Teste

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sharia na América


Ernest Perce é um ateu americano.
No dia de Haloween, junto com outros foliões, vestiu-se de "Zombie Maomé". Outros foliões estavam vestidos de "Zombie Papa", etc
Talaag Elbayomy, um muçulmano, ao ver passar os foliões, entrou no modo de jihad, carregou sobre Perce e deu-lhe uma sova.
Na verdade, Talaag agiu de acordo com a sharia. Não se pode fazer humor com o Profeta ou com a religião islâmica.
E tudo seria normal se o episódio tivesse acontecido num país muçulmano nos quais, de facto, a atitude de Perce é considerada crime.
Mas foi na América. A polícia interveio e o caso foi parar a tribunal, como crime de agressão. Tudo parecia encaminhado para uma normal punição do agressor.
Mas então entrou em cena o juiz Mark Martin.
E o que se passou foi surreal.
O juiz, de Corão na mão, admoestou severamente Perce porque, por aquilo que fez "em sociedades muçulmanas, seria crime passível de pena de morte"
Embasbacado, Perce ouviu o juiz dizer-lhe que "tendo tido a oportunidade de passar 2, 5 anos em países predominantemente muçulmanos, conheço razoavelmente bem a fé islâmica...em muitos países de língua árabe, algo como isto é completamente ilegal. Pode ser, e frequentemente é, punido com apena de morte".
E prosseguiu, imparável: "O que você fez foi esmagar completamente a sua essência, o seu ser. Ele achou isso muito, muito ofensivo. Eu achei isso ofensivo. Você ultrapassou os limites dos direitos garantidos pela 1ª Emenda"

E mandou arquivar o caso, recusando-se a ver o vídeo com a agressão e ignorando a participação policial.
Uau!

Não sei como irá evoluir este caso, há quem diga que o juiz é muçulmano, ele mesmo fez declarações que parecem indicar isso, embora posteriormente as tenha negado.

Mas o que importa aqui relevar é que o juiz aplicou descaradamente a sharia em vez da lei americana.
Em 1º lugar, recusou ver as provas e entre as declarações do muçulmano e do infiel, deu naturalmente mais valor às do muçulmano, que disse que tinha de fazer qualquer coisa mas que não teve contacto físico com Perce (é mentira, o vídeo desmente-o). É o que manda a sharia.

Em 2º lugar, inverteu imediatamente os papéis. O agressor (muçulmano) passou a vítima e a vítima passou a agressor.

Em 3º lugar, deu uma lição de lei islâmica ao agredido, explicando-lhe que, na sua opinião, na América também é crime "ofender o Islão", como acontece nos países muçulmanos. E basicamente recordou-lhe o seu estatuto de "dhimmi", isto é, se quiser ser "protegido", se quiser evitar ser vítima da violência dos muçulmanos, tem de agir de acordo com as suas regras, ou seja, de acordo com a sharia.
Em suma, deu implícita autorização a todos os muçulmanos na América, para atacarem todos aqueles que, nas suas opiniões, ofendam o profeta.

Em 4º lugar, explicou com toda a clareza que a fé islâmica não é apenas uma religião como as outras, mas algo mais, uma essência, uma cosmovisão.

Por último, afirmou aquilo que é o cerne de sharia: que se trata de uma lei superior até à Constituição americana, já que até a famosa 1ª Emenda, deve ceder perante ela.


Este caso é emblemático e ocorre na mesma altura em que Barack Obama, numa vertigem de desculpas, garantiu publicamente que os soldados americanos que queimaram lixo vário, entre o qual exemplares do Corão, serão responsabilizados.
Responsabilizados? Desde quando é crime no sistema penal americano, queimar um livro? Vai o Presidente americano aplicar a sharia aos seus militares?

Venezuela: banca rota

Mais um radioso socialismo a morder a lama. O Brasil vai pelo mesmo caminho.

O Empregado de Mesa Não Era Grego

Num jantar público, por acidente o empregado de mesa deixou cair um copo de cerveja nas costas da chanceler alemã:



O empregado de mesa não era grego, porque se fosse:
- tinha entornado a cerveja de propósito:
- dizia que a culpa era da senhora Merkel;
- exigia uma indemnização por perdas e danos;
- começava a gritar: “os teus avós entornaram leite na Grécia; pede-me desculpa já."

O empregado de mesa, tal como Merkel, só pode ser alemão porque, para um para outro, depois da asneira feita, a vida continua.

Medina Carreira - Manuela Ferreira Leite - OnO22



Link directo: http://www.youtube.com/playlist?list=PLA80024BB67103DC9

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Rango: Um Libertário em Hollywood

"Rango" conta a estória de um lagarto vulgaríssimo forçado a superar-se para sobreviver.

É uma estória em que que bons, quando é preciso, são maus, em que os tontos têm de aprender a ter juízo para não serem terraplanados.

Em "Rango" a realidade ou se explica por aquilo que realmente é, ou não se explica. "Rango" é uma estória libertária.




P.S. "Rango" ganhou esta noite o Óscar para melhor filme de animação.

Quanto mais um tipo se baixa...


