Teste

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Robert Noyce

A Google invoca hoje Robert Noyce. Faria 84 anos.

Robert Noyce foi co-fundador da Fairchild Semiconductor e, justamente, foram desse fabricante os primeiros circuitos integrados que utilizei e os livros de componentes que comprei.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Apocalipse: boas notícias

Kumi Naidoo, Greenpeace
De acordo com as palavras do cabecilha radical da Greenpeace, tudo correu bem:
“The grim news is that the blockers lead by the US have succeeded in inserting a vital get-out clause that could easily prevent the next big climate deal being legally binding. If that loophole is exploited it could be a disaster. And the deal is due to be implemented ‘from 2020′ leaving almost no room for increasing the depth of carbon cuts in this decade when scientists say we need emissions to peak,”

As deprimentes notícias são que os bloqueadores liderados pelos Estados Unidos obtiveram sucesso pela inserção de uma cláusula de escapatória que poderia facilmente evitar que o próximo acordo climático fosse obrigatório. Se a escapatória fosse explorada poderia ser um desastre. E o acordo, que é suposto ser implementado a partir de 2020, quase não deixa margem para aumento da profundidade aos cortes de carbono nesta década em que os cientistas dizem precisar que as emissões sejam limitadas.

O "poderia" não passa de subtileza para a manter a chama no coração dos pacóvios e da nossa pacóvia Ministra da Agricultura.

Para que se perceba quão disparatadas são as palavras da ministra ... "Greenpeace considera conferência de Durban um «fracasso»"

Bom domingo!

Ribaltas do Carvalho*



Ouvi, mesmo agora, Ana Antunes, da Quercus, dizer à jornalista da SIC Notícias que, com esta conferência sobre o clima," a Europa voltou à ribalta". Do que ninguém duvida.
Ah! E que foram os Estados Unidos os responsáveis pela menor dimensão dos compromissos assumidos. Mas isso, digo eu, já se sabia.

* Para quem não saiba, quercus é classificação botânica comum a carvalhos, azinheiras e sobreiros.

Dos forcados salvadores do mundo

Durban acabou em êxtase. Foi alcançado o acordo histórico pelo qual e para salvar o mundo se comprometeram a comprometerem-se posteriormente voltando naturalmente a reunir-se.

... parece que da próxima vai ser nas arábias. Gandamalha.

De quando os assentos servem...


... para se esconder os remendos.

Marc Morano: World Government Built on Eco-Fascism to Control All

Da escumalha genocida nazi-marxista do IPCC e seus satélites

Reunidos em Durban pretendem agora (entre outras doçuras):
1 - Aprovar os direitos da Mãe-Terra.
2 - Um tribunal para o clima
3 - Baixar a concentração de CO2 para valores tais que as plantas começariam a morrer.
4 - 1.6 biliões (1.6*10^12) ou 1.6 milhões de milhões de dólares por ano.
5 - Precipitar a Terra num novo período glaciar.

sábado, 10 de dezembro de 2011

The legacy of Skylab (1979)

Durban e o gang do IPCC

Durban está a decorrer, está a acabar e espera-se que a resolução mais importante ali adoptada venha a ser o voltarem a reunir-se. É assim há muitas sessões de anos transactos.

Mas, entretanto, alguém ouvia alguma palavra na comunicação social sobre o assunto?

Entretanto mordam as ideias do gang da religião do aquecimento global.

Alguém ouviu mais falar da nossa zenital Ministra da Agricultura?

Lua cheia: um indutor natural do parto?

Há uns anos li sobre este assunto mas perdi-lhe o rasto. Entretanto tive umas quantas pegas com algumas mulheres sobre o assunto. Umas afirmavam ser a lua cheia, outras a lua nova.

Luz: lâmpadas incandescentes, fluorescentes e a LED (actualizado I)

[Este artigo complementa este outro].

Os melancias odeiam deixar ao critério do consumidor o que comprar, adoram mentir e, de entre a mentira, cultivam a meia-verdade.

As lâmpadas fluorescentes e de LED são ambientalmente desastrosas por serem infinitamente mais venenosas que as incandescentes e dão uma péssima luz. Umas e outras consomem menos energia mas aquilo que produzem é de má qualidade.

Luz boa é luz razoavelmente contínua (as fluorescentes já foram muito pulsadas mas são-no agora boas) as de LED são boas a este respeito porque mesmo sendo pulsadas nalguns casos são-no a uma frequência suficientemente alta.

