoiavam golpes na Constituição. Agora, com Barack Hussein, apóiam golpistas…
...
Adenda:
Charles Krauthammer on Honduras: Obama is Wrong
sábado, 4 de julho de 2009
Honduras: el golpe de Zelaya.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Obama, Honduras, Irão e os inimigos da liberdade
Liberdade, pediram os manifestantes.
Justiça, ouviu Obama, e esta deficiência auditiva é um autêntico tratado sobre a ideologia que delineia a cosmovisão do Escolhido.
Mas, prestado tributo às conveniências, não perdeu tempo a mandar os seus assessores dizer aos media que o que se passa no Irão não terá influência nas suas políticas.
Como Susan Rice disse, “A legitimidade das eleições depende dos olhos de quem as vê. Mas isso não é factor que influencie a nossa relação com o Irão”.
Fica portanto claro que o facto de o regime ser ou não legítimo, importa um corno ao Escolhido, que não se desviará um milímetro da sua missão sagrada de apaziguar os mullahs, por muito que os factos o interpelem. As ideologias são assim…não há factos que as ponham em causa. Nem sequer o facto de o "Supremo Líder" ter vindo a público novamente com a habitual cornucópia de hate speech contra o Grande Satã e os infiéis.
Há 30 anos, Dhimmi Carter sabujou-se aos mullahs , colocando-se ao lado deles contra um aliado, prejudicando os interesses americanos e produzindo o pesadelo que ainda hoje ensombra a região.
Obama segue-lhe as pisadas.
O curioso é que o faz em nome do “realismo”. E é esse pretenso “realismo” que o leva a ignorar a realidade e a recusar que ela seja levada em conta nas opções. E o Escolhido está tão convencido que apaziguar Amadinejad e Khamenei é a escolha certa, que jamais deixará a realidade meter-se de permeio.
Um claro sintoma de dissonância cognitiva, fenómeno psicológico que levou à derrota de Napoleão em Waterloo, ao recusar a informação de que vinham aí os prussianos, porque ela mexia com o seu plano.
O que está já a tornar-se evidente é que a necessidade de apaziguar os inimigos declarados da América, parece ser mais importante que manter os aliados e far-se-á mesmo à custa destes. Exactamente o que aconteceu com Dhimmi Carter, com os resultados que se conhecem.
Aconteceu com Israel e está a acontecer com as Honduras. O que se passou nas Honduras foi, no fim de contas, a deposição constitucional de um Presidente que estava a agir declaradamente contra a Constituição do país, aconselhado pelo Richelieu comunista que assessorou Chavez, Evo, Ortega e Correa.
Passou-se ali o que se passaria em Portugal ou noutro qualquer Estado de Direito, caso o Presidente se estivesse nas tintas para a Constituição, para os Tribunais e para o Parlamento.
O que fez, sem demora, o Escolhido? Colocou-se ao lado de mais um títere de Chavez, contra as forças democráticas que se levantaram contra ele. E desta vez não tergiversou, nem precisou de ser instado, como no caso do Irão.
A democracia deixou de interessar a esta Administração “Carter 2”. Na verdade a palavra “democracia” já há meses que não faz parte do léxico americano no que toca às relações com a América Latina. Em vez de “democracia” e “liberdade”, Obama derrama-se em conversa poética sobre “justiça social”.
Toda uma ideologia contrária à liberdade, como escreveu Isaiah Berlin em Freedom and its Betrayal: Six Enemies of Human Liberty.
O resultado?
A Coreia do Norte está cada vez mais desafiante, o Irão redobra a retórica agressiva e acelera a corrida ao nuclear, o genocídio no Sudão continua no caminho do sucesso, e até Chavez já faz ameaças de invasão militar.
Está a tornar-se cada vez mais claro que o que faz andar Obama é a ideologia do “Blame America First”, o que não é de estranhar, dado o ambiente ideológico que o alimentou durante anos. Só assim pode acreditar que é do interesse americano apaziguar os ditadores de esquerda radical que estão a afundar a América Latina,
Dhimmi Carter também agiu assim e no princípio estava muito bem visto.
Mas não há ideologia que consiga, por muito tempo, enganar muita gente, e é por isso que Dhimmi Carter é considerado o pior presidente da História americana e deu no tonto senil que agora passeia pelo mundo a imagem do seu próprio ridículo.
Mas está, pela primeira vez, a enfrentar dura concorrência.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Honduras
sábado, 21 de março de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O erro de Hegel

E fizeram-no a troco da garantia da sopa dos pobres ou por - como sempre, modestamente, mas com inquestionável honestidade - se considerarem pais da nova humanidade, que pela eternidade os considerará como pioneiros.
O que, mais uma vez, põe a nu o engano teórico em que Hegel e outros se enredaram: é que, como o demonstrou a votação, há povo e povo ordinário.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Chavez, o homem do leme
Se não é à primeira, é à segunda, e se não fosse à segunda seria à terceira, mas isso só se Chavez fosse mais burro do que parece.
Parece, mas não é. Hugo Chavez é inteligente, sabe o que quer e sobretudo sabe como o conseguir. Tem uma implacável mentalidade militar que determina um objectivo, estuda os meios e delineia o conceito de operação para alcançar o objectivo.
O objectivo de Chavez é imitar Fidel Castro e perpetuar-se no poder, mas sem cair na caricatura do típico General Alcazar sul-americano, e mantendo a aura de respeitabilidade de um herói épico, lutador pela felicidade dos povos, etc. E isso só se consegue à esquerda, como Fidel e Allende demonstraram.
Dinheiro do estado, of course.