Numa base americana no Afeganistão, num dia de barrela, queimou-se lixo, papelada, etc.
Entre o lixo (e, na minha modesta opinião, no lugar adequado), estavam vários exemplares do Corão.
Para os muçulmanos, trata-se de um objecto sagrado. Literalmente!
Não apenas o conteúdo mas o próprio fólio. Aquela gente pode não produzir nada de útil, mas produz milhares de páginas de regras para manusear o próprio livro.
Tudo bem, cada maluco com a sua maluqueira.
Acontece que uns empregados afegãos ao verem que o seu lixo sagrado também estava a arder, fizeram o habitual escarcéu.
O que se seguiu vem nas notícias. Multidões de loucos de deus nas ruas, a berrar desalmadamente, mortinhos por desancar ou matar o primeiro infiel que lhe apareça à frente.
Como se os outros tivessem de se regular pelas suas regras, como se a a sua maluqueira corânica tivesse de ser seguida por quem se está nas tintas para o Islão.
Não lhes basta seguir as regras sobre o Corão, exigem à viva força que os outros se verguem também a elas.

Barack Obama e um séquito de respeitadores do Corão, vieram imediatamente a público, com estrepitosos e consecutivos pedidos de desculpas.
Com uma ressonância e rapidez que ainda não se viu, por exemplo, a respeito dos milhares de fiéis de outras religiões que estão neste preciso momento a ser mortos e perseguidos um pouco por todo o mundo islâmico.

Como é óbvio, quanto mais desculpas pedem, mais galvanizados ficam os doidos de deus. A cada pedido de desculpas segue-se mais uma revoada de patifarias indignadas.

Obama e a sua entourage são da escola do appeasement, numa gesta heróica que vem de Chamberlain e Daladier.
A história nada lhes ensinou. Nomeadamente que quanto mais um gajo se baixa, mais se lhe vê o cu.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Porque hoje eu também ponho música

O cientista que queria destruir os sionistas


A srª Bolouri Kashani, é a viuva de Mustafá Ahmadi Roshan.

O sr Mustafá já não existe.
Mas quando existia, era cientista nuclear e trabalhava no projecto nuclear "para fins pacíficos", iraniano. Começou a faltar ao trabalho no dia (11 de Janeiro de 2012) em que involuntariamente se apresentou a Alá, movido pelos gases expansivos de uma explosão.
Segundo os responsáveis iranianos, os que lhe passaram o bilhete paro o além, foram judeus e americanos.
Se bem que estes dois povos, e particularmente os seus serviços de informações (Mossad e CIA) sejam usualmente considerados culpados de quase tudo o que acontece no mundo e arredores, neste caso específico é provável que os aiatolas tenham razão.
O Sr Mustafá foi considerado shahid (mártir) e, segundo a contabilidade islâmica, estará neste momento a jogar à bisca com o Profeta e a ser gasalhado com 7 dezenas de huris, lá no paraíso islâmico.
A enlutada Srª Bolouri, ficou compreensivelmente despeitada, até porque não consta que as mulheres islâmicas tenham os mesmos direitos lá no além, isto é, não é provável que à espera de cada uma delas estejam 70 bigodudos talibans.
Em entrevista recente, pôs a boca no trombone e veio a público dizer que o respeitável Mustafá estava a trabalhar no pacífico programa nuclear iraniano, com o "objectivo final de eliminar Israel" (palavras da senhora).

Ora isto é mais uma prova (a somar aos sucessivos relatórios da AIEA) de que o programa nuclear iraniano é do mais pacífico que existe e vem dar razão aqueles que condenam os israelitas por estarem tão preocupados com ele.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Homossexualismo vs Civismo

Se lermos a notícia “cegos descriminados por não poderem conduzir automóveis” facilmente percebemos que se trata de idiotice acabada ou, de preferência, de uma piada. Damos naturalmente por adquirido que os interesses de quem circula na rua são superiores ao interesses casuísticos de grupos de portadores de deficiências específicas, e fazemo-lo sem pôr minimamente em causa o direito ao tratamento condigno desses grupos, nem tão pouco o tratamento especial ou justamente compensatório.

No entanto, numa sociedade envenenada pelo homossexualismo, a notícia “Casais homossexuais discriminados por não poderem adotar crianças” pode ser escrita sem o receio de que os leitores imaginem que se trata de uma piada.

Numa sociedade envenenada pelo homossexualismo, os envenenadores entendem que o direito dos homossexuais a adotar crianças é superior ao direito das crianças adotadas a viver num ambiente familiar em que possam dispor de um modelo de referências sexuais completo.

Contra o envenenamento da sociedade pelo homossexualismo há apenas uma resposta possível: aprofundar o tratamento justo, civilizado e igual atribuído à homossexualidade e aos homossexuais. Para isso, a homossexualidade e os homossexuais devem ser tratados com a mesma atitude justa, civilizada e igual que o nosso estado civilizacional reserva às outras deficiências ou deficientes. É bom ter presente quase todos somos portadores em maior ou menor grau de alguma forma de deficiência.

Ao contrário do que pretendem os homossexualistas, as regras de civismo também se aplicam aos homossexuais. A rejeição hoje no Parlamento de uma proposta de Lei de legalização da adoção de crianças por casais homossexuais vai neste sentido.


P.S. 2012,02,25

Atendendo a alguns comentários, assim como a algum “hatemail”, deixo a definição de deficiência que consta na Wikipédia em Português nesta data:
“Deficiência é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica. Diz respeito à biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência.”

Para desdramatizar a questão, declaro-me deficiente por necessitar de óculos ou
lentes para conduzir à noite e para ler. Declaro também a maioria das pessoas são portadoras de alguma forma de deficiência, além do que todos, sem excepção, somos potenciais deficientes.

Fakegate

Homem que se converteu ao cristianismo é condenado à morte no Irão.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

DON'T EUTHANIZE ME...

 

Rick Santorum, um dos candidatos à presidência dos EUA, afirma nesta conferência de imprensa (ver vídeo) que metade dos casos de Eutanásia na Holanda não são voluntários!!!