Luz boa é luz cujo espectro permita a visualização de cores de forma tão aproximada como as veríamos com luz natural. Por luz natural podemos e devemos incluir a luz de fogo que connosco convive há muitos milhares de anos e, embora amarela, tem espectro razoavelmente contínuo embora muito fraco no azul.

A luz que entra nos nossos olhos é composta por ondas de rádio de frequências muito altas que compreendem a banda entre os 400 e os 800THz (1 TeraHertz= 1.000.000.000.000 ciclos por segundo). A luz é proveniente de fontes naturais ou artificiais. O Sol é a mais natural das fontes, o fogo será, porventura, a fonte seguinte mais natural.

Para que nós vejamos o que nos rodeia a luz terá que ser reflectida nos objectos e entrar nos nossos olhos.

Os nossos olhos não vêem por igual todas as frequências tendo células especializadas para 3 bandas de frequências (para além da visão nocturna monocromática).



A natureza determinou que cada uma das bandas a que cada tipo de células dos nossos olhos é sensível seja bastante larga não deixando zonas sem cobertura. Mais, o cérebro tem, como é de esperar, um papel fundamental no processo porque duas das bandas (verde e amarelo) são quase sobrepostas e é no cérebro que é criada a noção de vermelho. De tal forma a coisa funciona bem que é possível simular praticamente todas as cores recorrendo à soma (sobreposição) de luz verde vermelha e azul (tristimulus). Daí dizer-se que são estas as 3 cores primárias em termos de soma de luz.

O percurso da luz que nos chega aos olhos parte da fonte de luz, passa pelos objectos onde é reflectida e chega aos nossos olhos onde é detectada. Para que a cor dos objectos seja devidamente avaliada a fonte de luz deve conter a (quase) totalidade de frequências entre a mais alta e a mais baixa de acordo com a curva de emissão de um corpo negro a determinada temperatura.

É fundamental que se perceba como um corpo negro (negro para enfatizar que apenas gera luz e não reflecte) emite luz e emite sempre luz, porque a luz do Sol e do fogo emitem luz de acordo com este princípio.

Espectrograma simplificado da luz do Sol.
Qualquer corpo emite luz desde que, suponho, não se encontra à temperatura zero absoluto (0grK*). Qualquer corpo emite luz mas só a temperaturas de algumas centenas de graus essa luz se torna visível (rubro) porque só a essa temperatura começam a ser emitidas frequências apropriadas à nossa vista. A temperaturas mais baixas são emitidas frequências demasiado baixas e que os nossos olhos não detectam.

Quando um objecto chega ao rubro (metais, em geral), começa a emitir luz dentro do espectro (frequências) visível mas esta emissão é basicamente composta por frequências baixas, contendo poucas frequências àquilo a que chamamos verde e ainda menos para o azul.

 Espectrograma da luz de uma vela. nA risca amarela corresponde à emissão de sódio para adicionado efeitos de verificação de calibração. 

Muito importante é observar-se que muito embora (caso da vela) sejam predominantes frequências baixas, o espectro é completo não havendo ‘buracos’ ou falta de frequências (as riscas de absorção serão, comparativamente, diminutas).

À medida que a temperatura sobe a luz começa a ficar mais ‘clara’ ou seja, começa a conter mais frequências da banda do verde e do azul. Sempre espectros completos, sem falhas.

Espectrograma de um corpo negro a 1000GrK
Esp0ectrograma de um corpo gegro a 3000GrK.
Sensivelmente a temperatura de filamento de
uma lâmapada incandescente de boa qualidade.
As lâmpadas incandescentes trabalham a temperaturas tão altas quanto possível mas, infelizmente, a natureza não nos proporcionou materiais condutores de electricidade capazes de ficarem no estado sólido a temperaturas idênticas à da superfície do sol, nossa principal fonte de luz (6000GrK) e não parece fácil fabricar lâmpadas em que os elementos emissores de luz estejam no estado líquido ou gasoso e a essas temperaturas.

No caso das lâmpadas fluorescentes e de LED o processo de geração de luz não está relacionado à temperatura mas a outros fenómenos físicos pelos quais a luz emitida é-o numa única e estreita banda.

Espectrograma de alguns tipos de led (sobrepostos).

