segunda-feira, 14 de março de 2016

Nicolau Breyner - 1940-2016

E desapareceu um amigo com quem trabalhei mais de 10 anos. O mundo está a ficar deserto.


Nicolau Breyner e Vinicius de Morais, 1971


sábado, 5 de março de 2016

Dos "leberais preocupados"

Há por aí pessoal particularmente sensível à "preocupação" relativamente a Trump ser liberal ou não.

É, quanto a mim, uma preocupação selectiva, tanto quanto se "houve desvios" quando os governantes comunistas fazem chegar a respectiva coutada ao tão almejado destino.

"Trump vai fechar fronteiras". Não vai. Vai colocar barreiras substanciais a quem pensa poder entrar por ali dentro sem dar cavaco. A malta "sensível" parece ter deixado de perceber que anormal é o contrário.

"Trump não quer o livre comércio". Quer, mas primeiro está a liberdade dos americanos. A malta "sensível" parece ter dificuldade em perceber que é isso que se espera de um decisor político face ao seu próprio país.

Na EURSS parece ter-se tornado normal que quanto pior for o desempenho de um político face aos seus próprios, melhor. A prova está no espanto com que encaram as declarações de Schäuble face aos militantes caloteiros e aos inventores de países e economias zombie, economicamente estimulados pelos bancos centrais, eufemismo para luminárias estatais.

" ... ahh ... mas ele vai fechar o mercado dos EUA aos outros países". É muito provável que por aí comece, e será especialmente eficaz se, paralelamente, demolir a 'red tape' que lá, como aqui na EURSS, atravanca toda e qualquer vontade de se trabalhar que não seja apenas para aquecer ... os bolsos da militância estatal em mandar na vida dos outros.

" ... ahhh ... " voltam à carga, "mas nenhum país pode fechar-se ao comércio internacional". Pode, se o fizer temporária e selectivamente e se tiver um mercado interno monstruoso e concorrencial, e imensos recursos naturais que explore .. demolindo a 'red tape'. Não é o caso de Portugal em qualquer dos aspectos.

" ... mas ele não tem planos para um rumo dos EUA". Ainda bem. De timoneiros está pejada qualquer máquina estatal, particularmente as monstruosas como a nossa (de Portugal e da EURSS). Ele que defenestre as luminárias e que permita que cada um governe a sua própria vida.

quarta-feira, 2 de março de 2016

kkk

É muito de pós-modernismo que os media insistam que o kkk não está, desde o seu aparecimento e até hoje, relacionado aos democratas.

Tudo começou no tempo de Abraham Lincoln, republicano, quando na guerra civil o sul foi derrotado e foi possível acabar-se com a escravidão.

Daí para cá, sucessivas campanhas para "compensar" os negros apenas têm resultado no abandono das políticas de igualdade de oportunidades impedindo os negros ao acesso às (mesmas) armas que lhe permitam ser pessoas como qualquer outra. Este cenário resulta no continuar no limbo dos coitadinhos protegidos pelo estado.

Esta política dos protegidos trás aos democratas voto garantido e aos negros a garantia que os democratas não se preocuparão, de facto, com eles, por serem votos em simbiose pela política 'comida para hoje fome para amanhã'.

A porra é que não se pode pretender viver cada dia da vida como se fosse o último e pretender-se vir a viver, ainda, o dia seguinte.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Partido liberal? II

Há um espaço para que um partido (liberal) singre. O espaço. politicamente, vai pela conversa em que o país que pula e avança só existe fora do estado.

Tem obrigatoriamente que ser afirmado, sem papas na língua, que:

1 - A coisa pública não é a coisa estatal.
2 - Que a corrupção é sistematicamente directamente proporcional ao tamanho do estado.
3 - Que o estado é sistematicamente incompetente fora das suas zonas fulcrais: defesa, segurança, justiça.
4 - Que é o estado quem tem que responder pelos maus negócios com privados porque vota-se para a AR e indirectamente para o governo do estado e não se vota para empresas
5 - Que o estado não deve ter planos para o país que não passem por tirar o estado do caminho do país.
6 - Que compete aos governos, primordialmente, governar o estado e não o país.

Como dizem o ingleses, o feno não precisa de regulamento para que cresça. Precisa apenas que lhe retirem os calhaus de cima.

Enquanto estas linhas gerais não estiverem na ordem do dia, Portugal continuará atascado até aos cabelos (se os houver).

Finalmente, que a "europa", na direcção em que evoluiu, se atascou, mutatis mutandis, nos mesmos vectores socialistas quanto Portugal.

Partido liberal?

Esta coisa é capaz de ser interessante.

