Houve um tempo em que os homens acreditavam que Deus conseguia curar as pessoas doentes. Hoje, maioria das pessoas acredita que a ciência médica consegue curar as pessoas doentes. Sob esta visão, é certo e sabido que o estado irá intervir. O estado procura o controlo sobre a medicina. Os seus agentes afirmam quer a autoridade quer a capacidade para servir como deuses funcionais da sociedade e, portanto, o estado não pode permitir que a medicina seja regida por acordos de livre mercado. O estado é visto como tendo um imperativo moral - que é em última análise um imperativo religioso -, para intervir na relação entre o prestador de serviços de saúde e o cliente.
Catolicismo e Liberdade
Há 57 minutos
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