quarta-feira, 11 de julho de 2018

O extertor do estado central "progressista"

Esquecendo por momentos o gang de Bruxelas ...

Já perante sucessivas convulsões nas contas do estado, já sem ser possível esconder que o défice chega às nuvens, a dívida à estratosfera, que nos hospitais de deixa morrer gente por não haver onde ou com que lhes acudir, vem o metafísico organismo anunciar que pretende "regionalizar" sem jamais pretender mandar funcionários para casa ou para as ditas instituições 'regionalizadas', baixando a despesa em salários do estado central.

Manter a despesa em salários (logo militantes em votação "progressista") no estado central continua a ser palavra de ordem. As "regiões" que façam que nós gastamos o dinheiro.

Entretanto, pelo reino dos destinatários da "regionalização" vão-se instalando pequenos estados locais com exactamente os mesmos vícios do monstro central. Lisboa é hoje um reino a papel químico do estado central: paquidérmico, inútil, metediço, estrangulador, colonizado, pestilento.

O estado central e todas as suas ramificações tentaculares sejam periféricas ou "locais", tresanda hoje a força de ocupação e, contra as forças de ocupação, marchar ... marchar.

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