Segundo ele os velhinhos por cá até evitam de ir ao hospital para não lhes darem uma injecção atrás da orelha! Mais criativo ainda: andam com uma braçadeira com o texto “don’t euthanize me”…

Toda esta verborreia de uma mente a precisar urgentemente de uma visita a um hospital (psiquiátrico) é para dizer que na Holanda matam velhinhos que é uma fervura, e é isso precisamente o que Obama também quer fazer!!!

Ai Santorum Santorum, quem te fosse ao pacote, e depois eutanásia claro… 

Quando o assunto começa a fazer parte das preocupações do Nouvel Obs, ...

[De um leitor atento que não sei se pretende ser identificado, recebi este mail]

Quando o assunto começa a fazer parte das preocupações do Nouvel Obs, então é porque a coisa está a atingir patamares de extrema gravidade.

Sabia que as jovens mulheres muçulmanas exigiram ser isentas das aulas de Biologia e Desportos, não sendo penalizadas nas suas notas finais?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que os muçulmanos têm horários próprios que lhes são reservados exclusivamente para as piscinas?
(Fonte: Análise da Política)

- Sabia que as estudantes muçulmanas, no exame, conseguiram que legalmente possam ser acompanhadas por seus maridos e examinadas por uma mulher?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que uma associação de muçulmanos, na Universidade de Paris, põe em causa o direito de um professor de "cultura ocidental" para julgar o trabalho de um estudante muçulmano?
(Fonte Express)

- Sabia que os muçulmanos estão a lutar por conseguir a abolição do Natal, em algumas escolas primárias?
- Sabia que os estudantes muçulmanos, usando como desculpa a lei da laicidade, pedem a remoção de árvores de Natal em várias escolas, mesmo nos jardins de infância?
(Fonte: Le Parisien)

- Sabia que os muçulmanos procuram obter a proibição de comer carne nas escolas francesas, onde eles são maioria?
- Sabia que os muçulmanos estão a exigir licença adicional, para as suas férias islâmicas?
- Sabia que os muçulmanos exigem salas de oração nas nossas escolas, nos liceus, ginásios e universidades?
- Sabia que os muçulmanos estão a exigir a amenização dos seus horários nas escolas, universidades e locais de trabalho, para a prática das suas cinco orações diárias?
- Sabia que os muçulmanos exigem uma revisão dos nossos livros de história, para incluir a história do seu país e da sua religião?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que nos nossos livros didácticos, serão excluídas todas as referências a Charles Martel ou à Joana d´ Arc, a fim de não ofender os muçulmanos franceses?
- Sabia que os funcionários públicos muçulmanos exigem trabalhar com um chador?
- Acredita que médicas e estudantes de medicina muçulmanas exigem apenas tratar as mulheres?
(Fonte: Le Monde, Le Figaro)

- Sabia que os médicos são espancados se tratarem as mulheres muçulmanas, sem o consentimento de seus maridos
(Fonte Le Monde, Le Figaro)

- Sabia que nas faculdades, predominantemente franco-africanas do Magrebe, existem inscrições: "Morte aos Judeus", "Morte aos cristãos" ou "Viva o Bin Laden?
- Sabia que durante as manifestações contra a guerra no Iraque, alguns "pacifistas" muçulmanos exibiam retratos de Bin Laden ou Saddam?
(Fonte: As Verdades 4)

- Sabia que o selvagem chamado Djamel, que queimou viva a jovem Sohane, foi aclamado na sua cidade de Val de Marne, durante a sua presença na reconstituição dos factos?
(Fonte: JT de France 2)

- Sabia que os jovens negros e muçulmanos que queimaram vivo um guarda de segurança branco, num supermercado em Nantes (2002), não sentiram remorsos e mostraram-se orgulhosos?
(Fonte: Depoimento de advogado)

- Sabia que um manual de boas condutas " lícitas e ilícitas no Islão", vendido em França durante 10 anos, explica como um bom muçulmano deve bater na sua esposa: 'com a mão','chicote' ou 'pedaço de madeira?"
(Fonte: L'Express)

- Sabia que patrulhas de milícias islâmicas andaram nas ruas de Antuérpia e noutros lados para "monitorar maus policiais racistas brancos" e aplicar a sua própria lei?
(Fonte: Libération)

- Sabia que a nova legislação exigirá que a polícia, o exército e o serviço civil em geral, contratem com prioridade jovens imigrantes, tendo assinado com 35 empresas na França, (Televisão, Peugeot, grupos de alimentos e Casinos), um acordo para contratarem preferencialmente pessoal estrangeiro?
(Fonte: Governo e Sindicatos).

- Sabia que nas escolas secundárias as muçulmanas vestem as túnicas antes de ir para o quadro, para não despertarem qualquer desejo?
Que nas escolas primárias os pais muçulmanos recusaram deixar as suas filhas na classe de um professor substituto, devendo ser uma mulher a substituir a outra mulher professora? A escola teve que criar um compartimento sem janelas, para reconhecer as mães, cobertas da cabeça aos pés, antes de lhes entregarem os seus filhos?
(Fonte: Le Monde, 09/07/04)

- Sabia que nas escolas primárias, os alunos têm dois banheiros e torneiras separados, sendo uma reservada para 'muçulmano', e outra para 'francês' ou um funcionário local? Exigem que haja vestiários separados nos ginásios, porque, segundo eles, um circuncisado não pode despir-se ao lado de um impuro?

