sábado, 14 de julho de 2018

O golpe palaciano Obama-Hillary ... e o silência dos jornalistas lusos

Mesmo travestidos em fascistas (declarando apoiar o capitalismo mas pretendendo mandar nele a 100%), os russos, recorrendo às velhas ferramentas de manipulação que sempre usaram, acabaram por manipular a 100% Obama, o Partido Democrata, Hillary e muitos do Partido Republicano.

Para além da manipulação conseguida por diversas formas entre as quais, a do comprometimento que garante a continuidade da 'colaboração', duas importantes âncoras foram estabelecidas, uma mais bem conseguida que a outra.

A que não ficou bem sedimentada foi o controlo do Supremo Tribunal, onde alguns idiotas lá colocados pelo gang Obama/Hillary garantiriam floreadas interpretações da constituição para ler nela o que nunca lá esteve escrito. A morte de um juiz de a reforma de outro permitiram a Trump anular o projecto.

A outra âncora, muitíssimo mais bem montada, envolveu a correspondente à nossa Procuradoria Geral da República, o Departamento de Justiça e o FBI. Neste caso, particularmente na cúpula do FBI, o golpe foi preparado a 100%.

Pouco a pouco a anatomia do golpe vai ficando a claro, especialmente depois de se ter sabido que Peter Strzok tinha uma namorada, igualmente no FBI, a quem, entre quecas, se entretinha a contar, pelo Twitter, usando o sistema do FBI, as vigarices que ele e outros trapaceiros iam perpetrando contra Trump e a forma como estavam a safar Hillary das trafulhices em que ela estava metida. Entre outras canduras, Peter Strzok ia declarando à 'namorada' que, para ele, Trump era Lucifer e Hillary o Anjo da Guarda. Pelos padrões deste FBI "progressista", este homem era um investigador imparcial.

Para meter lenha no golpe foi encomendado, pelo Partido Democrata, um "estudo" sobre Trump a uma agência de propaganda, a Fusion GPS, onde trabalhava a Sra Ohr. Feito o "estudo", a Sra Ohr entregou-o ao marido que trabalhava no Departamento de Justiça (4º na estrutura de comando) que, por sua vez, o entregou ao FBI. Esse documento, conjunto de tretas, "provava" o conluio de Trump com os russos.



O então nomeado investigador especial Robert Mueller que, entre outros trafulhas, escolheu como investigador "imparcial" o mesmo Peter Strzok, usou esse documento fraudulento como justificação para a caça às bruxas que o FBI encetou contra Trump.

Entretanto Mueller ficou a saber que havia, registado no sistema informático do FBI, esse extraordinário conjunto de milhares de tweets de Strzok, mas de nada mais se preocupou em saber. Havia que urgentemente fazer cair Donald Trump.



E assim foi continuando até as trombetas terem soado ao ponto de Mueller se ver obrigado a expulsar Strzok.

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Alguém, entretanto, sobre isto, ouvem alguma coisa de substancial na comunicação social lusa?

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Vejamos, entretanto, um excelente exemplo da desenvoltura com que os vigaristas mentem.



Tal como dizia Olavo de Carvalho, a desenvoltura com que os vigaristas mentem resulta da total ausência de escrúpulos em mentir. O vigarista não tem, por definição, qualquer problema de consciência em mentir.

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