Sem dinheiro para populismos, Chavez sabe que a sua popularidade vai sofrer um sério rombo nos tempos que se avizinham, e que a miséria vai cair sobre o país. Tinha de fazer agora o referendo, porque daqui a uns meses, mesmo jogando (mais) sujo, teria grandes dificuldades para se manter legalmente agarrado à manjedoura.
Mas mesmo com todas estas vantagens, face a uma oposição silenciada, intimidada, e sem dinheiro para mandar cantar um cego, Chavez pouco passou dos 50% e isto é que é assombroso.
Que se segue?
Segue-se o “socialismo do séc. XXI”, a consolidação do poder e, enquanto houver dinheiro, o apoio ao orgasmo “revolucionário” que varre a América Latina, pilar essencial da sua “legitimidade”.
Cuba é um bom modelo. País miserável, que quando Fidel Castro tomou o poder tinha o 2º PIB da América Central e hoje só está à frente do devastado Haiti, em Cuba a população parece tristemente acomodada à miséria, como os presos sem esperança, e os Castros reinam há mais de meio século, apoiados numa férrea organização do aparelho de estado, o que mostra que o poder pode sobreviver às piores asneiras, como de resto já se tinha visto no Zimbabwe, na Coreia do Norte, etc.
A pedido de Chavez vai ser já instalada em Caracas, sob a supervisão do cubano German Sanchez Otero, uma escola de quadros marxistas.
A Venezuela aparelha-se para navegar no “mar de felicidade”, como Chavez chamou à miséria cubana, e o Tenente-Coronel trata de garantir que nenhuma tempestade o irá arredar do leme.
É pena para os venezuelanos, mas há um lado bom. A Venezuela será mais uma óptima vacina contra o socialismo, pese embora o facto de um belo dia deixar de ser o “verdadeiro socialismo”, para passar a ser um “desvio monstruoso”.
Por culpa do capitalismo, do Império, do neoliberalismo, do bloqueio, enfim, do belzebu que na altura estiver a dar.
Nada de novo debaixo do Sol….Orwell explicou tudo na Quinta do Porco Napoleão.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Guerras Milenares
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Mais cego...

Por cá, não falta quem sublinhe as virutdes deste escroque. Em nome do socialismo e do anti-americanismo, tudo parece ser relativizável.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
UMA OU DUAS COISAS QUE EU SEI DELE
Chavez, o homem que disse que governantes da Espanha e da Itália eram fascistas.
Que o Irão era um país humanista.
Que a Coreia do Norte não era uma ditadura.
Que usou a imagem fotográfica do primeiro-ministro português na sua campanha eleitoral.
E a quem este disse, no decorrer da recepção de Estado que lhe fez: "Mi casa es tu casa!".
A quem o rei de Espanha teve de alertar, após contínuos dichotes e interrupções acintosas e àpartes mais próprios de um miúdo mal-educado:"Porqué no te callas?".
Que usa a força do petróleo, que não é dele mas da Venezuela, para constranger os vizinhos, apostado em criar uma zona de influencia "bolivariana"...
Finalmente, com sinceridade mas sem pudor, manifesta a sua vontade de se eternizar no Poder.
Também se preparará para incrementar lá profundas tecnologias?
À custa dos Magalhães?
Será que conseguirá ir longe? Hum...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Chavez vai perdendo o pio.
Desde que chegou ao poder, a produção petrolífera baixou brutalmente, de 3,2 para 2,4 milhões de barris diários,
Segundo os especialistas, a quebra deve-se essencialmente à nacionalização da indústria petrolífera, colocada nas mãos corruptas e tecnologicamente ineficientes da petrolífera estatal (PDVSA).
Sem inovação, sem novas tecnologias, sem manutenção e com a PDVSA a servir de saco azul da revolução bolivariana, o desfecho era esperado.
Por outro lado o petróleo venezuelano é pesado e tem de ser tratado antes de ser exportado. As instalações que o fazem, estão como estavam antes de Chavez ter chegado ao poder, porque nenhum dinheiro foi investido nessa área. É uma espécie de funil que apenas se pode alargar com investimentos de milhões de dólares e que, mesmo que fossem lançados agora, não estariam prontos em menos de 3 ou 4 anos.
Dólares que começam a escassear. O único cliente de Chavez que paga a preço de mercado, imediatamente e em cash, é o "Império", que compra metade da produção. O resto vai para os companheiros bolivarianos e para as causas do socialismo do séc XXI, a preços 30% abaixo do preço de mercado, pago a prazo e muitas vezes em espécie, através de trocas de bens e serviços.
O ditador tem desbaratado o dinheiro em dádivas bolivarianas e compras de grandes quantidades de armas à Rússia, e estima-se que com o preço do petróleo a menos de 90 USD, o governo não terá liquidez para pagar as contas.
Ali ao lado, o amigo Morales berra como um vitelo desmamado pelo facto de o "Império", a quem andou a lançar farpas demagógicas a torto e a direito, lhe ter cortado acesso às tarifas privilegiadas que permitiam exportar bens para os EUA, o 3º parceiro comercial do país.
O cocalero fez tudo o que podia para cair nas más graças de Washington e agora o cuspocai-lhe em cima da cabeça. Bem, a ele não que está gordo e bem alimentado...os bolivianos é que terão de apertar o cinto.
O amigo Chavez desta vez faz-lhe manguitos e manda-o comer ideais revolucionários para enganar a fome. Quando muito manda-lhe Magalhães para trincar...dizem que são à prova de água, mas com um fio de azeite, talvez marchem.
O que se segue está escrito nas estrelas: o "socialismo do séc XXI" caminha para a mesma vala do socialismo do sec XX e a culpa será, não dos idiotas que estão à frente daqueles países mas, como sempre, do "embargo do Império".
Mas atenção: tinha boas intenções, daquelas que sobrelotam o Inferno, ou Custóias, dá o mesmo.