Atenção à canzoada esquerdalha, lá estarei, seja com que nick for, para lhes dar nos cornos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Vigaristas: de fedor em fedor

Esta coisa do esquerdalho-indignácaro-vígaro primeiro ministro andar a marrar com o Governador do Bando de Portugal tem, para além da intenção de tentar silenciar quem revela a incompetência do presidente da geringonça, a mensagem à navegação de que se prepara para tratar à canelada quem não tiver papas na língua não o deixando martelar as contas do estado para delas retirar os virtuais dividendos que apenas os vigaristas conseguem ver.

O 44, quando chegou ao poder, e pelas mesmas razões, fez o mesmo com os juízes. Parecendo que estava realmente preocupado com o absentismo deles, estava a marcar terreno para conseguir implantar a corja de vigaristas que deixou Portugal na falência.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

“Corremos o risco de a Europa se transformar numa URSS sem KGB”

Mais um exercício de dialéctica marxista, um discípulo de Ana Gomes.

A "europa" é um komité de sabichões especialistas em determinar como deve ser a vida das pessoas. Sempre os socialistas alinharam em tudo o que era "mais europa", regulamentação asfixiante centralizada e "harmonização" de tudo quanto mexe ou esteja morto.

Perante a estagnação e o esgoto putrefacto em que a "europa" estacionou, já em pânico, parte dos tontos palacianamente acampados em Bruxelas inflecte para a direita (a dita, cuja sujeitos, na generalidade, nada de errado viram nos mesmos desígnios marxistas) e alguma "europa" socialista marxista fascistóide inflectiu 180graus numa contrariada tentativa de inflectir a derrocada (Hollande, por exemplo). E estes novos "entendidos" resolvem que, pelo menos, as contas são o que são e não resultam das tontas somas que os detentores de "multiplicadores" económicos pensam delas resultar.

... E aparece então um tonto (politicamente) a reclamar que a EURSS que eles montaram com tanto carinho, incluindo muitos organismos policiadores com excessivos tiques de KGB, se parece com a URSS sem KGB.

Pois meu caro cretino (politicamente), a "europa" parece-se em demasia com a URSS incluindo as ASAES e "autoridades" com os hábitos inquisitoriais da KGB exactamente por iniciativa dos mesmos idiotas (politicamente) que acreditam no socialismo: os socialistas.

sábado, 23 de janeiro de 2016

O queixume dos carteiristas

É o repetitivo  queixume dos carteiristas, cada vez que deixa de haver carteiras.

Os idiotas do costume, ou mentirosos profissionais, continuam a bater a tecla dos "neo-liberais" de cada vez que um socialismo, mais vigoroso ou de gang monárquico-absolutista de estilhaça, apesar de saberem que ele sistematicamente estoira apenas porque existe e logo que o dinheiro dos outros se acaba.

Boaventura Sousa Santos que vá lamber sabão.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Vasco Pulido Valente: Revoluções

"Chamado por Costa, Tiago Brandão Rodrigues não hesitou em virar do avesso o sistema de ensino que por aqui encontrou.

Não se percebe como Cambridge, uma cidade universitária, tranquila e campestre nos mandou um primitivo português como Tiago Brandão Rodrigues. Verdade que o homem trabalhava lá e se passeava pelas mesmas ruas e pela mesma relva por onde tinham andado Newton, Wittgenstein e Russel. Só que nada disso lhe deu um grão de modéstia e de prudência. Chamado por Costa, não hesitou em virar do avesso o sistema de ensino que por aqui encontrou e que levara vinte e tal anos de esforço e de polémica a chegar a um relativo equilíbrio. O valente trazia um plano no saco e não hesitou em escaqueirar tudo, para abrir um “novo ciclo” de justiça para a Pátria e os professores. Pode haver quem ache esta maneira de fazer a felicidade do próximo um pouco extravagante. Se há, é gente pérfida, com razões malévolas.

A coisa vem de um livro, publicado por volta de 1970, por Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron (talvez por Bourdieu sem Passeron), com um título prometedor, “Les Héritiers”. A tese geral desta obra era simples: a “classe dominante” tinha reproduzido a sua tirania transferindo o capital para a descendência; mas no mundo moderno passara a transferir o “saber” e não o “capital”. Ou seja, o seu método de “reprodução” mudara e o dever do verdadeiro socialista estava agora em destruir essa nova maquinação da burguesia. Ora como esta venenosa manobra da “classe dominante” assentava, por um lado, nos privilégios que se “herdavam” da família e, por outro, no carácter selectivo da escola, que o exame e a nota simbolizavam, o objectivo essencial era obviamente transformar a escola num lugar de prazer e acabar com o exame e a nota.