(Fonte: Le Monde, 09/07/04)

- Sabia que em outras comunidades religiosas (judeus, hindus, budistas, etc.) não há nenhuma reivindicação deste tipo ou equivalente? E nós, por agora e por poucos anos mais, a maioria, será que teremos que nos render e estar ao serviço, satisfazer, pagar e dar prioridade a este tipo de minoria?

Segundo estudos sérios, se nada mudar e não houver um movimento forte e sério, estaremos, e não por livre vontade, completamente islamizados.....
Era isso que afirmava Kadafi, a lenta islamização da Europa sem violência ...

Já pensaram se alguma destas situações era possível nos países deles?

Levanta-te EUROPA !

Paremos de pôr a ordem deles em nossa casa !

O Presidente Francês Sarkozy, está neste momento a lançar um debate sobre estas inadmissíveis exigências dos muçulmanos, e o que é ser francês, mas poderá ser já demasiado tarde...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Melhor é exp'rimentá-lo que julgá-lo / Mas julgue-o quem não pode exp'rimentá-lo (Camões)

Dez Anos Depois da Morte de Savimbi




Muitos de nós têm presente que, durante anos, a cleptocracia, a corrupção generalizada e o abuso do poder em Angola eram explicadas por um nome maldito: Jonas Savimbi; pois passam hoje 10 anos sobre a sua morte.


Em Fevereiro de 2002 Savimbi estava na província do Moxico, junto à fronteira com a Zâmbia, acompanhado por cerca de 300 guerrilheiros da UNITA divididos em três colunas sem recurso a comunicações rádio para evitar a deteção. O grupo especial do exército angolano que buscava Savimbi havia meses tinha finalmente informações exatas sobre a sua posição. No dia 22 de Fevereiro a coluna em que seguia Savimbi composta por cerca de 30 homens foi atacada.

O Estado-Maior do exército angolano declarou que Savimbi foi morto em combate, tal como os restantes guerrilheiros que o acompanhavam. Não é certo que tenha sido assim, mas talvez esta versão seja a que faz mais justiça à memória do irredento Savimbi, o “Mais Velho”, expressão honrosa que os ovimbundos lhe reservavam.


Com o fim da URSS, as ditaduras pró-soviéticas africanas imitam de modo próprio a transição do poder na Rússia. Em Angola a similitude é mais forte dada a existência de importantes jazidas petrolíferas em exploração e por explorar, num paralelo com a estruturação do poder em torno dos negócios do gás na nova Rússia. O MPLA mete o marxismo-leninismo no caixote do lixo da história; a distribuição de petrodólares pelas elites do regime passou a ser feita sem necessidade de explicações revolucionárias.

Vencida a ameaça soviética, a UNITA deixa de ter interesse militar para os EUA. Savimbi é convidado pelos membros da troika de observadores para Angola – EUA, Portugal e Rússia – a abandonar a luta armada contra o MPLA e a aceitar participar na suposta abertura democrática do regime. O convite a Savimbi era essencialmente a oferta de um lugar à mesa farta da pilhagem da riqueza do país. Todos, sem excepção, sabiam que se tratava de mudar alguma coisa para que tudo ficasse na mesma. Uma eventual recusa da UNITA em aceitar o status quo teria consequências muito sérias dentro e fora de Angola.

Os temores do regime e dos interesses económicos internacionais que ele alimentava confirmaram-se. Desde os Acordos de Bicesse de 2001 até às eleições de Setembro de 2002, foi sendo cada dia mais evidente que Savimbi não iria aceitar o lugar que lhe tinham reservado no redesenho da cleptocracia angolana. Bem pelo contrário, Savimbi usava os comícios eleitorais e abertura dos meios de comunicação para denunciar e pôr em causa a riqueza e o fausto da elite do MPLA em contraste com a vida miserável da generalidade da população. Deixou claro que tal situação só era possível porque as petrolíferas negociavam com um governo corrupto e que a comunidade internacional fechava os olhos à situação.

É esta postura que definitivamente diferenciou Savimbi no panorama africano; nenhum outro líder guerrilheiro abdicou das benesses que o exercício do poder traz para prosseguir uma guerra de libertação.

A partir daqui Savimbi foi um homem condenado. A “abertura” democrática culmina com a fraude eleitoral de 29 e 30 de Setembro de 2002 sob o respaldo da ONU em que o MPLA foi declarado vencedor. Na sequência da recusa da UNITA em aceitar os resultados eleitorais, em 31 de Outubro, um mês depois das eleições, começa o Massacre de Luanda que se vai prolongar por Novembro. Na capital do país, os quadros políticos da UNITA são assassinados, a guarnição da UNITA é dizimada, os corpos dos soldados são amontoados e queimados nas ruas, cerca de 50 mil angolanos oriundos das etnias do sul de Angola que viviam em Luanda são chacinados. Savimbi escapa porque não está na cidade.

Este crime ocorreu diante dos olhos dos representantes da ONU que, se nada podiam fazer para o evitar, deveriam ter feito tudo para expor os acontecimentos terríveis e apontar responsáveis. O Governo português, envolvido formalmente na procura de uma solução democrática para Angola, nunca denunciou, nem procurou explicações, nem lamentou o Massacre de Luanda. Como é fácil induzir, o primeiro-ministro português à data era o inevitável Durão Barroso.


