terça-feira, 3 de julho de 2018

E, se pedíssemos a Trump, para nos drenar o pântano?

Navegando a eterna dialéctica marxista (culpa os outros de fazer aquilo que fazes), os deputados "progressistas" vêm fraude onde a não há e pretendem que a que cometem não o seja.

«Julgavam que o povo tem direito ao mesmo tratamento dos representantes do povo? Tirem daí a ideia porque o Estado que agora nos diz que a morada fiscal dos deputados é irrelevante no acesso aos subsídios é o mesmo que em Abril nos disse que a morada fiscal é o critério determinante no acesso das crianças a cada escola. Foi isso que o Despacho Normativo n.º 6/2018 passou a determinar para evitar que os malandros dos encarregados de educação pudessem dar uma morada diferente na matrícula escolar dos miúdos. O diploma esclarece, orgulhosamente, o propósito da exigência da morada fiscal às famílias: “garantia da transparência e combate à fraude”.»
 Aqui. 

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