Que as criancinhas ficassem num estado de completa ou quase completa ignorância interessava pouco. A operação pelo menos destruía os filhos da “classe dominante”, que sem “capital” e sem “saber” seriam absorvidos por um igualitarismo militante; e também alegrava os professores que deixavam de responder pelo seu trabalho perante o Estado da burguesia (Bourdieu detestava os professores que ensinavam e em 1968 tentou correr com Aron da Sorbonne). Como se calculará, esta perfeita idiotia foi recebida em Portugal por meia dúzia de profetas, que durante o PREC arrasaram a “escola” a pretexto de a “sanear” primeiro e de a “salvar” a seguir. A balbúrdia que estabeleceram liquidou a vida a muita gente. As reformas do ministro Tiago liquidarão mais."

Que extraordinário é o progressista, avançado e multiculturalista mundo da Suécia



Pode ser-se mais palerma que os suecos foram?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

MORRA!

A "europa" vive tempos de absoluto desnorte. É uma espécie de época de juízo final em que a factura de todo o marxismo centralista asfixiante se apresenta a pagamento.

Tudo o que foi parido de Maaschtrich para cá deu bota.

O multiculturalismo estoira-lhes no focinho a toda a hora.

Já todos os países estão contra todos.

Já em todos os países forças políticas de separação emergem em velocidade vertiginosa.

Dois importantes países estão ou de saída ou a tentar aplicar as regras deles: Inglaterra (com o UKIP) e França com Marine Le Pen. Num caso e noutro obrigando sob pressão eleitoral os governos no poder a vergar aos anti europa.

Nos EUA Trump faz perceber que recolocará os EUA naquilo de onde nunca deveriam ter saído mas, desta vez, apresentando facturas. Obama, entre partidas de golf, rasteja tentando fazer crer que ainda tem autoridade política. A "europa" pressente que se os EUA voltarem ao que eram o moribundo "projecto europeu" estoirará que nem um sapo.

Uns quantos outros países tentam ainda juntar-se ao ouruborus na expectativa de ainda poderem abocanhar qualquer coisa. A Turquia é um deles.

Entretanto, em jeito de desespero final e contra todas as evidências em que cada novo regulamento lhe aplica mais um prego no caixão da insipiência económica, continuam regulamentando furiosamente, agora tentando obrigar cada detentor de cada pequena horta a frequentar um curso sobre substâncias químicas.

Parece que só não há fungicidas para os cogumelos venenosos de Bruxelas.

Que a "europa" morra ... no papel, porque na realidade nunca passou de zombie. Pena é que os largos milhares de seus adoradores não possam passar uns anos atrás das grades.

MORRA O DANTAS, MORRA!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ainda a propósito das não notícias

No Blasfémias.

Francisco  José Viegas: O silêncio que se abateu sobre a vinda a Portugal do dissidente cubano Guillermo Fariñas, Prémio Sakharov em 2010, foi ruidoso o suficiente para relembrar a conivência dos intelectuais com o regime cubano e o fascínio que a ditadura castrista exerceu sobre eles – e sobre a esquerda que gosta de retratos de Guevara e que fechou os olhos ao Gulag. Que o governo tenha recusado recebê-lo são minudências diplomáticas; que o presidente do Parlamento tenha mantido igual recusa é uma vergonha. Que os intelectuais não tenham tido uma palavra é o normal, fascinados que são pelas ditaduras dos trópicos. A prova é a mordaça em redor da Venezuela, onde uma ditadura neurótica mantém na prisão o líder da oposição e se dá ao luxo de nomear um parlamento próprio para substituir o eleito. Calados, imunes e sem vergonha.

domingo, 13 de dezembro de 2015

A baleia moribunda

Já se aperceberam do ambiente pré-derrocada que se respira na "europa"?

Os Nórdicos a caminho de uma qualquer guerra civil com os islâmicos.

A Alemanha zangada com Merkel por causa dos "refugiados" e a fugir para os partidos de direita.

A Grécia em palpos de aranha entalada entre a mania de gastar o dinheiro dos outros e a necessidade de cumprir ordens de Bruxelas para aprende a gastar apenas o que tem.

A Itália ... uma sombra do que era.

A Espanha, barata tonta pejada de Zapateros e outros zenitais idiotas.

Portugal com os resquícios da 1ª república no poder.

Inglaterra a caminho de dar o grito do Ipiranga face à EURSS.

A França acordando de um regime "democrático" suicidário e desejosa de demolir Bruxelas..

Entretanto, nos EUA, desponta Trump, empresário sem as teias idologico-marxistas de Obama e sus muchachos, e sem se deixar enredar na contaminação que os progressistas têm conseguir aplicar aos republicanos. Capaz de reciclar todos os instalados do politicamente correcto e de relançar os EUA em crescimento exponencial, faz tremer toda a "europa" receosa que se perceba ainda melhor que é uma baleia moribunda.

Isto ainda vai acabar bem mas depois de acabar mal.

Full Video: Sen. Cruz Climate Science Hearing




Aquecimento global