Após o Massacre de Luanda, a UNITA regressou à guerrilha, agora decapitada dos seus dirigentes políticos mais qualificados. Em 1993 a ONU decretou um embargo à venda de armas à UNITA. O poder económico do Governo do MPLA crescia e contava com os serviços dos russos que pilotavam os bombardeiros e dos mercenários portugueses e sul-africanos que poucos anos antes tinham estado do outro lado da barricada e conheciam bem o terreno e as forças da UNITA. Os operacionais da UNITA que desertavam de uma guerrilha sem possibilidade de vencer e ingressavam no Exército angolano foram também um contributo para o desequilíbrio de forças.

A UNITA deixou de ser uma ameaça militar mas continuou a fazer-se ouvir através das delegações internacionais. Para resolver esta questão, a ONU decretou novos embargos desta vez ao movimento de fundos dos representantes externos da UNITA. Este golpe na rede diplomática da organização debilitou definitivamente a capacidade de a UNITA denunciar a situação interna angolana.

Entre o regresso às matas e a morte de Savimbi passaram dez anos de lento e inexorável declínio da resistência armada angolana contra a ditadura e a plutocracia do MPLA. Ainda houve tempo para mais negociações, incluindo os protocolos de Lusaka. Por natureza ou teimosia, é possível que Savimbi não fosse capaz de distinguir derrota de rendição.

Tal como no caso do silêncio sobre o Massacre de Luanda, a ONU nunca condenou o Governo angolano pela tortura e bombardeamento indiscriminado de civis na zona de influência da UNITA, o que incluiu o uso de armas químicas.


Após a morte de Savimbi terminou o pouco que restava da guerra civil em Angola. A incorporação dos elementos históricos da UNITA na vida política angolana e acantonamento dos guerrilheiros representaram uma atitude de reconciliação do regime globalmente bem sucedida.

Passados dez anos sobre a morte de Savimbi o poder continua a ser detido por uma elite corrupta e cleptocrática estruturada em torno José Eduardo dos Santos que exerce o cargo de Presidente há 33 (trinta e três) anos. O resultado das únicas eleições entretanto realizadas (2008) assemelha-se a um “remake” de outros totalitarismos: o partido do Governo ganhou com 80% dos votos.

Mas nem tudo ficou igual, alguma coisa mudou; nos meios de comunicação social internacionais, sobretudo nos portugueses, deixou de haver bode expiatório e relativismo moral para explicar a cleptocracia, a corrupção e a miséria generalizada em Angola, tão ou mais gritantes hoje do que antes da morte de Savimbi.


Se algum dia houver Liberdade em Angola, Savimbi terá uma estátua em Luanda.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Olavo de Carvalho: O eterno futuro


[Olavo de Carvalho, transcrição de parte de uma aula]

[Clicar e avançar para 11:35] É da própria natureza do processo revolucionário não saber exactamente onde vai chegar porque se uma revolução tivesse metas absolutamente definidas ela poderia ser julgada a partir da realização ou não dessas metas mas se ela admitir isso ela tem que admitir também uma autoridade soberana acima dela, quer dizer, ela vai ser julgada. Mas um processo revolucionário que aceita ser julgado por uma ordem externa ele elimina-se a si mesmo então, seria algo contraditório.

A revolução é ao mesmo tempo a força que conduz o processo e ela tem que ser ao o tribunal de última instância. Só ela é tribunal de última instância então ninguém a pode julgar desde fora. Então, não é possível, jamais, uma força externa à revolução que seja a própria população julgar a revolução e absolver ou condená-la, saber se ela atingiu os seus resultados ou não.

Por outro lado como a dialéctica interna do movimento revolucionário consiste em você se arrogar no presente uma autoridade que vem do futuro, de um estado futuro ao qual a revolução está tendendo, então, naturalmente, o futuro é que passa a ser o juiz mas acontece que ao mesmo tempo como o único juiz possível é a própria elite revolucionária, então a elite revolucionária se identifica com o futuro e, naturalmente, para onde essa elite se desloca também o futuro se desloca com ela. Então você vai empurrando o futuro com a barriga, o futuro nunca chega e então a revolução nunca pode ser julgada. Isso quer dizer que também daí decorre uma consequência, também inevitável, que é a perfeita irresponsabilidade histórica que é inerente a todo o processo revolucionário. Nenhuma elite revolucionária pode jamais responder pelos seus feitos porque ela não tem perante quem responder, não há um tribunal perante o qual ela possa responder. O tribunal é o futuro mas, ao mesmo tempo, o futuro é personifica o futuro é a elite revolucionária. [13:50].

Quando as pessoas perguntam como é possível depois de tanta violência, tantos crimes, tantos fracassos da história do comunismo o pessoal ainda se apresenta em público defendendo o comunismo com a mesma cara de pau como se nada tivesse acontecido. Então o observador leigo imagina que é uma espécie de hipocrisia mas eu digo que não é hipocrisia isso é uma estrutura inerente ao processo revolucionário. [14:18]. Assumir a responsabilidade pelo que você fez só é possível dentro de uma ordem social no qual haja uma instância julgadora que não é a mesma força agende do processo. [14:32].

Quem não pára de ser apanhado com a boca na botija?

Peter Gleick

Os melancias.
Porque eles próprios sabem que têm que começar a cometer outros crimes, para esconder os crimes que andaram a cometer nos últimos anos!!!
.

Purga purga ou a cisão dos gangs do grupúsculo

A extrema esquerda ajusta contas com a extrema esquerda.

.