No caso do LED uma única e estreita banda é emitida mas variando as substâncias em que os LEDs são construídos consegue-se obter diferentes bandas. Construindo LEDs incorporando múltiplas junções é possível obter-se um espectro mais completo muito embora muito pouco uniforme.

O caso das fluorescentes é um terceiro caso. Constituídas por uma ampola dentro da qual é colocado um gás, tem ainda, fixado na parede interior da ampola, uma mistura de substâncias cujas moléculas quando excitadas com luz ultra-violeta emitem luz. O ultra-violeta é gerado excitando o gás com corrente eléctrica e a luz emitida pelas substâncias depositadas na parede interna da ampola corresponde à soma das bandas de emissão de cada um dos componentes dessa mistura. Um desses componentes é o mercúrio, substância substancialmente venenosa.

Às fontes de luz do tipo LED ou fluorescentes (como ainda outras do mesmo tipo) chamam-se fontes de espectro interrompido. Às fontes de luz emitida por aquecimento de uma substância (normalmente tungsténio) chamam-se fontes de espectro contínuo.

Quando se avalia um espectro de emissão há que ter em atenção a largura do filtro. Para se poder medir a intensidade por frequência há que usar filtros e quanto mais finos forem melhor permitem determinar as características da fonte de luz. Filtros finos estão ao alcance de poucos e muita propaganda é feita exibindo espectrogramas gerados a partir de filtros largos.

Os espectrogramas podem ser de dois tipos: de emissão e de absorção. Quando uma substância é apropriadamente excitada ela emite luz numa ou mais estreitíssimas bandas e quando luz de espectro contínuo atravessa vapores dessas substâncias as mesmas estreitíssimas bandas são removidas à luz de espectro contínuo tornando-o descontínua. As descontinuidades daqui resultantes são pouco significativas porque (caso do sol) as bandas removidas são aos milhares, elas são tão finas que não comprometem, digamos, a continuidade geral.

As riscas de emissão de diferentes átomos e moléculas são de tal forma finas e intrínsecas a cada substância que são usadas em astronomia para determinação da composição química de corpos distantes.

Aproveitemos o espectro de emissão de uma lâmpada de mercúrio como ferramenta para explicar um pouco por redução ao absurdo, o problema das fontes de luz de espectro interrompido.

 Espectrograma de emissão do mercúrio.
Imaginemos que luz proveniente de uma fonte de mercúrio ionizado era reflectida numa superfície vermelha (vermelho ‘forte’) superfície que apenas reflectiria uma estreita banda correspondente, digamos, aos 600nm. Neste caso a superfície seria vista como negra porque ela apenas reflectiria a banda dos 600nm e a fonte de luz de mercúrio não contém energia nessa banda. Digamos que essa superfície seria visualizada como sendo preta (ausência de qualquer luz). E este o fenómeno que implica que para se visualizar correctamente uma dada cor o espectro de luz que incide sobre ela deve ser contínuo ou as diferentes intensidades relativas entre as várias zonas desse espectro falsearão a cor que será por nas mal identificada.

Qualquer pessoa está ao corrente relativamente à dificuldade em escolher roupa em estabelecimentos comerciais e à tendência que se tem em procurar a luz do Sol para ‘ver bem’. Esta percepção de que não se está a ver bem decorre da maior dificuldade que o nosso cérebro encontra em resolver a ‘matemática’ que resulta de um espectro desequilibrado. Essa dificuldade não é necessariamente algo consciente mas, consciente ou inconscientemente, as pessoas procuram melhor luz.

Trabalhar, especialmente envolvendo cor, em iluminação fluorescente é extremamente cansativo porque o ‘processador de cor’ do cérebro tem uma tarefa difícil para adivinhar aquilo que pela matemática dele são observações incongruentes. As várias cores que lá chegam estão ‘esquisitas’ em particular aquelas que ele conhece (memória).

Não é por acaso que apenas alguns tipos de fluorescentes são aprovadas para espaços escolares.

Não é também por acaso que o comércio da joalharia adora lâmpadas LED. A sua luz é tão segmentada que provoca o aparecimento de franjas coloridas por todo o lado tornando apetecível a aquisição do produto. Estou em crer que quem trabalha na actividade desconhece o fenómeno, mas não desconhece que as vendas sobem com o novo ‘design’ de iluminação. A concorrência encarrega-se de fazer circular a ‘informação’.

