Ernest Perce é um ateu americano.
No dia de Haloween, junto com outros foliões, vestiu-se de "Zombie Maomé". Outros foliões estavam vestidos de "Zombie Papa", etc
Talaag Elbayomy, um muçulmano, ao ver passar os foliões, entrou no modo de jihad, carregou sobre Perce e deu-lhe uma sova.
Na verdade, Talaag agiu de acordo com a sharia. Não se pode fazer humor com o Profeta ou com a religião islâmica.
E tudo seria normal se o episódio tivesse acontecido num país muçulmano nos quais, de facto, a atitude de Perce é considerada crime.
Mas foi na América. A polícia interveio e o caso foi parar a tribunal, como crime de agressão. Tudo parecia encaminhado para uma normal punição do agressor.
Mas então entrou em cena o juiz Mark Martin.
E o que se passou foi surreal.
O juiz, de Corão na mão, admoestou severamente Perce porque, por aquilo que fez "em sociedades muçulmanas, seria crime passível de pena de morte"
Embasbacado, Perce ouviu o juiz dizer-lhe que "tendo tido a oportunidade de passar 2, 5 anos em países predominantemente muçulmanos, conheço razoavelmente bem a fé islâmica...em muitos países de língua árabe, algo como isto é completamente ilegal. Pode ser, e frequentemente é, punido com apena de morte".
E prosseguiu, imparável: "O que você fez foi esmagar completamente a sua essência, o seu ser. Ele achou isso muito, muito ofensivo. Eu achei isso ofensivo. Você ultrapassou os limites dos direitos garantidos pela 1ª Emenda"
E mandou arquivar o caso, recusando-se a ver o vídeo com a agressão e ignorando a participação policial.
Uau!
Não sei como irá evoluir este caso, há quem diga que o juiz é muçulmano, ele mesmo fez declarações que parecem indicar isso, embora posteriormente as tenha negado.
Mas o que importa aqui relevar é que o juiz aplicou descaradamente a sharia em vez da lei americana.
Em 1º lugar, recusou ver as provas e entre as declarações do muçulmano e do infiel, deu naturalmente mais valor às do muçulmano, que disse que tinha de fazer qualquer coisa mas que não teve contacto físico com Perce (é mentira, o vídeo desmente-o). É o que manda a sharia.
Em 2º lugar, inverteu imediatamente os papéis. O agressor (muçulmano) passou a vítima e a vítima passou a agressor.
Em 3º lugar, deu uma lição de lei islâmica ao agredido, explicando-lhe que, na sua opinião, na América também é crime "ofender o Islão", como acontece nos países muçulmanos. E basicamente recordou-lhe o seu estatuto de "dhimmi", isto é, se quiser ser "protegido", se quiser evitar ser vítima da violência dos muçulmanos, tem de agir de acordo com as suas regras, ou seja, de acordo com a sharia.
Em suma, deu implícita autorização a todos os muçulmanos na América, para atacarem todos aqueles que, nas suas opiniões, ofendam o profeta.
Em 4º lugar, explicou com toda a clareza que a fé islâmica não é apenas uma religião como as outras, mas algo mais, uma essência, uma cosmovisão.
Por último, afirmou aquilo que é o cerne de sharia: que se trata de uma lei superior até à Constituição americana, já que até a famosa 1ª Emenda, deve ceder perante ela.
Este caso é emblemático e ocorre na mesma altura em que Barack Obama, numa vertigem de desculpas, garantiu publicamente que os soldados americanos que queimaram lixo vário, entre o qual exemplares do Corão, serão responsabilizados.
Responsabilizados? Desde quando é crime no sistema penal americano, queimar um livro? Vai o Presidente americano aplicar a sharia aos seus militares?