Paul Simon

Alarmismo nuclear

No Facebook de Ramiro Marques:
Jornalistas fizeram hoje uma visita à central nuclear de Fukushima. Foram retiradas do local 80 mil pessoas. Não morreu ninguém devido às radiações. A central ficou severamente danificada devido ao tsunami. Ondas de 21 metros atingiram a cidade de Fukushima. O Japão, sem recursos naturais, vai manter as centrais nucleares.
Observando o medidor fotografado na notícia:


Repare-se na imagem do medidor de radiação. A legenda diz:
"Potentially deadly: A radiation monitor indicates 102 millisieverts per hour at the plant, more than 100 times the acceptable level"
O problema é que o aparelho, se estiver a medir Sieverts, está a medir microSieverts e não milisieverts (1 milésimo do que diz a legenda).

Se o aparelho estiver a medir microrem, 100 microrem corresponde a 1 miliSievert.

Do lado esquerdo do display estão as unidades de medida. Não consigo perceber qual delas está seleccionada mas as escolhas são milirem ou microSievert.

Uma coisa é certa. Se o aparelho estiver a medir microrems, a legenda refere 100x mais do que o aparelho mede. Se estiver a medir microSieverts, a legenda refere 1000x mais do que o aparelho de facto indica.

A ser Sievert's, a radiação é alta mas está no limite para quem trabalha nestas coisas. Tem que ter cuidado com o ar que respira e deve andar com máscara. Para que a radiação baixe terá que chover.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Monckton: conservadores, "europa", fascista-"libertários", ONU, aquecimento global.

... de quando a direita se tornou ... enviesada (em português corrente deixou cair os tomates):

The Fukushima Nuclear Reactor Accident: What Happened and What Does It Mean?


The talk will describe (technically, but in laymen's terms) what happened at the Fukushima reactors during and after the disastrous March 11 earthquake and tsunami, what the radioactive releases have been and what they mean, and what the path forward seems to be at the site. The potential implications that these events might have upon the future of nuclear power in general will also be discussed.

Últimas sobre Fukushima: Fukushima Status, WNN, MIT NSE Nuclear Information Hub, BNC, WNA, IAEA, ACNEN

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Quem sai aos seus...

Porque amanhã é Domingo: Janis Joplin - Summertime


Summertime and the livin' is easy
Fish are jumpin' and the cotton is high
Oh, your daddy's rich and your ma is good-lookin'
So hush, little baby; don't you cry

One of these mornings you're gonna rise up singing
And you'll spread your wings and you'll take to the sky
But till that morning, there ain't nothin' can harm you
With daddy and mammy standin' by

One of these mornings you're gonna rise up singing
And you'll spread your wings and you'll take to the sky
But till that morning, there ain't nothin' can harm you
With daddy and mammy standin' by

É o aborto, estúpido

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Então, a regulação apaga?

No Eco-Tretas:
Nota: A ERSE resolveu apagar o documento que referencio neste artigo... O que terão eles a esconder??? Podem ver que ele até ainda é referenciado nesta pesquisa do Google, sendo ainda visível um previsualização desse PDF, podendo-se igualmente confirmar a sua referência noutros sites da Internet... Se alguém precisar, tenho cópia.
 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Síria: Entre a Escuridão e as Trevas

“The Christians in Syria face a dilemma. They are morally obligated to support the protestors, but if Assad falls, sectarian strife could ravage the country and Islamic terrorists will target Christians as they have in Iraq and Egypt. If they support Assad and he falls they could be targets for revenge. That is why the Christian community in Syria is largely silent, not knowing what to do.”

Na Síria, a ditadura de Assad, que beneficia dos apoios de conveniência da Rússia e dos Ayatollahs do Irão, dará lugar nos próximos meses ou semanas a mais uma “primavera” de tons muitos escuros e em tudo semelhante às que "floriram" no Egito ou na Líbia. Faz, portanto, todo o sentido a preocupação do Patriarca da Igreja Católica Síria citado acima (fonte).

Tal como no caso da perseguição aos dhimmi na Síria, quer sejam de nacionalidade síria, quer sejam refugiados cristãos fugidos da perseguição no Iraque, a perseguição generalizada e o assassinato de cristãos não é notícia no Ocidente nem no resto do mundo. Este é um dos mais importantes e mais ignorados sinais de auto-ódio e de decadência ocidentais.

Medina Carreira - OnO20

A crise desencadeada pelo endividamento.

A "europa" não arranca enquanto não resolver o problema da dependência energética.

A causa da crise resulta do modelo que assenta em benefícios que já não é sustentável sem crescimento económico.

O crescimento da "europa" foi decaindo ... 5, 4, 3, 2, 1, ...0!

O endividamento foi a resposta política para a satisfação das necessidades decorrentes do modelo europeu.

Endividamento significa que estamos a viver com dinheiro que os nossos filhos vão pagar. Nós estamos há 15-20 anos a beneficiar daquilo que os nossos filhos vão pagar.

Bate-se na parede quando se precisa obter mais dinheiro emprestado e ninguém quer emprestar.

Portugal não vai crescer em média 2% nem daqui a 30 anos. [Porra.]

O nosso mundo político e jornalistas consomem o tempo quase todo à volta de fait-divers (piegas, etc). É uma tremenda debilidade da nossa política.

A produção industrial da "europa" anda pelos vinte e tal por cento da produção mundial mas cairá para metade nos próximos 30 anos.

Aqueles que acham que os investimentos do estado são solução para o problema da economia portuguesa são os que nos endividaram até à raiz dos cabelos sem qualquer vantagem palpável.

É muito provável que os coronéis venham a retomar conta da Grécia. Ninguém põe dinheiro, por muito brilhante que seja a história de um país, para sustentar um povo que não quer reconhecer a debilidade em que se encontra.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Coisas de um futuro...