Espectrograma de uma dada lâmpada fluorescente (varia consoante o tipo)


Espectrograma extremamente detalhado da luz do Sol.


Espectrogramas de variados elementos incluindo de corpos negros a diferentes temperaturas:

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Um outro tipo de ´lâmpada' fabricada pela VU1 Corporation surgiu há pouco tempo, o tubo de electrões ESL:


[Não disponho ainda de informação espectral fiável. O único gráfico que conheço é este mas desconfio não corresponder à verdade.]

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* Existe uma temperatura mínima abaixo da qual não é possível haver mais ‘frio’. Essa temperatura é −273.15grC ou zero absoluto. Numa outra escala de medição de temperatura, a escala Kelvin, 0GrK corresponde a −273.15grC, 273.15GrK corresponde a 0grC, 1000grK corresponde a 726.85grC. Para converter grC em grK basta somar 273.15, para converter grK em grC basta subtrair 273.15.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O paradoxo de hoje:


Ou porque um aumento em eficiência conduz a um aumento geral em consumo de energia.

Actualidades



Relembrando...

José Malhoa, Fado

Coisas de que o Expresso e seus pares...


... se terão esquecido de falar, à época (ou Da amnésia voluntária e da conveniência da sua cura).

Antes de se trancar a porta há que arrumar a casa para que haja porta

Adolfo Mesquita Nunes / Vitor Gaspar:
A melhor resposta para Portugal no quadro de uma crise sistémica da área do euro é cumprir as condições do seu programa de assistência económica e financeira porque nessas condições estará melhor defendido e estará a maximizar a credibilidade e confiança na sua estratégia independentemente do ambiente em que esse ajustamento de desenvolve, isto é, independentemente das circunstâncias a nossa prioridade terá que ser sempre concentrarmo-nos nas variáveis que controlamos, concentrarmo-nos em manter a nossa própria casa em ordem.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

CFACT.org

O que diz V. Ex.ª...


... que disse...?! (ou " Relatório de um exame à coluna")

They shoot the Euro

Estamos num momento crucial da história do mundo

Pira inflacionária?
Kaos grevista por massas estupidificadas?
Anos de tumulto?

Nivaldo Cordeiro.

Evita José Seguro ...

António José Seguro pretende recriar a campanha original.

Medina Carreira - Bagão Félix - Olhos nos Olhos 12

A Burrice dos Portugueses - da piada à realidade

Ontem, no escaparate de uma livraria, vi o “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, livro recentemente editado em Portugal. Quis perceber se se tratava de um o furo no bloqueio económico não declarado ao livro brasileiro em Portugal e fui ler alguns parágrafos dispersos. Como o livro já adota o Acordo Ortográfico, procurei frases onde o português-arara do Brasil estivesse substituído pelo português-aranha de Portugal. Não conhecendo a versão brasileira, e no que pude ler em menos de um minuto, pareceu-me que o texto mantém a forma colorida de escrever a nossa língua. No entanto, o livro publicado em Portugal foi, no mínimo, objeto de uma revisão ortográfica.

É provável que o editor português receasse a fúria dos tugas mais broncos quando confrontados com variantes gráficas não usadas em Portugal. Assim, e como exemplos, fato foi “traduzido” por facto, metrô por metro, Amazônia por Amazónia. Em conclusão, o “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil” para português ler é uma versão amesquinhada, castrada e politicamente correta do livro original.

O assunto tem um enquadramento cultural. Uma das mais recentes e notáveis variantes da tacanhez e limitação intelectual dos portugueses é a aversão a livros escritos na versão brasileira da nossa língua. Esta moda consolidou-se há pouco mais de uma dezena de anos e foi inicialmente difundida entre a parolada intelectual pelo lobby dos tradutores e livreiros e, a partir daí, popularizou-se entre a parolada em geral.

Noutras longitudes o enquadramento cultural é mais arejado. Os livros ingleses são vendidos nos EUA (e vice-versa) sem adaptação apesar de as versões americana e europeia do inglês variarem em sintaxe e ortografia mais do que as versões brasileira e europeia do português. Com esta prática editorial, os leitores adquirem conhecimentos e alargam horizontes sobre outros usos do idioma comum. Acresce que beneficiam de edições mais baratas por dispensa de duplas revisões e impressões.