No ProfBlog


Se bem percebi

Ontem, por mero acaso, sintonizei a RTP-1 e aterrei num debate (Prós e Contras), sobre energia e factura eléctrica.
De lado esquerdo do telespectador ( não consigo escrever "espetador", parece que me estou a referir a alguém ou a alguma coisa que serve para espetar), Mira Amaral, Patrick Monteiro de Barros e Clemente Pedro Nunes.
Do lado direito, três aves de rapina: Carlos Pimenta, com interesses nas eólicas, Nuno Ribeiro da Silva, da Endesa Portugal, e um ex-governante, da área do PS, cujo nome não fixei mas que ele mesmo se reivindicou como "autor intelectual" da estratégia das renováveis.

Entre muito jargão técnico, raivas e esquivas, justificações e acusações, da discussão fez-se alguma luz na cabeça deste vosso ignorante escriba.

O que eu entendi foi, o mais sucintamente possível:

Os do meu lado esquerdo contestavam a onerosa estratégia das eólicas e as rendas pagas pelos consumidores ( cerca de metade da factura) ao negócio das aves de rapina à minha direita.
Como explicou o Prof Clemente, do IST, as éolicas são intermitentes. Como tal, não podem estar sózinhas, já que não se sabe quando param, são umas cabeças de vento. Assim, por cada MW de potência instalada nas éolicas é necessário:
1-Instalar 1 MW de potência fiável (central térmica)
2- Construir barragens e estações de bombagem para, de algum modo, armazenar a energia que em certos períodos não é consumida.

Ora isto implica duas coisas desagradáveis: a 1ª é que o MW sai ao triplo do preço; a 2ª é que as centrais térmicas funcionam num liga/desliga que as torna insustentáveis, obrigando o consumidor a pagar o prejuizo. Não percebo nada de centrais térmicas mas, pela explicação, percebi que são como os carros, isto é, gastam muito mais no pára-arranca, do que em velocidade de cruzeiro.
Mas como têm de existir e a funcionar assim dão prejuizo, o Estado (o consumidor) paga-lhe principescamente esse prejuizo, fazendo com que na factura de cada português figurem mais umas taxas com nomes estranhos que o normal cidadão não têm a mínima ideia do que sejam.

Ora então os especialistas à minha esquerda achavam que isto era uma idiotice, era uma idiotice cara e era/é, necessário acabar ou, no mínimo, reduzir, as rendas que o Estado (o consumidor, eu e vocẽ) paga às eólicas e às centrais do pára-arranca.

Os beneficiados pela brilhante estratégia, à minha direita, eram da opinião que não. Falavam de várias coisas, do fabrico de ventoínhas, da exportação de ventoínhas, dos empregos nas fábricas de ventoínhas, na poupança em petróleo (se bem que eu não conheça nenhuma central térmica que queime petróleo, deve existir algures, tal a vivacidade com que o Carlos Pimenta referia este argumento) e, sobretudo, alto lá que isto agora é sério, de "DIREITOS ADQUIRIDOS".
Exactamente!
As rendas que o consumidor paga na factura elécrica para sustentar uma estratégia modernaça mas ruinosa, são para os bem instalados, "direitos adquiridos".

É disto que trata afinal o debate sobre a energia: Direitos adquiridos!
O que nos separa de decisões racionais e que contribuam para uma economia mais competitiva, são os "direitos adquiridos" de empresas e indivíduos que se instalaram num negócio artificial que só é lucrativo enquanto os portugueses forem, por decreto, obrigados a pagar os prejuizos.

Isto não é um país de doidos?

Ter Razão Antes do Tempo

Em política, dizer que ter razão antes do tempo é não ter razão é uma espécie de aforismo desculpatório usado contra aqueles que avisaram à partida que não era preciso chegar ao destino para perceber para onde se caminhava.

Contrariando o aforismo, aqui fica mais um exemplo de que ter razão antes do tempo é ter razão duas vezes.

Garantismo e conquistas irreversíveis: democracia no prego

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novidade em Jogos de Estratégia Online

Envie dinheiro, não envie dinheiro, peça dinheiro, imprima dinheiro, determine cortes de ordenado mínimo, despedimento de funcionários públicos, nomeie Primeiros–Ministros que nunca foram eleitos, vá ao Parlamento, negoceie com os líderes da oposição, duscuta com os líderes dos partidos do governo, beije os representantes do BCE, disponha polícias e bombeiros em pontos estratégicos numa cidade a arder sob o ataque de anarquistas.

Tudo isto e muito mais na última novidade em jogos de estratégia! Se gostou de SALVAR O KURSK, vai gostar de SALVAR A GRÉCIA. SALVAR A GRÉCIA, um jogo em que vale tudo, menos sair do euro.

Espécime da “Geração À Rasca” especializado em “Área de Projeto”

Aqui.

Entrevista a D. Duarte

Espetadores do dirêto, levantai-vos e andai!


Ruben de Carvalho sabe de Jazz. Devia ficar-se por aí. O "arrogante", paralítico, nem sequer se levantou.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O desliga-liga alemão

Via Espectador Interessado, fiquei a saber que na Alemanha voltaram a ser activados os reactores nucleares há pouco tempo desactivados.

Este tipo de coisa que deve ser evitada a todo o custo. Esta coisa de ligar-desligar-ligar-desligar reactores nucleares não é coisa de gente com dois dedos de testa.