Não sei o que se passa no Brasil a este respeito. Mas, partilhando o país a raiz cultural com Portugal, suponho que também por lá seja necessário modificar os textos dos livros portugueses não se dê o caso de alguém não entender nem querer saber que fato, no outro lado do oceano, é paletó.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ribeiro Telles


Louis Sako, arcebispo de Kirkuk, Iraque - Sociedade das Nações

"The Cause" - moovie trailer

Gorduras

É espantoso como os socretinos socialistas chamam "almofada" a uma verba desviada do aforramento para pensões e aplicada numa ligeiríssima atenuação da gigantesca dívida do estado.

Entretanto o Espectador Interessado publicou mais dois excelentes cartoons que ilustram as velhas políticas socretinas ainda em implementação por Buraco Obama. Aqui ficam:

Mais 2 furos no armagedão

Canadá salta fora de Kyoto
O herético Freeman Dyson

Actualização: O armagedão é este.
.

"Tivémos que fazer subir o nível do mar"

Dr. Nils Axel Mörner, former president of the INQUA Commission on Sea Level Changes and Coastal Evolution,:

This is not due to melting glaciers: sea levels are affected by a great many factors, such as the speed at which the earth rotates. They rose in the order of 10 to 11cm between 1850 and 1940, stopped rising or maybe even fell a little until 1970, and have remained roughly flat ever since.

[...]

In 2003 the satellite altimetry record was mysteriously tilted upwards to imply a sudden sea level rise rate of 2.3mm per year. When I criticised this dishonest adjustment at a global warming conference in Moscow, a British member of the IPCC delegation admitted in public the reason for this new calibration: “We had to do so, otherwise there would be no trend.”

sábado, 3 de dezembro de 2011

No "parlamento", o despontar de mais uma zenital luminária

O "deputado" João Galamba parece ser no PS a Rita Rato do PCP ou João Soeiro do BE. Parece propôs-se, dentro do PS ser uma fonte de sapiência ao nível das aventuras e desventuras apoiadas no Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano.



Dos pobres, do Estado, da Igreja...


... ipurifora:

Dar de comer no banco da fome é uma partilha só para matar a fome. Não é responsabilizante do doador. A pessoa pagou o litro de leite e pensa que já fez a sua boa ação. Eu costumo ridicularizar dizendo: "dê o euro". Mas isto não é de "dar o euro". Isto é de partilhar a sorte do meu semelhante. É outra coisa.(...)


Não concordo que uma política social se baseie na subsídio dependência. Isto é um país que vai à ruína. Estamos lá de qualquer forma. Querer continuar a responder com um sistema que mantem a pessoa na dependência não só desrespeita a sua dignidade, como as humilha. Porque obriga a estender a mão todos os dias, em vez de lhe dar condições para poder sair da sua situação. Temos cabecinha, imaginação e criatividade para arranjar respostas novas.

Quais?

Dar formação as mães solteiras e monoparentais e ensiná-las a administrar o dinheiro, por exemplo. Não sabem. Vi isso nos Estados Unidos... ajudar a perceber onde o dinheiro é bem ou mal gasto, para ao fim de uns meses poder sobreviver. É preciso ensinar as pessoas a não gastar só dinheiro no tabaco, no café, no lanche. Podem fazer o pequeno-almoço em casa, reduzir o tabaco... Há que reduzir. É preciso saber gerir o pouco que se tem.

Essa não é uma função que devia estar remetida ao estado, já que pagamos impostos?

(risos) Vou ser mais uma vez crítico. O Estado, a partir do 25 de Abril, entregou isto à Igreja. A Igreja estava acusada de estar com o regime, portanto, tinha de encontrar uma alternativa para estar com os pobres. E aceitou, de bom grado, a proposta de contratualizar com o governo fazer ação social barata. Um euro na mão de uma IPSS produz muito mais do que na mão de outros. Ora bem, há aqui uma certa promiscuidade. Isto é, a Igreja assume como sua a ação social que realiza e o Estado está tranquilo porque realiza as políticas sociais através das IPSS. Mas a verdade é esta: a sociedade civil foi desresponsabilizada da sua tarefa e - ainda pior, no meu entender - foi que o governo tornou-se demasiado tutelar, dominador e prepotente, indo até ao controle de todas as Igrejas, até da educação privada e cristã; e a Igreja também se deixou ficar, porque aparentemente tem instituições sociais onde o senhor padre preside. Mas o facto de presidir não quer dizer que pratique o Evangelho... Pode não praticar, porque não é a expressão da vida cristã da sua comunidade." (...)

SIC-Burrice

8 pessoas em 0.14m3, o volume de 4 caixas de bolo, daria duas pessoas dentro de cada caixa fechada.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Rui Moura, nunca é demais relembrar

Setembro de 2009


Comentário do EcoTretas a merecer destaque:
Realmente, este debate foi muito interessante!
Como referi então, particularmente interessante foi a sequência que ocorreu cerca das 1:10:10, quando Francisco Ferreira avança com "Tomara eu acreditar no que diz". A resposta de Rui Moura foi elucidativa: "A Ciência não é de acreditar e não é, digamos, uma Religião. Na Religião é que há quem acredite e quem não acredite. Isto aqui tem que se provar!"

Dos euro-repensadores





Sarkozy quer que a "europa" tenha novos tratados. Shengen seria um dos tratados a rever porque, pelas suas palavras, não se podem manter controlos de fronteira apenas no perímetro da "união". O outro, percebe-se, seria o tratado de Lisboa. Tudo isto para repensar a "europa".

Ou muito me engano ou estão todos a trabalhar para acabar com a velha "europa" e voltar à Europa anterior aos zenitais desígnios do comum. Se assim for, fazem bem. E nada de pressas. Quem marca o ritmo? Os "especuladores".

Longe vão os tempos em que Sarkozy tinha coragem de chamar os bois por escumalha.

Portugal é?

A afirmação de João Duque de que deveria ser (salvo erro) o ministério dos negócios estrangeiros a traçar linhas de informação do hipotético futuro canal RTP-Internacional deixou muita gente atónita.

Eu achava a ideia um bocado manhosa, mas hoje a RTP começou a "informação" das 13h 'noticiando', entre outras coisas, os antecedentes socio-culturais do estripador e a das 20h com a escalpelização dos interstícios psicóticos do dito de Lisboa.

E não se pode fechar, de vez, a RTP? Todinha?

1º de Dezembro - Uma Comemoração Inconveniente

O Governo pretende acabar com os feriados de 5 de Outubro e de 1 de Dezembro. Como justificação, é dito que é necessário trabalhar mais e assim responder às dificuldades geradas pela crise. Não é dito que o problema de fundo da produtividade não tem a ver com mais ou menos quatro feriados, muito menos é dito que a crise foi criada pelos políticos e não se resolve com eliminação de feriados.

Fica a questão política e simbólica do assunto.

Terminar com a comemoração de uma revolução que levantou ódios e violências raras na sociedade portuguesa e que substituíu as cores de Portugal pelas cores do federalismo iberista (leia-se, espanholista) na bandeira nacional - o 5 de Outubro de 1910 - é louvável.

Terminar com a comemoração de uma revolta de todos os portugueses (excepto a maior parte da alta nobreza e alto clero) contra o domínio estrangeiro em Portugal e que, ao tempo, foi tido como impossível de sustentar em todos os países europeus - o 1º de Dezembro de 1640 - é lamentável.

No entanto, à luz do projeto político que os delegados da UE no Governo representam em Portugal, há algo de inconveniente nestas datas:
- o 5 de Outubro relembra o facto de um punhado de homens entrincheirados num descampado em Lisboa ter sido suficiente para derrubar um regime caracterizado pela fraca participação da sociedade civil na política e pela fragilidade dos seus fundamentos democráticos;
- o 1º de Dezembro relembra o facto de uma pequena nação ter sido capaz de derrotar num esforço que durou quase 30 anos aquele que era o maior e mais forte império do tempo, para mais em território contíguo.

A bem da estabilidade da nossa República da Roubalheira, oblast da União das Repúblicas Socialistas Europeias, o derrube de regimes sem fundamentos democráticos sólidos e vitórias de pequenas nações sobre impérios não devem ser relembrados, muito menos comemorados.

Marta Andreasen - EU's Lisbon Agenda has cost taxpayers over €1 trillion

O trilião será, provavelmente, um bilião (10^12 = 1 000 000 000 000€), um milhão de milhões de Euros.

Fukushima cold status

O reactor nº 1 de Fukushima terá sofrido uma fusão de núcleo que não chegou a sair do compartimento principal.