O "aquecimento global" era coisa garantida...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Juiz Espanhol - O Caso e a Anedota

1. O Caso do Juiz Espanhol

Chega ao fim o caso Baltazar Garzon que mereceu destaque desproporcionado e lampejos de jornalismo de causa e mistificação em Portugal. Parece que dois fatores concorreram para a relevância e o peso que o assunto teve entre nós:

(1) Garzon é um juiz mediático porque emitiu um mandado de captura internacional sobre Pinochet (mas apenas sobre Pinochet, sobre Fidel Castro, não). Embevecido pela adulação recebida, a partir daí tomou outras iniciativas judiciais mediáticas e sectárias, a última das quais consistiu em mandar desenterrar cadáveres das vítimas “boas” da guerra civil espanhola (mas apenas das vítimas "boas", das outras vítimas, não).

(2) O dinheiro escasseia, as deslocações de jornalistas em reportagem também, mas Madrid é perto e baratinho, dá para aparecer em direto e fazer uns floreados em horário nobre. Comer “tapas” e beber “cañas” por conta do orçamento da redação também contribui para a espontaneidade dos enviados.


2. A anedota do Juiz Espanhol, ou Anedotas sobre Moral com Espanhóis

Há uns anos, mais a sul, contaram-me a “anedota do dentista espanhol”:
Um português vai à consulta de um dentista espanhol.
O português pergunta: “Vai doer?”
O dentista espanhol responde: “Não, não vai doer nada, sente-se.”
O português senta-se e agarra os melhores amigos do melhor amigo do dentista e pergunta-lhe outra vez: “Vai doer?”
O dentista espanhol responde: “…. vai doer um bocadinho… é melhor tirar a mão daí…”


Agora temos uma nova anedota sobre moral com espanhóis, a “anedota do juiz espanhol”, sob a forma de petição, explicada aqui, original aqui.

Estatística

Fiel-Inimigo

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Exclusivo por email



Caros/as
 
   Aqui vos dou o despacho que recebêmos do nosso correspondente na Região Lisboeta, o noticiarista Moitinho de Andrade:
 
 
   "Foi difundido ao princípio da noite pelas agencias internacionais noticiosas, estando já a extravasar para os jornais estrangeiros e nacionais de referência, a notícia inquietante e palpitante a um tempo do atentado frustrado cometido por 3 indivíduos - já detidos e recolhidos ao calabouço onde aguardarão instrução do processo - contra o Doutor José Jagodes, professor catedrático de Informação e Contra-informação no Instituto de Altos Estudos Político-Sociais de Creteil-sur-Sène e, ainda, regente plenipotenciário de Mecânica Existencial na Sourbonne.
 
  O Doutor José Jagodes, que lançou recentemente - o que se tornou um "caso" apelativo na circunstancia intelectual de Lisboa e Porto e, adicionalmente, em Paris, Londres e Estrasburgo - subordinado ao titulo "Causas e Inconsequências da Decadencia nas Sociedades Franchising da Média Europa", estava de visita a Portugal na condição de visitante ocasional (ou seja, para vigiar as obras de decoração do seu novo apartamento em Carcavelos, para onde se transferiu nas férias do Natal acompanhado da sua actual companheira, a ex-actriz manequim venezuelana Eládia de la Paz Gonzalez e actual protagonista da telenovela da TVII "Depois do furacão/Después del huracán", a primeira e por isso inovadora telenovela bilingue).
 
  Conseguímos, mediante os esforços do jornalista, actualmente freelancer Pedro Rosa Montes, um exclusivo para a nossa página primacial, onde as entrevistas do Doutor têm sido dadas a lume. E amanhã ao fim do dia, ou no dia seguinte, forneceremos então ao Leitor a peça que já perspectivamos histórica. Mas podemos desde já adiantar que o Doutor Jagodes se encontra bem, apenas com um ligeiro "galo" na parte ocipital, por no decorrer da escaramuça ter dado com a cabeça num vão de porta. Recorda-se que o Doutor, grande cultor das artes marciais (foi na primeira juventude campeão ibérico de enki-do, disciplina que ao contrário do judo-savate não se pratica de pés nus mas com botas caneleiras para agravar o poder do impacto no adversário) e cinturão negro de spetnaz (disciplina praticada pelos antigos membros da armada soviética) não teve dificuldade em dominar os díscolos, que ao contrário do que se divulgou não estavam armados de caçadeiras mas sim de brownings 48 como os vulgares e cada vez mais numerosos assaltantes de joalharias nacionais.
 
  Ao primeiro agente da autoridade, chegado já com a sarrafusca terminada, ao fim de 16 minutos, o Doutor Jagodes declarou-lhe tranquilizando-o: "Já resolvi o assunto, moço. Não sou nenhum piegas!", o que curiosamente fez sorrir o bom do chui.
 
  O Doutor José Jagodes regressa amanhã a Paris ao princípio da noite, num dos jactos da antiga TAP, hoje com um nome chinês que ainda não conseguimos pronunciar correctamente pois foi apenas há duas semanas que a ex-transportadora lusa foi adquirida pelo capital da República Popular da China."
 
Aqui fica o documento.
Abrqs do
 n.

Quanto vale uma bolsa de estudo...


... em Paris?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Mac on Britain's treatment of terrorists



Ramiro Marques aqui:
A propósito da libertação do braço direito de Bin Laden no Reino Unido, o clérigo extremista Abu Qataba, que apesar de apelar ao assassinato dos ingleses não islâmicos, recebe do Estado 1000 libras mensais em subsídios, Bin Laden deve estar a pensar isto no Inferno: "se ao menos eu tivesse fugido para o Reino Unido seria libertado da prisão ao fim de pouco tempo e poderia viver o resto da vida de subsídios estatais."