Segundo estas estimativas, a fusão terá ficado a 1.9m das paredes do compartimento principal e a  7.6m da parede externa do compartimento secundário.

Entretanto já há algum tempo que a temperatura de todos os reactores baixou dos 100gr centígrados o que permite garantir que a pressão dentro dos reactores é sensivelmente a mesma que a pressão atmosférica (não há pressão lá dentro).

A "europa" do social e dos não eleitos

Os BEtinhos cabeças rapadas

Via Olavo de Carvalho, em Miami como por toda a parte, os novos cabeças rapadas:
The recent executive director of the controversial Council on American-Islamic Relations' South Florida chapter is a founder and spokesman of Occupy Miami, WND has learned.

Mohammad Malik currently is as an activist with several other Islamic groups.

He has led hate-filled anti-Israel protests in which participants were filmed wearing Hamas paraphernalia while chanting "Nuke Israel" and "Go back to the oven" – a reference to Jews being killed in the Holocaust.

Afonso e o racismo...


Caro Afonso,

fantástico, desta vez pelo menos deu-se ao trabalho de recolher algumas frases que eu escrevi para destilar argumentos. É melhor do que nada, mas continua a ser muito pouco, como já vamos ver….

Encontrou esta minha frase: Wilders não fala em raças e nada tem contra portugueses, polacos, russos, chineses ou pretos – apenas contra O ISLÃO. E isto quer dizer que sou racista? Passo a vida a repetir-me, mas que seja pelas alminhas e um pouco pela pátria…

Mas desde quando é que ser contra o Islão é ser racista? Eu, Wilders ou Ibn Warrak! Será que eu já era racista – em relação a portugueses -  quando agia contra o Salazarismo? Será que mais tarde voltei a ser racista, mas agora em relação aos russos e chineses, por ser contra a ditadura do proletariado? Será o poeta Guerra Junqueiro racista, por ter escrito A Velhice do Padre Eterno e Eça o Crime do Padre Amaro?

A mesma lógica absurda em relação às outras frases!

O que há de racismo em dizer que há muçulmanos (cabrões bairristas) que afirmam que Bagdad e Damasco eram, há 1000 anos atrás, superiores a Granada? E os tripeiros que dizem que o Porto é uma nação! Também são racistas? E as mulheres que recusam usar o véu islâmico, também são racistas?

Mas eu lembro-me de ter realmente escrito um post muito giro sobre raças em Janeiro de 2008, que você não viu, e arremato o post com este conselho:

Portugal, que do ponto de vista desportivo, bem ao contrário de África, não tem grande coisa a perder, uma alteração da constituição da raça seria mesmo muito bem vinda. E aproveito já para fazer um apelo às mulheres portuguesas para se deixarem de merdas e, em vez de passar o tempo a ver telenovelas imbecis ou a levar os meninos de carro à escola, podiam mas'é dar umas quecas com indivíduos de cor. De preferência belos exemplares do tipo Francis Obikwelu. Gozavam que nem umas pretas e mais rapidamente as diferenças de raças se dissipariam. Uma excelente contribuição para o rejuvenescimento e para o imprescindível crescimento demográfico da nação. Por outro lado, acabava-se a diversidade, o racismo, as escolas exclusivas, fortificava-se ao mesmo tempo a raça, e daqui por uns anos ainda ganhávamos umas medalhitas nos jogos olímpicos.

E, como quem aconselha amigo é, o conselho é também válido para si, ou para a sua mulher ou namorada, caso tenha uma… E se não gostar deste conselho que eu lhe dou de graça, pode dizê-lo à vontade que eu não vou acusá-lo de racismo. A sua mulher ou namorada talvez, mas isso já não é culpa minha…

Na minha opinião estes mal-entendidos têm a sua origem em três factores: má-fé, preguiça para argumentar e a iliteracia de que fala a nossa linguista Sandra Fisher-Martins nesta conferência:

Diz ela, entre outras coisas, que: 10% dos portugueses não sabe ler nem escrever. 50% consegue juntar as letras mas não consegue perceber o que lê. 30% é o número de pessoas que se não tiver que ler nada de novo, de muito diferente, se safa no dia-a-dia. Mas se forem obrigados a ler um manual de uma nova máquina onde vão ter que trabalhar, já não conseguem. Só 5% da população consegue lidar com documentos ou textos mais complexos…

Você, caro Afonso, tenho muita pena mas não faz parte dos 5%.